Joenia-Wapichana-Foto-Midia-Ninja-2019

A Educafro Brasil, convoca você a não votar mais, nunca mais nos deputados que votaram pela autorização da mineração em terras indígenas

A Educafro Brasil, convoca você a não votar mais, nunca mais nos deputados que votaram pela autorização da mineração em terras indígenas

Joenia-Wapichana-Foto-Midia-Ninja-2019

Foto:  Joenia Wapichana (Rede-RR) – votou Não - Única representante indigena dentre os(as) deputados(as). Foto: Mídia Ninja/2019

Como cada deputado votou na urgência da mineração em terras indígenas

O PL 191/2020 permite a degradação de áreas preservadas e desrespeita as áreas reservadas às terras indígenas. Cientistas já mostraram que não há insumos procurados em terras indígenas.

Veja se seu deputado é um dos irresponsáveis que votaram no PL e fazem um desfavor ao país.

AJ Albuquerque (PP-CE) – votou Sim
Abílio Santana (PL-BA) – votou Sim
Abou Anni (União-SP) – votou Sim
Acácio Favacho (PROS-AP) – votou Não
Adolfo Viana (PSDB-BA) – votou Sim
Adriana Ventura (Novo-SP) – votou Sim
Adriano do Baldy (PP-GO) – votou Sim
Aécio Neves (PSDB-MG)
Aelton Freitas (PL-MG) – votou Sim
Afonso Florence (PT-BA) – votou Não
Afonso Hamm (PP-RS) – votou Sim
Afonso Motta (PDT-RS)
Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) – votou Sim
Airton Faleiro (PT-PA) – votou Não
Alan Rick (União-AC) – votou Sim
Alceu Moreira (MDB-RS) – votou Sim
Alcides Rodrigues (Patriota-GO) – votou Sim
Alê Silva (Republican-MG) – votou Sim
Alencar S. Braga (PT-SP) – votou Não
Alessandro Molon (PSB-RJ) – votou Não
Alex Manente (Cidadania-SP)
Alex Santana (PDT-BA) – votou Sim
Alexandre Frota (PSDB-SP) – votou Não
Alexandre Leite (União-SP) – votou Sim
Alexandre Padilha (PT-SP) – votou Não
Alexis Fonteyne (Novo-SP) – votou Sim
Alice Portugal (PCdoB-BA) – votou Não
Aliel Machado (PSB-PR) – votou Não
Aline Gurgel (Republican-AP) – votou Não
Aline Sleutjes (União-PR) – votou Sim
Altineu Côrtes (PL-RJ) – votou Sim
Aluisio Mendes (PSC-MA) – votou Não
Amaro Neto (Republican-ES) – votou Sim
André Abdon (PP-AP) – votou Sim
André Ferreira (PSC-PE) – votou Sim
André Figueiredo (PDT-CE) – votou Não
André Fufuca (PP-MA) – votou Sim
André Janones (Avante-MG) – votou Não
André de Paula (PSD-PE)
Angela Amin (PP-SC) – votou Sim
Antonio Brito (PSD-BA) – votou Sim
Arlindo Chinaglia (PT-SP) – votou Não
Arnaldo Jardim (Cidadania-SP) – votou Não
Aroldo Martins (Republican-PR) – votou Sim
Arthur Lira (PP-AL)
Arthur O. Maia (União-BA) – votou Sim
Átila Lins (PP-AM)
Átila Lira (PP-PI) – votou Sim
Augusto Coutinho (Solidaried-PE)
Áurea Carolina (PSOL-MG)
Aureo Ribeiro (Solidaried-RJ)
Bacelar (Podemos-BA) – votou Não
Baleia Rossi (MDB-SP) – votou Não
Benedita da Silva (PT-RJ)
Benes Leocádio (Republican-RN) – votou Sim
Beto Faro (PT-PA)
Beto Pereira (PSDB-MS)
Beto Rosado (PP-RN) – votou Sim
Bia Cavassa (PSDB-MS) – votou Sim
Bia Kicis (União-DF) – votou Sim
Bibo Nunes (PL-RS) – votou Sim
Bilac Pinto (União-MG) – votou Sim
Bira do Pindaré (PSB-MA) – votou Não
Bohn Gass (PT-RS) – votou Não
Bosco Costa (PL-SE) – votou Sim
Bosco Saraiva (Solidaried-AM) – votou Sim
Bozzella (União-SP) – votou Não
Bruna Furlan (PSDB-SP) – votou Não
Cacá Leão (PP-BA) – votou Sim
Camilo Capiberibe (PSB-AP) – votou Não
Cap. Alberto Neto (Republican-AM) – votou Sim
Cap. Fábio Abreu (PL-PI) – votou Não
Capitão Augusto (PL-SP) – votou Sim
Capitão Wagner (PROS-CE) – votou Sim
Carla Dickson (PROS-RN) – votou Não
Carla Zambelli (União-SP) – votou Sim
Carlos Chiodini (MDB-SC) – votou Não
Carlos Gaguim (Republican-TO) – votou Sim
Carlos Gomes (Republican-RS) – votou Sim
Carlos Jordy (União-RJ) – votou Sim
Carlos Sampaio (PSDB-SP) – votou Não
Carlos Veras (PT-PE) – votou Não
Carlos Zarattini (PT-SP) – votou Não
Carmen Zanotto (Cidadania-SC) – votou Não
Caroline de Toni (União-SC) – votou Sim
Cássio Andrade (PSB-PA) – votou Não
Celina Leão (PP-DF)
Célio Moura (PT-TO) – votou Não
Célio Silveira (PSDB-GO) – votou Sim
Célio Studart (PV-CE) – votou Não
Celso Maldaner (MDB-SC) – votou Sim
Celso Russomanno (Republican-SP)
Celso Sabino (União-PA) – votou Sim
Cezinha Madureira (PSD-SP) – votou Sim
Charles Fernandes (PSD-BA) – votou Não
Charlles Evangelis (União-MG)
Chico D´Angelo (PDT-RJ) – votou Não
Chiquinho Brazão (Avante-RJ) – votou Sim
Chris Tonietto (União-RJ)
Christiane Yared (PL-PR)
Christino Aureo (PP-RJ) – votou Sim
Clarissa Garotinho (PROS-RJ) – votou Sim
Claudio Cajado (PP-BA) – votou Sim
Cleber Verde (Republican-MA) – votou Sim
Coronel Armando (União-SC) – votou Sim
Coronel Tadeu (União-SP) – votou Sim
CoronelChrisóstom (União-RO) – votou Sim
Covatti Filho (PP-RS)
Cristiano Vale (PP-PA) – votou Sim
Da Vitória (Cidadania-ES) – votou Sim
Dagoberto Nogueira (PDT-MS)
Damião Feliciano (PDT-PB) – votou Não
Daniel Almeida (PCdoB-BA) – votou Não
Daniel Coelho (Cidadania-PE) – votou Não
Daniel Freitas (União-SC) – votou Sim
Daniel Silveira (União-RJ) – votou Sim
Daniel Trzeciak (PSDB-RS) – votou Sim
Daniela Waguinho (MDB-RJ) – votou Sim
Danilo Cabral (PSB-PE) – votou Não
Danilo Forte (PSDB-CE) – votou Sim
Darci de Matos (PSD-SC)
David Miranda (PSOL-RJ) – votou Não
DelAntônioFurtado (União-RJ) – votou Sim
Deleg. Éder Mauro (PSD-PA) – votou Sim
Delegado Marcelo (União-MG) – votou Sim
Delegado Pablo (União-AM) – votou Sim
Delegado Waldir (União-GO) – votou Sim
Denis Bezerra (PSB-CE) – votou Não
Diego Andrade (PSD-MG) – votou Sim
Diego Garcia (Republican-PR) – votou Sim
Dimas Fabiano (PP-MG) – votou Sim
Domingos Neto (PSD-CE) – votou Sim
Domingos Sávio (PSDB-MG) – votou Sim
Dr Zacharias Calil (União-GO) – votou Sim
Dr. Frederico (Patriota-MG)
Dr. Jaziel (PL-CE)
Dr. Leonardo (Solidaried-MT) – votou Sim
Dr. Luiz Ovando (União-MS) – votou Sim
Dr.Luiz Antonio Jr (PP-RJ) – votou Sim
Dra. Vanda Milani (Solidaried-AC) – votou Sim
Dra.Soraya Manato (União-ES) – votou Sim
Dulce Miranda (MDB-TO) – votou Não
Edilazio Junior (PSD-MA) – votou Sim
Edio Lopes (PL-RR)
Eduardo Barbosa (PSDB-MG) – votou Não
Eduardo Bismarck (PDT-CE) – votou Não
Eduardo Costa (PTB-PA) – votou Não
Eduardo Cury (PSDB-SP)
Eduardo da Fonte (PP-PE) – votou Sim
EduardoBolsonaro (União-SP) – votou Sim
Efraim Filho (União-PB)
Elcione Barbalho (MDB-PA) – votou Não
Eli Borges (Solidaried-TO) – votou Sim
Eli Corrêa Filho (União-SP) – votou Sim
Elias Vaz (PSB-GO) – votou Não
Elmar Nascimento (União-BA) – votou Sim
Ely Santos (Republican-SP) – votou Sim
Emanuel Pinheiro N (PTB-MT) – votou Sim
Emidinho Madeira (PSB-MG)
Enio Verri (PT-PR) – votou Não
Enrico Misasi (PV-SP) – votou Não
Erika Kokay (PT-DF) – votou Não
Eros Biondini (PROS-MG) – votou Sim
EuclydesPettersen (PSC-MG) – votou Sim
Evair de Melo (PP-ES) – votou Sim
Expedito Netto (PSD-RO) – votou Não
Fábio Henrique (PDT-SE) – votou Não
Fábio Mitidieri (PSD-SE) – votou Sim
Fábio Ramalho (MDB-MG) – votou Não
Fabio Reis (MDB-SE) – votou Sim
Fabio Schiochet (União-SC)
Fábio Trad (PSD-MS) – votou Não
Fausto Pinato (PP-SP) – votou Sim
Felício Laterça (União-RJ) – votou Sim
Felipe Carreras (PSB-PE) – votou Sim
Felipe Rigoni (União-ES) – votou Não
FelipeFrancischini (União-PR) – votou Sim
Félix Mendonça Jr (PDT-BA) – votou Não
FernandaMelchionna (PSOL-RS) – votou Não
Fernando Coelho (União-PE) – votou Sim
FernandoMonteiro (PP-PE) – votou Sim
FernandoRodolfo (PL-PE) – votou Não
Filipe Barros (União-PR) – votou Sim
Flávia Morais (PDT-GO) – votou Sim
Flaviano Melo (MDB-AC) – votou Não
Flávio Nogueira (PDT-PI) – votou Sim
Francisco Jr. (PSD-GO) – votou Sim
Franco Cartafina (PP-MG) – votou Não
Fred Costa (Patriota-MG)
Frei Anastacio (PT-PB) – votou Não
Gastão Vieira (PROS-MA) – votou Sim
Gelson Azevedo (PL-RJ) – votou Sim
Genecias Noronha (Solidaried-CE) – votou Sim
General Girão (União-RN) – votou Sim
General Peternelli (União-SP) – votou Sim
Geninho Zuliani (União-SP) – votou Sim
Geovania de Sá (PSDB-SC) – votou Sim
Gervásio Maia (PSB-PB) – votou Não
Giacobo (PL-PR) – votou Sim
Gil Cutrim (Republican-MA) – votou Sim
Gilberto Abramo (Republican-MG) – votou Sim
GilbertoNasciment (PSC-SP)
Gilson Marques (Novo-SC) – votou Sim
Giovani Cherini (PL-RS) – votou Sim
Giovani Feltes (MDB-RS) – votou Sim
Glauber Braga (PSOL-RJ) – votou Não
Glaustin da Fokus (PSC-GO) – votou Sim
Gleisi Hoffmann (PT-PR) – votou Não
Gonzaga Patriota (PSB-PE) – votou Não
Greyce Elias (Avante-MG) – votou Sim
Guiga Peixoto (União-SP) – votou Sim
Guilherme Derrite (PP-SP) – votou Sim
Guilherme Mussi (PP-SP) – votou Sim
Gurgel (União-RJ) – votou Sim
Gustavo Fruet (PDT-PR) – votou Não
Gustinho Ribeiro (Solidaried-SE) – votou Sim
Gutemberg Reis (MDB-RJ) – votou Sim
Haroldo Cathedral (PSD-RR) – votou Não
Heitor Freire (União-CE) – votou Sim
Heitor Schuch (PSB-RS) – votou Não
Helder Salomão (PT-ES) – votou Não
Hélio Costa (Republican-SC) – votou Sim
Hélio Leite (União-PA)
Helio Lopes (União-RJ) – votou Sim
Henrique Fontana (PT-RS) – votou Não
Hercílio Diniz (MDB-MG) – votou Não
Herculano Passos (MDB-SP) – votou Não
HermesParcianello (MDB-PR) – votou Sim
Hildo Rocha (MDB-MA) – votou Sim
Hiran Gonçalves (PP-RR) – votou Sim
Hugo Leal (PSD-RJ) – votou Sim
Hugo Motta (Republican-PB) – votou Sim
Idilvan Alencar (PDT-CE) – votou Não
Igor Kannário (União-BA) – votou Sim
Igor Timo (Podemos-MG)
Iracema Portella (PP-PI) – votou Sim
Isnaldo Bulhões Jr (MDB-AL)
Israel Batista (PV-DF) – votou Não
Ivan Valente (PSOL-SP) – votou Não
Jandira Feghali (PCdoB-RJ) – votou Não
Jaqueline Cassol (PP-RO) – votou Não
Jefferson Campos (PSB-SP) – votou Sim
Jerônimo Goergen (PP-RS)
Jéssica Sales (MDB-AC) – votou Não
Jesus Sérgio (PDT-AC) – votou Não
Jhonatan de Jesus (Republican-RR) – votou Sim
João C. Bacelar (PL-BA) – votou Sim
João Campos (Republican-GO) – votou Sim
João Daniel (PT-SE) – votou Não
João Maia (PL-RN)
João Marcelo S. (MDB-MA) – votou Não
JoaquimPassarinho (PSD-PA) – votou Sim
Joenia Wapichana (Rede-RR) – votou Não
Joice Hasselmann (União-SP) – votou Não
Jones Moura (PSD-RJ) – votou Sim
Jorge Braz (Republican-RJ) – votou Sim
Jorge Solla (PT-BA) – votou Não
Jorielson (PL-AP) – votou Sim
José Airton (PT-CE) – votou Não
José Guimarães (PT-CE) – votou Não
Jose Mario Schrein (União-GO) – votou Sim
José Medeiros (Podemos-MT) – votou Sim
José Nelto (Podemos-GO)
José Nunes (PSD-BA) – votou Sim
José Priante (MDB-PA) – votou Sim
José Ricardo (PT-AM) – votou Não
José Rocha (PL-BA) – votou Sim
Joseildo Ramos (PT-BA) – votou Não
JosimarMaranhãozi (PL-MA) – votou Sim
Josivaldo JP (Podemos-MA) – votou Sim
Juarez Costa (MDB-MT) – votou Sim
Julian Lemos (União-PB) – votou Sim
Júlio Cesar (PSD-PI)
Julio Cesar Ribeir (Republican-DF) – votou Sim
Júlio Delgado (PSB-MG) – votou Não
Julio Lopes (PP-RJ) – votou Sim
Juninho do Pneu (União-RJ) – votou Sim
Junio Amaral (União-MG) – votou Sim
Júnior Ferrari (PSD-PA) – votou Sim
Junior Lourenço (PL-MA)
Júnior Mano (PL-CE) – votou Sim
Juscelino Filho (União-MA) – votou Sim
Kim Kataguiri (União-SP) – votou Sim
Laercio Oliveira (PP-SE) – votou Sim
Laerte Bessa (PL-DF) – votou Sim
Lafayette Andrada (Republican-MG) – votou Sim
Lauriete (PSC-ES) – votou Sim
Leandre (PV-PR) – votou Não
Leda Sadala (Avante-AP) – votou Sim
Léo Moraes (Podemos-RO) – votou Não
Léo Motta (União-MG) – votou Abstenção
Leo de Brito (PT-AC) – votou Não
Leonardo Gadelha (PSC-PB) – votou Não
Leonardo Monteiro (PT-MG) – votou Não
Leonardo Picciani (MDB-RJ) – votou Não
Leônidas Cristino (PDT-CE) – votou Não
Leur Lomanto Jr. (União-BA) – votou Sim
Lídice da Mata (PSB-BA) – votou Não
Lincoln Portela (PL-MG) – votou Sim
Liziane Bayer (PSB-RS) – votou Sim
Loester Trutis (União-MS) – votou Sim
Lourival Gomes (União-RJ) – votou Sim
Lucas Gonzalez (Novo-MG) – votou Sim
Lucas Redecker (PSDB-RS) – votou Sim
Lucas Vergilio (Solidaried-GO) – votou Sim
Luciano Bivar (União-PE)
Luciano Ducci (PSB-PR)
Lucio Mosquini (MDB-RO) – votou Sim
Luis Miranda (Republican-DF) – votou Sim
Luis Tibé (Avante-MG) – votou Sim
Luisa Canziani (PTB-PR) – votou Sim
Luiz Carlos Motta (PL-SP) – votou Sim
Luiz Lima (S.Part.-RJ) – votou Sim
Luiz Nishimori (PL-PR) – votou Sim
Luiz P. O.Bragança (União-SP) – votou Sim
LuizAntônioCorrêa (PL-RJ) – votou Sim
Luiza Erundina (PSOL-SP) – votou Não
Luizão Goulart (Republican-PR) – votou Sim
Luizianne Lins (PT-CE) – votou Não
Magda Mofatto (PL-GO) – votou Sim
Major Fabiana (União-RJ) – votou Sim
Mara Rocha (PSDB-AC) – votou Sim
Marcel van Hattem (Novo-RS) – votou Sim
Marcelo Álvaro (União-MG) – votou Sim
Marcelo Aro (PP-MG) – votou Sim
Marcelo Brum (União-RS) – votou Sim
Marcelo Freixo (PSB-RJ) – votou Não
Marcelo Moraes (PTB-RS) – votou Sim
Marcelo Nilo (PSB-BA) – votou Não
Marcelo Ramos (PSD-AM) -votouArt. 17
Marcelo Squassoni (Republican-SP) – votou Sim
Marcio Alvino (PL-SP) – votou Sim
Márcio Biolchi (MDB-RS) – votou Sim
Márcio Labre (União-RJ) – votou Sim
Márcio Marinho (Republican-BA) – votou Sim
Marco Bertaiolli (PSD-SP) – votou Sim
Marcon (PT-RS) – votou Não
Marcos A. Sampaio (MDB-PI) – votou Sim
Marcos Pereira (Republican-SP) – votou Sim
Marcos Soares (União-RJ)
Margarete Coelho (PP-PI) – votou Sim
Maria do Rosário (PT-RS) – votou Não
Mariana Carvalho (PSDB-RO) – votou Sim
Marília Arraes (PT-PE) – votou Não
Marina Santos (PL-PI) – votou Sim
Mário Heringer (PDT-MG) – votou Não
MárioNegromonte Jr (PP-BA) – votou Sim
Marlon Santos (PDT-RS) – votou Sim
Marreca Filho (Patriota-MA) – votou Não
Marx Beltrão (PSD-AL) – votou Não
Maurício Dziedrick (PTB-RS) – votou Não
Mauro Benevides Fº (PDT-CE) – votou Não
Mauro Lopes (MDB-MG) – votou Sim
Mauro Nazif (PSB-RO) – votou Não
Merlong Solano (PT-PI) – votou Não
Miguel Haddad (PSDB-SP) – votou Sim
Miguel Lombardi (PL-SP)
Milton Coelho (PSB-PE) – votou Não
Milton Vieira (Republican-SP) – votou Sim
Misael Varella (PSD-MG) – votou Sim
Moses Rodrigues (MDB-CE)
Natália Bonavides (PT-RN) – votou Não
Nelson Barbudo (União-MT) – votou Sim
Nereu Crispim (União-RS) – votou Não
Neri Geller (PP-MT) – votou Sim
Neucimar Fraga (PSD-ES) – votou Sim
Newton Cardoso Jr (MDB-MG) – votou Não
Nicoletti (União-RR) – votou Sim
Nilson Pinto (PSDB-PA) – votou Sim
Nilto Tatto (PT-SP) – votou Não
Nivaldo Albuquerq (PTB-AL) – votou Sim
Norma Ayub (União-ES) – votou Não
Odair Cunha (PT-MG) – votou Não
Olival Marques (União-PA)
Orlando Silva (PCdoB-SP)
Osires Damaso (PSC-TO) – votou Sim
Osmar Serraglio (PP-PR) – votou Sim
Osmar Terra (MDB-RS) – votou Sim
Ossesio Silva (Republican-PE) – votou Sim
Otavio Leite (PSDB-RJ)
Otoni de Paula (PSC-RJ) – votou Sim
Ottaci Nascimento (Solidaried-RR) – votou Não
Otto Alencar (PSD-BA) – votou Não
Padre João (PT-MG) – votou Não
Pastor Eurico (Patriota-PE) – votou Sim
Pastor Gil (PL-MA) – votou Sim
Pastor Isidório (Avante-BA) – votou Não
Patrick Dorneles (PSD-PB) – votou Abstenção
Patrus Ananias (PT-MG) – votou Não
Paula Belmonte (Cidadania-DF) – votou Sim
Paulão (PT-AL) – votou Não
Paulinho da Força (Solidaried-SP) – votou Sim
Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) – votou Sim
Paulo Azi (União-BA) – votou Sim
Paulo Bengtson (PTB-PA) – votou Sim
Paulo Freire Costa (PL-SP) – votou Sim
Paulo Ganime (Novo-RJ) – votou Sim
Paulo Guedes (PT-MG) – votou Não
Paulo Magalhães (PSD-BA) – votou Sim
Paulo Martins (PSC-PR) – votou Sim
Paulo Pimenta (PT-RS)
Paulo Ramos (PDT-RJ) – votou Não
Paulo Teixeira (PT-SP) – votou Não
Paulo V. Caleffi (PSD-RS) – votou Sim
Pedro A Bezerra (PTB-CE) – votou Não
Pedro Augusto (PSD-RJ) – votou Abstenção
Pedro Dalua (PSC-AP) – votou Sim
Pedro Lucas Fernan (PTB-MA) – votou Não
Pedro Lupion (União-PR) – votou Sim
Pedro Uczai (PT-SC) – votou Não
Pedro Vilela (PSDB-AL) – votou Sim
Pedro Westphalen (PP-RS) – votou Sim
Perpétua Almeida (PCdoB-AC) – votou Não
Pinheirinho (PP-MG) – votou Sim
Policial Sastre (PL-SP) – votou Sim
Pompeo de Mattos (PDT-RS) – votou Não
Pr Marco Feliciano (PL-SP)
Profª Dorinha (União-TO) – votou Não
Prof Marcivania (PCdoB-AP) – votou Não
Profª Rosa Neide (PT-MT) – votou Não
Professor Alcides (PP-GO) – votou Sim
Professor Joziel (União-RJ) – votou Não
Professora Dayane (União-BA) – votou Sim
Rafael Motta (PSB-RN) – votou Não
Raimundo Costa (PL-BA) – votou Não
Raul Henry (MDB-PE) – votou Não
Reginaldo Lopes (PT-MG) – votou Não
Rejane Dias (PT-PI) – votou Não
Renata Abreu (Podemos-SP)
Renildo Calheiros (PCdoB-PE) – votou Não
Ricardo Barros (PP-PR) – votou Sim
Ricardo Guidi (PSD-SC) – votou Sim
Ricardo Izar (PP-SP) – votou Não
Ricardo Silva (PSB-SP) – votou Não
Ricardo Teobaldo (Podemos-PE) – votou Não
Ricardo da Karol (PSC-RJ) – votou Sim
Robério Monteiro (PDT-CE) – votou Não
Roberto de Lucena (Podemos-SP) – votou Sim
Rodrigo Agostinho (PSB-SP) – votou Não
Rodrigo Coelho (Podemos-SC) – votou Sim
Rodrigo de Castro (PSDB-MG) – votou Não
Rogério Correia (PT-MG) – votou Não
Rogério Peninha (MDB-SC) – votou Sim
Roman (Patriota-PR) – votou Sim
Ronaldo Carletto (PP-BA) – votou Sim
Rosana Valle (PSB-SP) – votou Sim
Rosangela Gomes (Republican-RJ) – votou Sim
Rose Modesto (PSDB-MS)
Rossoni (PSDB-PR) – votou Sim
Rubens Bueno (Cidadania-PR) – votou Não
Rubens Otoni (PT-GO) – votou Não
Rubens Pereira Jr. (PCdoB-MA) – votou Não
Rui Falcão (PT-SP) – votou Não
Ruy Carneiro (PSDB-PB) – votou Não
Sâmia Bomfim (PSOL-SP) – votou Não
Samuel Moreira (PSDB-SP) – votou Não
Sanderson (União-RS) – votou Sim
Sargento Fahur (PSD-PR) – votou Sim
Sebastião Oliveira (Avante-PE)
Sérgio Brito (PSD-BA) – votou Sim
Sergio Souza (MDB-PR) – votou Sim
Sergio Toledo (PL-AL) – votou Sim
Severino Pessoa (Republican-AL) – votou Não
Shéridan (PSDB-RR) – votou Sim
Sidney Leite (PSD-AM) – votou Sim
Silas Câmara (Republican-AM) – votou Sim
Silvia Cristina (PDT-RO) – votou Não
Silvio Costa Filho (Republican-PE) – votou Não
Soraya Santos (PL-RJ) – votou Sim
SóstenesCavalcante (União-RJ) – votou Sim
Stefano Aguiar (PSD-MG) – votou Sim
Stephanes Junior (PSD-PR) – votou Sim
SubtenenteGonzaga (PDT-MG) – votou Não
Tabata Amaral (PSB-SP) – votou Não
Tadeu Alencar (PSB-PE) – votou Não
Talíria Petrone (PSOL-RJ) – votou Não
Ted Conti (PSB-ES) – votou Não
Tereza Nelma (PSDB-AL) – votou Não
Tia Eron (Republican-BA) – votou Sim
Tiago Dimas (Solidaried-TO) – votou Sim
Tiago Mitraud (Novo-MG) – votou Sim
Tiririca (PL-SP) – votou Sim
Tito (Avante-BA) – votou Sim
ToninhoWandscheer (PROS-PR) – votou Sim
Túlio Gadêlha (PDT-PE) – votou Não
Uldurico Junior (PROS-BA) – votou Não
Vaidon Oliveira (PROS-CE) – votou Não
Valdevan Noventa (PL-SE) – votou Sim
Valmir Assunção (PT-BA) – votou Não
Valtenir Pereira (MDB-MT) – votou Sim
Vander Loubet (PT-MS) – votou Não
Vanderlei Macris (PSDB-SP) – votou Não
Vavá Martins (Republican-PA) – votou Sim
Vermelho (PSD-PR) – votou Sim
Vicentinho (PT-SP) – votou Não
Vicentinho Júnior (PL-TO) – votou Sim
Vilson da Fetaemg (PSB-MG) – votou Não
Vinicius Carvalho (Republican-SP) – votou Sim
Vinicius Poit (Novo-SP) – votou Sim
Vitor Hugo (União-GO) – votou Sim
Vitor Lippi (PSDB-SP) – votou Não
Vivi Reis (PSOL-PA) – votou Não
Waldenor Pereira (PT-BA) – votou Não
Walter Alves (MDB-RN) – votou Sim
Weliton Prado (PROS-MG) – votou Não
Wellington (PL-PB) – votou Sim
Wilson Santiago (PTB-PB) – votou Sim
Wolney Queiroz (PDT-PE) – votou Não
Zé Carlos (PT-MA) – votou Não
Zé Neto (PT-BA) – votou Não
Zé Silva (Solidaried-MG) – votou Sim
Zé Vitor (PL-MG) – votou Sim
Zeca Dirceu (PT-PR) – votou Não
Pra quem tá em Brasília o presidente e os ministros vão recepcionar os brasileiros que vieram da Ucrânia por aí, vai ter cobertura de todas a mídia burguesa. É o momento de colocar essa guerra contra os indígenas em evidência.

Para mais oportunidades acesse: https://allmylinks.com/educafro


PROTOCOLO PARA A MELHORIA OU IMPLANTAÇÃO DA EDUCAFRO BRASIL

PROTOCOLO PARA A MELHORIA OU IMPLANTAÇÃO DA EDUCAFRO BRASIL

UNIDADES LOCAIS, MUNICIPAIS, REGIONAIS OU ESTADUAIS

 

I - INTRODUÇÃO

Esse texto está em construção. Essa é a 6 versão e faremos quantas forem necessárias até chegarmos a envolvermos todos os estados nessa reformatação da EDUCAFRO Brasil. O método Paulo Freire, seguido pela EDUCAFRO, dá esse direcionamento: aprender fazendo! Esse método pedagógico tem seu complemento com o método das CEBs: VER, JULGAR, AGIR, AVALIAR, CELEBRAR. Temos um foco: fortalecer as conquistas do povo afro e desse foco não abriremos mão!

 

II - DESENVOLVIMENTO

1 – A pandemia fez todas as instituições se redefinirem, no seu modo de se organizar e operacionalizar suas atividades. As instituições sociais que não fizeram isso, estão, agora, na UTI ou já morreram.  A EDUCAFRO BRASIL, há três anos sentiu um forte clima de mudanças no ar e lançou um movimento chamado de REFUNDAÇÃO DA EDUCAFRO. Agora, com a pandemia, os princípios dessa refundação foram realinhados e estamos também fazendo a EDUCAFRO se organizar prioritariamente online.

Para canções novas, ouvidos novos. Já orientava e orienta um ditado popular africano. Trabalhos online exige ouvidos novos para entender e se adaptar às novas exigências da articulação.

2 – Esse protocolo que entrará em vigor em 1º de janeiro de 2022, define que a EDUCAFRO, em cada estado, deve ir se (re)organizando só online, seguindo os estatutos nacionais, zelando pelo bom conceito construído por todos que passaram por ela antes de nós e com seu CNPJ forte, único para todo o Brasil. A autorização para uso é restrita à diretoria, para servir a qualquer parte do Brasil. Vamos ouvir, avaliar e dar vigor às propostas locais, regionais e de cada estado, para ajudar no empoderamento do povo afro-brasileiro, via EDUCAFRO. Vamos nos fortalecer mutuamente! Essa é uma fase muito rica, de construção, com a ousadia de usar as ferramentas do mundo jurídico, sem abrir mãos de especificidades experimentadas ao longo desses 40 anos e que deram excelentes resultados.

 

3 – Mais de 80% das oportunidades e demandas que chegam para o povo da EDUCAFRO Brasil, são amplas e atendem às necessidades dos afro-brasileiros de todo o território nacional. Motivaremos para que as lideranças de cada estado ou locais façam um eficiente trabalho, divulgando as oportunidades, adaptando as peças de divulgações aos estilos de cada estado e assim as oportunidades serão procuradas por afro-brasileiros de todo Brasil, saindo do eixo Rio – São Paulo. Queremos mudar essa realidade. Essa mudança só acontecerá se as lideranças de cada estado derem prioridade para se organizarem com intensidade e foco, colocando o empoderamento do povo afro na frente de seus problemas e desafios pessoais, por maiores que sejam os problemas de cada um.

 

4 – Inicialmente iremos escolher 7 pessoas para formar a comissão estadual ou local, provisória. Em um segundo momento iremos manter na comissão provisória as 3 pessoas mais eficientes, com a habilidades de captar e atrair benefícios para os afros e despertar mais pessoas, negras ou não, de seu estado, para investirem no empoderamento da comunidade afro-brasileira, especificamente em seu estado. Ao mesmo tempo iremos observando e chamando outras para recomporem a comissão de 7 pessoas. Por mais que o critério de representatividade sejam interessantes, a EDUCAFRO Brasil vai priorizar, radicalmente o critério da dedicação à causa.

  • Obs.: FRANQUIA SOCIAL: Após o período inicial de reimplantação, deveremos elaborar uma carta orientativa transformando a EDUCAFRO Brasil, numa franquia social nacional. Para isso, será necessária uma formatação intuitiva e jurídica (nossa meta é que essa transformação seja um grande passo que irá fazer gerar empregos e um novo conceito de movimento social no Brasil). Quando? Assim que a maioria dos estados avançarem na reorganização atual e no entendimento do que é FRANQUIA SOCIAL. Iremos organizar reuniões online para ajudar a todos estarem na mesma sintonia colaborativa. Uma das riquezas da franquia social é adaptar para a rede nacional as excelentes experiencias locais.

 

5 – Nesse primeiro momento a EDUCAFRO Brasil vai se pautar pela eficiência no servir aos seus irm@s afro-brasileir@s, sem se preocupar com estrutura física ou de poder. O binômio intuição X instituição, optando mais pelo primeiro, será a grande luz para fazer os avanços acontecerem. Um dos princípios básicos dessa fase é o de colocar em prática a intuição que consiste na força de cada um, em colocar o máximo de sua energia na causa do povo afro. A instituição, através de sua mantenedora está aí para não deixar que essa corrente do bem venha a perder o foco. A intuição em cada estado mal assimilada, pode gerar a perda de foco e dar asas às vaidades pessoais. Fazer o máximo pelo povo afro do seu estado, esquecendo-se de si é uma das melhores formas de provar que está em sintonia com a energia criadora do mundo que quer ver o nosso povo afro levantar a cabeça e reconquistar seus direitos.

Como está no título, essa é uma carta de princípios. Outros documentos/regramentos serão construídos para dar eficiência ao fazer em cada estado. Mas o fundamental é essa fase, onde queremos detectar boas e eficientes lideranças em cada estado.

 

6 – A EDUCAFRO Brasil, sede nacional, sempre trabalhará para todos os afro-brasileiros/descendentes  de toda a Federação, associados legalmente à EDUCAFRO. As coordenações provisórias podem, em sintonia e autorização da matriz, avançar com parcerias locais que beneficiam os associados locais. Podem, também, trazer parcerias que beneficiam o conjunto do Brasil, seguindo as orientações e os procedimentos da sede Nacional.

 

7 – Cabe às parcerias Estaduais ou locais:

  1. Replicar, com um estilo e linguagem local, as demandas e oportunidades que chegam à sede nacional, em vista do fortalecimento da rede EDUCAFRO, nos locais/estados.
  2. Trabalhar para expandir a quantidade de associados em cada estado.
  3. Buscar, convidar e motivar os associados que residem em seu estado e que já estão recebendo benefícios da sede nacional a se engajarem com garra e respeitando todas as normas da LGPD.
  4. Ter consciência de que existe um único banco de cadastro da EDUCAFRO em nível nacional e a coordenação de cada local/estado terá acesso somente aos associados de seu local/estado, estando vedado acesso aos dados de associados de outros estados.
  5. Conquistar novos voluntários para o desenvolvimento dos trabalhos em cada local/estado.
  6. Em cada local/estado, abrir o máximo de núcleos/grupos EDUCAFRO, (pré-vestibular; núcleos jurídicos, EDUCAFRO tech; núcleo político partidário; núcleo de conquistas por políticas públicas, grupos de psicólogos negros, etc.). Isso deve acontecer em cidades, municípios e bairros, em função do despertar dos afro-brasileiros/descendentes para o empoderamento do nosso povo.
  7. Adaptar cada demanda que a Educafro Nacional apresentar à realidade do seu Estado, criando folders dentro dos parâmetros da sede nacional (produzidos pela Escola de líderes), mantendo o princípio da instituição.
    • Os núcleos também devem ter iniciativa de produzir as próprias artes denunciando tanto questões de preconceito, violência e discriminação racial.

 

  1. Atrair advoga@s locais para serem bons voluntários negr@s e branc@s, em vista de ajudar a EDUCAFRO Brasil a radicalizar positivamente na judicialização de muitos casos de racismo, praticados contra o povo afro-brasileiro em cada local/estado, conquistando indenizações coletivas, em função da gravidade do racismo.
  1. Atrair psicólog@s negr@s e branc@s em vista de se implementar um excelente trabalho de atendimento ao povo afro-brasileiro/descendentes, vítima dos traumas gerados pelo racismo estrutural, institucional e individual.
  2. Incentivar as pessoas de seus estados a serem um observatório vivo, levantando pautas como preconceito, racismo e violência, bem como orientá-los a fazer um encaminhamento imediato para o e-mail juridico@educafro.org.br referente a todas as denúncias. Fundamental dar ênfase para pautas positivas, como empregabilidade.
  3. Averiguar as fraudes nas Universidades e Concursos Públicos em seus municípios e estados. Em caso do não cumprimento, por parte das instituições, conforme as respectivas leis 12.990 de 2014 e 12.711 de 2012, adaptar a carta padrão e encaminhá-la ao Ministério Público estadual, denunciando e solicitando medidas a favor da causa.
  4. Fazer com que, o máximo possível de afro-brasileiro/descendentes de seu estado, sejam beneficiados por conquistas das parcerias nacionais. Evitar-se-á definir quantidade de oportunidades por estado, numa primeira etapa. A quantidade de beneficiários de cada estado será um resultado da garra por inclusão, fruto do trabalho da coordenação do seu estado.
  5. Cada núcleo deve incentivar e acompanhar seus membros para que o povo negro ocupe principalmente as vagas ociosas nas universidades públicas e Institutos Federais de qualquer estado do Brasil, com bolsa moradia e alimentação, nem que a entidade tenha que abrir mandados de seguranças. Só depois gastar energias com vagas em faculdades particulares. O problema é que elas começam com bolsas boas e, a cada semestres vão mudando para pior. Isso não acontece com as universidades públicas.

I- Incentivar a ocupação das vagas por meio das cotas sócio raciais;

II- A entidade possui mecanismos jurídicos de segurança que podem auxiliar na busca de garantias de moradia, alimentação ou auxílio permanência para todos os estudantes que ingressarem em universidades públicas.

  1. Auxiliar a Educafro no mapeamento e na escolha de institutos federais ou universidades públicas, para traçar um plano estratégico de imersão do povo negro e baixa renda através das vagas ociosas.
  1. Apresentar à sede nacional contatos dos responsáveis por possíveis universidades e faculdades, de qualidade, de seu estado, em vista de se conseguir bolsas de estudo e outros benefícios para os associados. Qualquer pessoa associada de outros estados, assim querendo e tendo estrutura pessoal de apoio, pode concorrer às bolsas e oportunidades de qualquer estado.

I- A tendência dos estados é manter a lógica anterior da Educafro de investir em conquistar bolsas em universidades particulares, pois entendemos que tais instituições respeitam os horários de atividade acadêmica escolhido pelo estudante no momento do processo seletivo e de matrícula.  De modo a ser garantido a possibilidade de trabalho, sem que haja empecilhos acadêmicos. Assim, é importante que os estados continuem a divulgar as bolsas disponíveis em universidades particulares, sem deixar de priorizar as públicas.

  1. Criar núcleos presenciais da EDUCAFRO Tech em vista de incluir o povo afro-brasileiro/descendentes no mundo da tecnologia divulgando frequentemente e possibilitando o crescimento tecnológico, a fim de garantir a empregabilidade do maior número de irmãos/irmãs.
  1. Potencializar o aumento do índice de empregabilidade dos afro-brasileiros/descendentes, no seu estado, através de reuniões com empresas e potenciais contratantes com foco na diversidade, e fazer a divulgação de vagas de empregos.

I- Incentivar a juventude junto com seus pais ou responsáveis a buscarem a mobilidade social,  ocupando vagas de empregos online, home office, como nova forma de empoderamento.

Promover ações para a inclusão do negro nas grandes empresas de seu estado. Assim, cabe aos responsáveis buscar as empresas mais importantes de seus estados e solicitar que recebam em reunião, o diretor executivo da EDUCAFRO brasil para pensarmos possíveis parcerias em busca de promover a inclusão e diversidade negra nesses espaços de trabalho.

  1. Organizar debates políticos com candidatas(os) negras(os) de todos os partidos, presentes no seu município e nos estados de modo a promover discussões que considerem as pautas da população afro-brasileiras /descendentes, evitando vínculo com partidos políticos.
  2. Com base na Convenção Interamericana Contra o Racismo, a Discriminação racial e Formas correlatas de Intolerância, a EDUCAFRO iniciará uma campanha convidando as prefeituras de seu município a colocarem em prática e alinharem suas metas com a Convenção. Nosso principal foco neste primeiro momento será a adoção de ações afirmativas através das políticas de cotas. Cabe aos núcleos de cada local/estado acompanhar o retorno deste incentivo da EDUCAFRO Brasil em seu município. Acompanhamento com responsabilidade para o bem-estar social  por parte de cada articulação da EDUCAFRO local.

 

8 – Cabe à sede Nacional:

  1. Criar, no site nacional, o subdomínio para o desenvolvimento do site de cada estado.
  2. Dar assessoria às coordenações provisórias estaduais em vista do seu fortalecimento.
  3. Receber das comissões provisórias os contatos de possíveis parcerias com universidades e faculdades e enviar as cartas padrões com a assinatura do Diretor Nacional.
  4. Trabalhar para criar uma metodologia de contribuição financeira dos associados, de modo que uma porcentagem fique em cada estado.
  5. Criar um sistema para ajudar cada estado a gerir suas finanças com transparência fazendo excelente uso do dinheiro provindo das contribuições dos associados de cada estado.
  6. Criar um e-mail institucional para cada estado. Exemplo: bahia@educafro.org.br Os membros da coordenação estadual provisória terão acesso à mesma senha.
  7. Observar o perfil de quais candidatos irão apoiar as nossas causas na Câmara Municipal, estadual, federal ou Senado.
  8. Averiguar quais candidatos negros de sua região estão disponíveis para debates a favor de nossas pautas e envolve-los nas lutas.
  9. Solicitar aos coordenadores de cada estado suas demandas, ou seja, o que os seus municípios precisam para melhorar seu desempenho.
  10. Garantir que as demandas da EDUCAFRO nacional sejam replicadas nos Estados.

9 – Bolsas atualmente disponíveis para todo o Brasil:

a - Cursinho Pré-vestibular online, EDUCAFRO Brasil-ICL,

b – ICL (mais de 100 cursos),

c – Insper (preparatório com bolsas dinâmicas; bolsas graduação; bolsas pós e bolsas mestrado),

d – Preparatório para o concurso da Magistratura,

e – Educafro Tech (com bolsas de R$100,00 para 5 breves cursos)

f – Preparatório para o concurso do MPF (Ministério Público Federal)

g – Preparatório para concursos que dependem do certificado da ANPAD (Associação Nacional de pós-graduação e pesquisa em Administração)

h – Preparatórios para concursos públicos a nível fundamental, médio e superior.

i – Preparatórios para exames da OAB (Ordem dos advogados do Brasil), em suas várias fases.

j – Bolsas de graduação para ingressar em várias universidades do Brasil.

 

10 – Casos de racismo e violência policial:

a - A EDUCAFRO Brasil possui o seu escritório nacional de advocacia composto por uma equipe de advogad@s para atender a essas demandas.

b – O escritório fará a triagem e definirá quais demandas a entidade é aconselhada a assumir e quais demandas devem ser encaminhadas para as defensorias estaduais ou defensoria da união.

c – Nossa prioridade absoluta serão as demandas comunitárias que são transformadas em ações coletivas em prol dos afro-brasileiros. Entendemos que as demandas individuais são focos/missão das defensorias.

11– Outras propostas das regiões:

A -

B -

C -

 

 

III - CONCLUSÃO

Um tempo novo está chegando! Vamos testar o quanto cada membro da Escola de Líderes está entendendo sua missão! Esse texto foi lançado no dia 13 de dezembro de 2021 e, sempre que necessário, será debatido em reunião com o Frei e todos os membros da Escola de Líderes. São convidadas para essa reunião pessoas interessadas que estão nos grupos de todos os estados. Os membros da Escola de Líderes da EDUCAFRO têm a missão de estimular a participação do maior número de pessoas de cada estado. Essas reuniões ocorrerão com o intuito de aprofundar com os estados o futuro que está sendo projetado. O link para acesso ao texto ficará disponível na descrição dos grupos de cada estado.

Estamos cheios de boas expectativas!

Para todas as oportunidades acesse: allmylinks.com/educafro


Primeira Reunião geral da Educafro Rio, quarta-feira 12/01/2022 às 14h45min.

Primeira Reunião geral da Educafro Rio, quarta-feira 12/01/2022 às 14h45min.

 

🔊 Estamos de volta

Primeira Reunião geral da Educafro Rio, quarta-feira 12/01/2022 às 14h45min.
Acesso via Microsoft Teams pelo link: https://bit.ly/3nd8jKk

Local: Igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito dos Homens Pretos
Rua Uruguaiana 77 - Centro
(Próximo ao metrô Uruguaiana)

🎓 Orientação para bolsas de ensino:

📚 Fundamental
📚 Médio

🎓 Inscrições para concorrer a bolsa de estudos 100% para Metodista

🎓 Inscrições para concorrer a bolsa de estudos 100% para USF

🎓 Inscrições para concorrer a bolsa de estudos 100% para Impacta

🎓 Inscrições para concorrer a bolsa de estudos 100% para Insper

🎓 Inscrições para concorrer a bolsa de estudos 100% para FACHA

🎓 Inscrições para concorrer a bolsa de estudos 100% para Mackenzie

🎓 Inscrições para concorrer a bolsa de estudos para Estácio

🎓 Preparatório para Mestrado/Doutorado

📙 Inscrição para o pré vestibular comunitário 2022

👩🏽‍⚕👨🏿‍⚕ Informações sobre bolsas especiais para Medicina

🖥 Seleção para EducafroTech

👫🏿 Escola de Líderes EDUCAFRO Brasil 2022

🙋🏿‍♂ Bolsas Internacionais

🙎🏽‍♀ Cursos de Idiomas: Inglês, Francês, Espanhol, Italiano, Alemão e Português para Concursos.

🧑🏾 Encaminhamento para Jovem Aprendiz

⏲ Cadastro de currículo para vagas de emprego.

🎭 Distribuição de ingressos de peças teatrais através REDE

🙋🏾‍♂🙋🏽‍♀ Seja voluntária (o)

Vagas para atuar na coordenação ou lecionando em um dos nossos polos

Atenção

Devido os protocolos de vigilância sanitária a reunião será híbrida, o acesso presencial estará restrito a 10 pessoas por ordem de chegada, os demais deverão acompanhar através das plataformas Microsoft Teams e YouTube.
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A história afirmativa das cotas 20 anos depois

A história afirmativa das cotas 20 anos depois

A construção de políticas públicas antirracistas no Brasil insere-se num contexto de lutas que paulatinamente fazem com que as desigualdades raciais se tornem um desafio para o Estado

FD Frei David Santos - Teólogo; diretor-executivo da ONG Educafro
RF Renato Ferreira - Advogado e mestre em Políticas Públicas
postado em 01/01/2022 00:01 / atualizado em 01/01/2022 14:36

 

 (crédito: Caio Gomez)
(crédito: Caio Gomez)

No ano de 2001, vivíamos o limiar de transformações sociais importantes por conta da entrada em vigor de uma lei que instituiu o sistema de cotas raciais nas universidades estaduais do Rio de Janeiro. Há nessa história muitos significados. Destacamos alguns. Com as cotas, pela primeira vez, estudantes negros ingressariam de forma significativa no ensino superior, mormente em cursos mais elitistas como direito, medicina e engenharia. Além de tornarem mais democrático o acesso às instituições, as cotas começariam a trazer novo desafio para as políticas públicas brasileiras.

A construção de políticas públicas antirracistas no Brasil insere-se num contexto de lutas que paulatinamente fazem com que as desigualdades raciais se tornem um desafio para o Estado. Nesse contexto, nas últimas décadas, leis foram produzidas, políticas de promoção da igualdade foram criadas e o Supremo Tribunal Federal legitimou esse processo garantindo a constitucionalidade das políticas de cotas. Mas, após 20 anos de todas as tensões que agitaram o início desse período de inclusão racial nas universidades do Rio de Janeiro, o que nos cabe dizer?

Ganhamos todos. É num contexto de avanços democráticos antirracistas que devemos assentar os desdobramentos trazidos pelas politicas de cotas. Os opositores, de um modo geral, foram silenciados pelo próprio caráter inclusivo, redistributivo e democrático que essas políticas trouxeram.

Há problemas? Sim. Fraudes ou tentativas, falta de recursos, um monitoramento mais preciso dos impactos das políticas por todo o país, além de uma articulação entre as instituições e as empresas para otimizar a promoção de talentos ávidos por mais oportunidades. Como em toda política contra-hegemônica que — para se consolidar, sujeita-se aos mais variados tipos de desafios institucionais — o sistema de cotas precisa e pode ser sempre aprimorado.

Os dados que chegam demonstram avanços significativos quanto ao aumento de afrobrasileiros nas universidades. As pesquisas apontam que a população negra, de um modo geral, goza de melhores índices educacionais, mas ainda se mantém atrás da população branca. Nesse sentido, a experiência bem-sucedida das cotas revelou a necessidade de construirmos um sistema de ações afirmativas que contemple um feixe de medidas que vão desde estimular estudantes pobres e negros a ingressarem na graduação, até a pós-graduação e inclusão no mercado de trabalho. Mas quem frequentou as universidades antes das ações afirmativas e volta por lá hoje surpreende-se com o alunado que anda pelos câmpus. O corpo discente está cada vez mais em sintonia com a diversidade que encontramos na sociedade brasileira.

Podemos dizer que as políticas de ação afirmativa deram certo e se estabilizaram de modo inexorável. Esse fato convida-nos a refletir sobre muitos dos desdobramentos positivos. As cotas para pessoas negras, em especial, marcam o fim da ilusão da democracia racial na educação, democratizam um dos espaços mais importantes para a reprodução do poder e do saber, estimulam nossa juventude a vencer na vida por meio do acesso ao conhecimento crítico, contribuem para diversificar nossas elites e ajudam a transformar a vida de milhares de pessoas.

Esse processo, ainda em curso, não está mais relacionado somente à graduação. As cotas são medidas poderosas e foram adotadas em mestrados, doutorados, concursos públicos federais, em muitos estaduais e municipais. Em relação ao mercado de trabalho, elas estão desafiando o silêncio corporativo dos que ainda, equivocadamente, pensam que pode haver compatibilidade entre democracia e desigualdade racial.

Com as cotas, a democratização que o antirracismo promove criou instituições mais justas. Uma verdadeira transformação social vem se consolidando, apesar de todo o retrocesso dos últimos anos.

O Brasil precisa cada vez mais reconhecer para libertar. Consignar o consenso de que estudantes negros e pobres, com o instrumento das cotas, estão mudando a universidade para melhor, e desse modo transformando o país. As ações afirmativas são uma realidade, um fato social potente e democrático, que se desenvolve em diversas áreas, fomentando a cidadania e tornando possível o que antes delas era impensável.

Fonte: As cotas raciais 20 anos depois (correiobraziliense.com.br)


PROTOCOLO PARA A MELHORIA OU IMPLANTAÇÃO DA EDUCAFRO BRASIL

PROTOCOLO PARA A MELHORIA OU IMPLANTAÇÃO
DA EDUCAFRO BRASIL
UNIDADES LOCAIS, MUNICIPAIS, REGIONAIS OU ESTADUAIS

 

I - INTRODUÇÃO
Esse texto está em construção. Essa é a 6 versão e faremos quantas forem necessárias até chegarmos a envolvermos todos os estados nessa reformatação da EDUCAFRO Brasil. O método Paulo Freire, seguido pela EDUCAFRO, dá esse direcionamento: aprender fazendo! Esse método pedagógico tem seu complemento com o método das CEBs: VER, JULGAR, AGIR, AVALIAR, CELEBRAR. Temos um foco: fortalecer as conquistas do povo afro e desse foco não abriremos mão!

II - DESENVOLVIMENTO
1 – A pandemia fez todas as instituições se redefinirem, no seu modo de se organizar e operacionalizar suas atividades. As instituições sociais que não fizeram isso, estão, agora, na UTI ou já morreram. A EDUCAFRO BRASIL, há três anos sentiu um forte clima de mudanças no ar e lançou um movimento chamado de REFUNDAÇÃO DA EDUCAFRO. Agora, com a pandemia, os princípios dessa refundação foram realinhados e estamos também fazendo a EDUCAFRO se organizar prioritariamente online.
Para canções novas, ouvidos novos. Já orientava e orienta um ditado popular africano. Trabalhos online exige ouvidos novos para entender e se adaptar às novas exigências da articulação.

2 – Esse protocolo que entra em vigor em 1º de janeiro de 2022, define que a EDUCAFRO, em cada estado, deve ir se (re)organizando só online, seguindo os estatutos nacionais, zelando pelo bom conceito construído por todos que passaram por ela antes de nós e com seu CNPJ forte, único para todo o Brasil. A autorização para uso é restrita à diretoria, para servir a qualquer parte do Brasil. Vamos ouvir, avaliar e dar vigor às propostas locais, regionais e de cada estado, para ajudar no empoderamento do povo afro-brasileiro, via EDUCAFRO. Vamos nos fortalecer mutuamente! Essa é uma fase muito rica, de construção, com a ousadia de usar as ferramentas do mundo jurídico, sem abrir mãos de especificidades experimentadas ao longo desses 40 anos e que deram excelentes resultados.

3 – Mais de 80% das oportunidades e demandas que chegam para o povo da EDUCAFRO Brasil, são amplas e atendem às necessidades dos afro-brasileiros de todo o território nacional. Motivaremos para que as lideranças de cada estado ou locais façam um eficiente trabalho, divulgando as oportunidades, adaptando as peças de divulgações aos estilos de cada estado e assim as oportunidades serão procuradas por afro-brasileiros de todo Brasil, saindo do eixo Rio – São Paulo. Queremos mudar essa realidade. Essa mudança só acontecerá se as lideranças de cada estado derem prioridade para se organizarem com intensidade e foco, colocando o empoderamento do povo afro na frente de seus problemas e desafios pessoais, por maiores que sejam os problemas de cada um.

4 – Inicialmente iremos escolher 7 pessoas para formar a comissão estadual ou local, provisória. Em um segundo momento iremos manter na comissão provisória as 3 pessoas mais eficientes, com a habilidades de captar e atrair benefícios para os afros e despertar mais pessoas, negras ou não, de seu estado, para investirem no empoderamento da comunidade afro-brasileira, especificamente em seu estado. Ao mesmo tempo iremos observando e chamando outras para recomporem a comissão de 7 pessoas. Por mais que o critério de representatividade sejam interessantes, a EDUCAFRO Brasil vai priorizar, radicalmente o critério da dedicação à causa.
• Obs.: FRANQUIA SOCIAL: Após o período inicial de reimplantação, deveremos elaborar uma carta orientativa transformando a EDUCAFRO Brasil, numa franquia social nacional. Para isso, será necessária uma formatação intuitiva e jurídica (nossa meta é que essa transformação seja um grande passo que irá fazer gerar empregos e um novo conceito de movimento social no Brasil). Quando? Assim que a maioria dos estados avançarem na reorganização atual e no entendimento do que é FRANQUIA SOCIAL. Iremos organizar reuniões online para ajudar a todos estarem na mesma sintonia colaborativa. Uma das riquezas da franquia social é adaptar para a rede nacional as excelentes experiencias locais.

5 – Nesse primeiro momento a EDUCAFRO Brasil vai se pautar pela eficiência no servir aos seus irm@s afro-brasileir@s, sem se preocupar com estrutura física ou de poder. O binômio intuição X instituição, optando mais pelo primeiro, será a grande luz para fazer os avanços acontecerem. Um dos princípios básicos dessa fase é o de colocar em prática a intuição que consiste na força de cada um, em colocar o máximo de sua energia na causa do povo afro. A instituição, através de sua mantenedora está aí para não deixar que essa corrente do bem venha a perder o foco. A intuição em cada estado mal assimilada, pode gerar a perda de foco e dar asas às vaidades pessoais. Fazer o máximo pelo povo afro do seu estado, esquecendo-se de si é uma das melhores formas de provar que está em sintonia com a energia criadora do mundo que quer ver o nosso povo afro levantar a cabeça e reconquistar seus direitos.
Como está no título, essa é uma carta de princípios. Outros documentos/regramentos serão construídos para dar eficiência ao fazer em cada estado. Mas o fundamental é essa fase, onde queremos detectar boas e eficientes lideranças em cada estado.

6 – A EDUCAFRO Brasil, sede nacional, sempre trabalhará para todos os afros de todos os estados do Brasil, associados legalmente à EDUCAFRO. As coordenações provisórias de cada estado podem, em sintonia e autorização da nacional, avançar com parcerias locais que beneficiam os associados locais. Podem, também, trazer parcerias que beneficiam o conjunto do Brasil, seguindo as orientações e os procedimentos da sede Nacional.

7 – Cabe às parcerias Estaduais ou locais:
a. Replicar, com um estilo e linguagem local, as demandas e oportunidades que chegam à sede nacional, em vista do fortalecimento da rede EDUCAFRO, nos locias/estados.
b. Trabalhar para expandir a quantidade de associados em cada estado.
c. Buscar, convidar e motivar os associados que residem em seu estado e que já estão recebendo benefícios da sede nacional a se engajarem com garra, respeitando todas as normas da LGPD.
d. Ter consciência de que existe um único banco de cadastro da EDUCAFRO em nível nacional e a coordenação de cada local/estado terá acesso somente aos associados de seu local/estado, estando vedado acesso aos dados de associados de outros estados.
e. Conquistar novos voluntários para o desenvolvimento dos trabalhos em cada local/estado.
f. Em cada local/estado, abrir o máximo de núcleos/grupos EDUCAFRO, (pré-vestibular; núcleos jurídicos, EDUCAFRO tech; núcleo político partidário; núcleo de conquistas por políticas públicas, grupos de psicólogos negros, etc.). Isso deve acontecer em cidades, municípios e bairros, em função do despertar dos afros para o empoderamento do nosso povo.
g. Adaptar cada demanda que a Educafro Nacional apresentar à realidade do seu Estado criando folders dentro dos parâmetros da sede nacional (produzidos pela Escola de líderes), mantendo o princípio da instituição.
I- Os núcleos também devem ter iniciativa de produzir as próprias artes denunciando tanto questões de preconceito, violência e discriminação racial.

h. Atrair advoga@s locais para serem bons voluntários, negr@s e branc@s, em vista de ajudar a EDUCAFRO Brasil a radicalizar positivamente na judicialização de muitos casos de racismo, praticados contra o povo afro-brasileiro em cada local/estado, conquistando indenizações coletivas, em função da gravidade do racismo.
i. Atrair psicólog@s negr@s e branc@s em vista de se implementar um excelente trabalho de atendimento ao povo afro, vítima dos traumas gerados pelo racismo estrutural, institucional e individual.
j. Incentivar as pessoas de seus estados a serem um observatório vivo, levantando pautas como preconceito, racismo e violência, bem como orientá-los a fazer um encaminhamento imediato para o e-mail jurídico@educafro.org.br referente a todas as denúncias. Fundamental dar ênfase para pautas positivas, como empregabilidade.
k. Averiguar as fraudes nas Universidades e Concursos Públicos em seus Municípios. Em caso do não cumprimento, por parte das instituições, conforme as respectivas leis 12.990 de 2014 e 12.711 de 2012, adaptar a carta padrão e encaminhá-la ao Ministério Público estadual, denunciando e solicitando medidas a favor da causa.
l. Fazer com que, o máximo possível de afros de seu estado, sejam beneficiados por conquistas das parcerias nacionais. Evitar-se-á definir quantidade de oportunidades por estado, numa primeira etapa. A quantidade de beneficiários de cada estado será um resultado da garra por inclusão, fruto do trabalho da coordenação do seu estado.
m. Cada núcleo deve incentivar e acompanhar seus membros para que o povo negro ocupe principalmente as vagas ociosas nas universidades públicas e Institutos Federais de qualquer estado do Brasil, com bolsa moradia e alimentação, nem que a entidade tenha que abrir mandados de seguranças. Só depois gastar energias com vagas em faculdades particulares. O problema é que elas começam com bolsas boas e, a cada semestres vão mudando para pior. Isso não acontece com as universidades públicas.
I- Incentivar a ocupação das vagas por meio das cotas sócio raciais;
II- A entidade possui mecanismos jurídicos de segurança que podem auxiliar na busca de garantias de moradia, alimentação ou auxílio permanência para todos os estudantes que ingressarem em universidades públicas.
n. Auxiliar a Educafro no mapeamento e na escolha de institutos federais ou universidades públicas, para traçar um plano estratégico de imersão do povo negro e baixa renda através das vagas ociosas.
o. Apresentar à sede nacional contatos dos responsáveis por possíveis universidades e faculdades, de qualidade, de seu estado, em vista de se conseguir bolsas de estudo e outros benefícios para os associados. Qualquer pessoa associada de outros estados, assim querendo e tendo estrutura pessoal de apoio, pode concorrer às bolsas e oportunidades de qualquer estado.
I- A tendência dos estados é manter a lógica anterior da Educafro de investir em conquistar bolsas em universidades particulares, pois entendemos que tais instituições respeitam os horários de atividade acadêmica escolhido pelo estudante no momento do processo seletivo e de matrícula. De modo a ser garantido a possibilidade de trabalho, sem que haja empecilhos acadêmicos. Assim, é importante que os estados continuem a divulgar as bolsas disponíveis em universidades particulares, sem deixar de priorizar as públicas.
p. Criar núcleos presenciais da EDUCAFRO Tech em vista de incluir o povo afro no mundo da tecnologia divulgando frequentemente e possibilitando o crescimento tecnológico, a fim de garantir a empregabilidade do maior número de irmãos.
q. Potencializar o aumento do índice de empregabilidade afro, no seu estado, através de reuniões com empresas, potenciais contratantes com foco na diversidade e fazer a divulgação de vagas de empregos.
I- Incentivar a disputa a ocupação de vagas de empregos online, home office, como nova forma de empoderamento e garantindo a sua presença na formação dos filhos.
r. Promover ações para a inclusão do negro nas grandes empresas de seu estado. Assim, cabe aos responsáveis buscar as empresas mais importantes de seus estados e solicitar que recebam em reunião, o diretor executivo da Educafro brasil para pensarmos possíveis parcerias em busca de promover a inclusão e diversidade negra nesses espaços de trabalho.
s. Organizar debates políticos com candidatos negros de todos os partidos, presentes no seu município e nos estados de modo a promover discussões que considerem as pautas da população afro, evitando vínculo com partidos políticos.
t. Com base na Convenção Interamericana Contra o Racismo, a Discriminação racial e Formas correlatas de Intolerância, a Educafro iniciará uma campanha convidando as prefeituras de seu município a colocarem em prática e alinharem suas metas com as da Convenção, sendo a adoção de ações afirmativas através da políticas de cotas nosso principal foco neste primeiro momento. Cabe ao núcleo de cada local/estado acompanhar o retorno desta pressão da EDUCAFRO Brasil em seu município. Queremos um forte acompanhamento e pressão por parte de cada articulação da EDUCAFRO local.

8 – Cabe à sede Nacional:
a. Criar, no site nacional, o subdomínio para o desenvolvimento do site de cada estado.
b. Dar assessoria às coordenações provisórias estaduais em vista do seu fortalecimento.
c. Receber das comissões provisórias os contatos de possíveis parcerias com universidades e faculdades e enviar as cartas padrões com a assinatura do Diretor Nacional.
d. Trabalhar para criar uma metodologia de contribuição financeira dos associados, de modo que uma porcentagem fique em cada estado.
e. Criar um sistema para ajudar cada estado a gerir suas finanças com transparência fazendo excelente uso do dinheiro provindo das contribuições dos associados de cada estado.
f. Criar um e-mail institucional para cada estado. Exemplo: bahia@educafro.org.br Os membros da coordenação estadual provisória terão acesso à mesma senha.
g. Observar o perfil de quais candidatos irão apoiar as nossas causas na Câmara Municipal, estadual, federal ou Senado.
h. Averiguar quais candidatos negros de sua região estão disponíveis para debates a favor de nossa pautas e envolve-los nas lutas.
i. Solicitar aos coordenadores de cada estado suas demandas, ou seja, o que aquele município precisam para melhorar seus desempenhos.
j. Garantir que as demandas da Educafro Nacional sejam replicadas nos Estados.
9 – Bolsas atualmente disponíveis para todo o Brasil:
a - Cursinho Popular,
b - ICL,
c - Insper,
d - Magistratura,
e – Educafro Tech
f – MPF
g – ANAD
h – Preparatório para Concursos FMB
i – Preparatório para as provas da OAB
j – Metodista

9 – Casos de racismo e violência policial:
a - A EDUCAFRO Brasil possui o seu escritório nacional de advocacia para atender a essas demandas.
b – O escritório fará a triagem e definirá quais demandas a entidade é aconselhada a assumir e quais demandas devem ser encaminhadas para as defensorias estaduais ou defensoria da união.
c – Nossa prioridade absoluta serão as demandas comunitárias. Demandas individuais não são o foco da entidade e sim das defensorias.
10 – Outras propostas das regiões:
A -
B -
C -

III - CONCLUSÃO
Um tempo novo está chegando! Vamos testar o quanto cada membro da Escola de Líderes está entendendo sua missão! Esse texto está sendo lançado hoje, dia 13 de dezembro e será debatido numa reunião, com o Frei e todos os membros da Escola no dia 18/12 às 14 horas. São convidadas para essa reunião pessoas interessadas que estão nos grupos de todos os estados. Os membros da Escola de Líderes da EDUCAFRO têm a missão de estimular a participação do maior número de pessoas de cada estado. Essa primeira reunião será para aprofundar com os estados o futuro que está sendo projetado e de hoje, 12/12 a 18/12, caberá à Escola de Líderes motivar as bases. Esse texto deve ser discutido em todos os grupos em cada estado. Estamos cheios de boas expectativas!
Até lá!

 


educafro-sao-paulo-quem-somos-fachada-2019

Edital ESCOLA DE LÍDERES EDUCAFRO 2022

Edital ESCOLA DE LÍDERES EDUCAFRO 2022

Abaixo segue o edital para a ESCOLA DE LÍDERES EDUCAFRO 2022

 

EDUCAFRO, representada por sua Mantenedora, FAECIDH – Francisco de Assis, Educação,
Cidadania, Inclusão e Direitos Humanos, pessoa jurídica de direito privado sem fins
econômicos, sediada à Rua Riachuelo, 342, CEP 01007-000, São Paulo - SP, CNPJ
10.621.636.0001-04, reconhecida como organização da sociedade civil brasileira pela
Organização dos Estados Americanos – OEA, através do ato CER/DIA/537 de 15/11/2011,
neste ato representado pelo seu Diretor Presidente Frei David Santos OFM, torna público o
Edital ESCOLA DE LÍDERES EDUCAFRO 2022 que entra em vigor no dia 25 de dezembro
de 2021.

“Deve-se amar com ações, e não com as palavras. As palavras são levadas
pelo vento! Hoje estão, amanhã não estão. Deve-se perceber que é mais
importante dar do que receber. Quem ama dá coisas, dá a vida, dá a si
mesmo a Deus e aos outros. Ao contrário, quem não ama, quem é egoísta,
sempre procura receber, sempre busca ter coisas, levar vantagem.”
Papa Francisco - 2013

1. DISPOSIÇÕES GERAIS

1.1 O presente Edital estabelece normas, critérios e etapas para o processo seletivo e
matrícula na ESCOLA DE LÍDERES EDUCAFRO 2022, daqui em diante denominada
ESCOLA DE LÍDERES.

1.2 Ao inscrever-se no processo seletivo para a ESCOLA DE LÍDERES, cada participante
aceita e concorda com as normas dispostas no presente documento.

1.3. Será de responsabilidade de cada participante acompanhar eventuais alterações e
atualizações ao Edital, divulgados em www.educafro.org.br e/ou quaisquer outras mídias
físicas ou eletrônicas usadas pela instituição (email, whatsapp, mídias sociais, impressos).

 

2. A ESCOLA DE LÍDERES EDUCAFRO

2.1. A ESCOLA DE LÍDERES busca:

2.1.1 Contribuir na estruturação de respostas a antigos problemas e às novas demandas
próprias da sociedade da informação, voltada para o mundo afro;

2.1.2 Valorizar conhecimentos prévios e oferecer renovados saberes, transformando
capacidades potenciais em habilidades e competências;

2.1.3 Despertar, nos participantes, vocações para a liderança em diversos ambientes sociais,
contra o racismo e em prol da igualdade racial, com ampliação de oportunidades à população
pobre, em geral, e à afro-brasileira, em particular, articulando sua ação social à educação, à
arte, à cultura, ao meio ambiente e à política, sem se limitar a estes ambientes, nos âmbitos
público e no privado; e

2.1.4 Proporcionar e reunir, em cada participante, a competência técnica e o compromisso
sócio-político necessários a um processo emancipador e colaborativo com a causa do povo
afro-brasileiro.

 

3. QUEM PODE PARTICIPAR

3.1 A ESCOLA DE LÍDERES tem como foco a juventude da comunidade afro-brasileira e
investe na formação de quem demonstra ter potencial e disposição para lutar por sua própria
formação e carreira e, ao mesmo tempo, queira e possa doar-se às causas da comunidade
afrodescendente, emprestando voz, potencial e formação a quem não tem direito e espaço
de fala.

3.2 São exigências aos candidat@s:

3.2.1 Ser pessoa afro-brasileira e residente em qualquer região do Brasil;

3.2.2 Ter idade de 22 anos a 30 anos;

3.2.3 Ter concluído o ensino técnico ou superior;

3.2.3.1 Quem estiver cursando o ensino superior, dada a estrutura da ESCOLA DE LÍDERES,
deverá pausar seus estudos ao longo do período de formação na ESCOLA DE LÍDERES;

3.2.4 Não ter qualquer pessoa que dependa financeiramente de si;

3.2.5 Não buscar para si, nesse período, oportunidades para além da formação que receberá
na ESCOLA DE LÍDERES. Ou seja: a pessoa vai divulgar nas redes dezenas de
oportunidades, mas terá que focar só na vitória dos outros;

3.2.6 Dedicar-se em tempo integral à formação da ESCOLA DE LÍDERES, por 12 meses;

3.2.7 Estar disponível para residir na Sede da EDUCAFRO, no Centro da Cidade de São
Paulo, por esse período;

 

4. CRITÉRIOS DE SELEÇÃO

4.1 Equilíbrio entre participantes de diferentes regiões do Brasil;

4.2 Participação e engajamento em lutas sociais;

4.3 Entrega do curriculum vitae e histórico escolar;

4.4 Provas e entrevistas;

4.5 Envio de vídeo com 2 minutos dizendo porquê se sente capacitado/a para esse serviço
ao povo negro; e

4.6 Outras atividades propostas pela comissão avaliadora.

 

5. METODOLOGIA

5.1 A formação da ESCOLA DE LÍDERES terá 12 meses, em dedicação integral e exclusiva;

5.2 Visando o desenvolvimento de conhecimentos, habilidades e competências
comunicativas, econômicas, políticas, sociológicas e cidadãs, haverá aulas, palestras,
seminários, cursos, elaboração e implementação de projetos, atendimento ao público e
outras.

5.3 Participação e experiências nas diferentes áreas/projetos da EDUCAFRO e, se
necessário, em regime de rotação de atividades e espaços.

5.4 O(s) grupo(s) em formação contarão com mentoria quanto ao desenvolvimento pessoal,
humano, técnico e ético.

 

6. BENEFÍCIOS

6.1 Formação política e crítica;

6.2 Moradia e alimentação completa (café da manhã, almoço e jantar).

6.3 Bolsa Moeda Dedicação (BMD) com valor de R$ 500,00 e, em função de sua dedicação,
poderá receber pontuação que permitirá que a bolsa chegue até a R$ 1.000,00 para seu uso
pessoal.

6.3.1 A BMD pode variar em seu valor, de 500 a zero, de acordo com a avaliação da equipe
de coordenação. Será avaliada a sua participação nas atividades ao longo de cada mês;

6.3.2 Critérios de prioridade para a concessão da bolsa a que enfrentar situação de maior
vulnerabilidade social poderão ser aplicados. Quem estiver financeiramente tranquilo, deverá
abrir mão destas duas bolsas;

6.4 Após 12 meses, a EDUCAFRO lutará por oportunidades e empregos aos jovens líderes,
concluintes da formação.

6.5 Os (as) participantes da 11ª Escola de Líderes serão certificados (as) ao término de sua
participação.

7. INSCRIÇÕES E MATRÍCULA

7.1 A inscrição se dará exclusivamente via Formulário de Inscrição no link, de 25/12 a 07 de
janeiro de 2022.

7.2 Ao matricular-se, @ candidat@ declara aceitar todas as normas e a metodologia de
trabalho da ESCOLA DE LÍDERES EDUCAFRO, contida neste edital, no Estatuto da
EDUCAFRO (em www.educafro.org.br) e orientações e determinações da instituição,
professores e coordenação do curso.

8. COMPROMISSO COM A EDUCAFRO

8.1 O investimento da EDUCAFRO em cada pessoa na ESCOLA DE LÍDERES, desde
moradia a computador, soma-se a aproximadamente seis mil reais por mês e objetiva
despertar potenciais em cada um. Amadurecerão suas vocações na luta pelo empoderamento
da comunidade afro-brasileira e espera-se que, apenas pessoas totalmente comprometidas
com essa causa se inscrevam. Mensalmente terá reunião de avaliação e @s que não
atingirem o mínimo desejado, serão dispensad@s.

8.2 Após a realização da formação, cada alun@ se compromete a atuar em benefício do povo
afro-brasileiro, via EDUCAFRO, doando parte de seu tempo aos diferentes projetos da
Educafro e 3% de seu futuro salário, por no mínimo, 12 meses, ajudando a EDUCAFRO a
investir em outras pessoas afro-brasileir@s pobres.

9. DISPOSIÇÕES FINAIS

9.1 Casos excepcionais ou não previstos neste Edital serão analisados pela diretoria da
EDUCAFRO.
O presente Edital entra em vigor na data de sua publicação, retroagindo a 25 de dezembro
de 2021. Revogam-se as disposições em contrário.

São Paulo - SP, 25 de dezembro de 2021.

Frei David Santos OFM - Diretor Executivo

Segue link para inscrição na Escola de Líderes EDUCAFRO 2022: ESCOLA DE LÍDERES EDUCAFRO 2022 (google.com)


EDUCAFRO e Centro Santo Dias pedem 'reparação por dano moral coletivo' contra a população negra pelo que classificaram como caso de 'racismo estrutural e institucional'

EDUCAFRO e Centro Santo Dias pedem 'reparação por dano moral coletivo' contra a população negra pelo que classificaram como caso de 'racismo estrutural e institucional'

As associações Educação e Cidadania de Afrodescendentes e Carentes (Educafro) e o Centro Santo Dias de Direitos Humanos da Arquidiocese de São Paulo entraram na semana passada com uma ação civil pública na Justiça contra o governo de São Paulo no caso do jovem negro que foi algemado e puxado por um policial militar em uma moto na capital paulista, no último dia 30 de novembro.

O caso veio à tona depois que testemunhas filmaram Jhonny Ítalo da Silva, de 18 anos, sendo detido de maneira irregular pelo cabo Jocélio Almeida de Souza da Polícia Militar (PM) na Avenida Professor Luiz Ignácio de Anhaia Mello, na Vila Prudente, Zona Leste. O vídeo viralizou nas redes sociais.


EDUCAFRO assume o compromisso contra a violência policial e o racismo institucional

A EDUCAFRO assume o compromisso contra a violência policial e o racismo institucional

Os movimentos negros e as articulações, como a Frente Nacional Antirracista, vivem um novo e positivo momento: *estão ampliando os métodos de cobrar do Estado, pelos seus erros contra a população negra.

Os poderes executivo, legislativo e judiciário, precisam fazer cursos de letramento racial.

Além de continuar com passeatas, cartas abertas, abaixo assinados, colocamos em prática este forte instrumento, chamado de mandato coletivo.

Ele é apropriado para combater os erros da iniciativa privada - que causa o racismo estrutural - e os erros da iniciativa pública, através das ofensas de seus agentes, como os maus policiais, etc..

Nossa ação coletiva contra o Governador de São Paulo quer se repetir contra os governadores dos 5 estados que mais matam jovens negros. exterminam nossos irmãos negros. Assim como os políticos brancos, altamente ladrões, ao serem detidos são bem tratados pelos policiais e tem direito a todo ritual do processo legal, queremos o mesmo para nossos irmãos negros que erram.

Tratar bem os ladrões branco e tratar com violência um os ladrões negros, isso tem um nome: RACISMO ESTRUTURAL.

VAMOS ATACAR, COM GARRA TODAS AS ATITUDES DE RACISMO ESTRUTURAL DOS PODERES DE ESTADO. É NOSSA DECISÃO.


Frei David participou do Tribunal do Genocídio da PUC-SP no qual o presidente Jair Bolsonaro foi condenado a 78 anos em julgamento simbólico

Frei David participou do Tribunal do Genocídio da PUC-SP no qual o presidente Jair Bolsonaro foi condenado a 78 anos em julgamento simbólico

 

Trecho da fala de Frei David durante o julgamento simbólico no Tribunal do Genocídio da PUC-SP:
“Seria possível evitar 400 mil mortes. Bolsonaro é culpado quantas pesquisas mostram e provam que a grande maioria dos mortos na pandemia eram afro-brasileiros. Bolsonaro é culpado. Por causa da pandemia mais de 30 % dos cotistas das universidades federais foram obrigados a abandonar suas vagas. Isso eu não aceito, quem vai pagar por isso. Que seja condenado sim, o presidente da República e do salário dele seja tirado a pensão de um salário mínimo das vítimas da Covid até completarem 21 anos. É chamado de racismo estrutural, um genocídio. Foi desmontado em 100% o plano nacional de defesa da saúde da população negra. Os afro-brasileiros da EDUCAFRO Mais de 80% perderam suas vagas nas universidades particulares por causa do desemprego nesse governo. E quem vai pagar por isso, tem culpado e não podemos ser omissos”.
Frei David

 

Links:
https://www.youtube.com/watch?v=Da66VRcQleg
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/tribunal-genocidio-puc-bolsonaro/


A história afirmativa das cotas 20 anos depois

A história afirmativa das cotas 20 anos depois

 

Por Frei David Santos e Renato Ferreira*

No ano de 2001 vivíamos o limiar de transformações sociais importantes por conta da entrada em vigor de uma lei que instituiu o sistema de cotas raciais nas universidades estaduais do Rio de Janeiro. Há, nesta história, muitos significados, mas destacamos alguns. Com as cotas, pela primeira vez estudantes negros ingressariam de forma significativa no ensino superior, mormente em cursos mais elitistas como Direito, Medicina, Engenharia, etc. Além de tornarem mais democrático o acesso às instituições, as cotas também começariam a trazer um novo desafio para as políticas públicas brasileiras.

Foto: Joshua Mcknight

A construção de políticas públicas antirracistas no Brasil se insere num contexto de lutas que paulatinamente fazem com que as desigualdades raciais se tornem um desafio para o Estado Brasileiro. Neste contexto, nas últimas décadas, leis foram produzidas, políticas de promoção da igualdade foram criadas e o Supremo Tribunal Federal legitimou esse processo garantindo a constitucionalidade das políticas de cotas. Mas vinte anos depois de todas aquelas tensões que embalaram o início deste período de inclusão racial nas universidades do Rio de Janeiro, o que nos cabe dizer?

Ganhamos todos! É num contexto de avanços democráticos antirracistas que devemos assentar os desdobramentos trazidos pelas políticas de cotas. Os opositores, de um modo geral, foram silenciados pelo próprio caráter de inclusão, redistributivo e democrático que estas políticas trouxeram.

Há problemas? Sim. Fraudes, falta de recursos, um monitoramento mais preciso dos impactos das políticas por todo país, além de uma articulação entre as instituições e as empresas para se otimizar a promoção de talentos ávidos por mais oportunidades. Como em toda política contra hegemônica que para se consolidar está sujeita aos mais variados tipos de desafios institucionais, o sistema de cotas precisa e pode ser sempre aprimorado.

Os dados que chegam demonstram avanços significativos no que tange ao aumento de afrobrasileiros nas universidades. As pesquisas apontam que a população negra, de um modo geral, goza de melhores índices educacionais, mas ainda se mantém atrás das pessoas brancas. Neste sentido, a experiencia bem sucedida das cotas revelou a necessidade de construir um sistema de ações afirmativas que contemple um feixe de medidas que vão desde estimular estudantes pobres e negros a ingressarem na graduação, até a pós-graduação e inclusão no mercado de trabalho. Mas quem frequentou as universidades antes das ações afirmativas e volta por lá hoje, se surpreende com o alunado que anda pelo campus. O corpo discente está cada vez mais em sintonia com a diversidade que encontramos na sociedade brasileira.

Podemos dizer que as políticas de ação afirmativa deram certo e se estabilizaram de modo inexorável. Esse fato nos convida a refletir sobre muitos dos seus desdobramentos positivos. As cotas para as pessoas negras, em especial, marcam o fim da democracia racial na educação, democratizam um dos espaços mais importantes para a reprodução do poder e do saber, estimulam nossa juventude a vencer na vida por meio do acesso ao conhecimento crítico, contribuem para diversificar nossas elites e ajudam a transformar a vidas de milhares de pessoas.

Esse processo, ainda em curso, não está mais relacionado somente à graduação. As cotas são medidas poderosas e foram adotadas em mestrados, doutorados, concursos públicos federais, em muitos estaduais e municipais. Em relação ao mercado de trabalho, elas estão desafiando o silêncio corporativo dos que ainda, equivocadamente, pensam que pode haver compatibilidade entre democracia e desigualdade racial.

Com as cotas, a democratização que o antirracismo promove criou instituições mais justas, uma verdadeira transformação social vem se consolidando, apesar de todo retrocesso dos últimos anos.

O Brasil precisa cada vez mais, reconhecer para libertar. Consignar o consenso de que estudantes negros e pobres a partir das cotas estão mudando a universidade pra melhor, e por elas transformando o país. As ações afirmativas são uma realidade, um fato social potente e democrático, que se desenvolvem em diversas áreas, fomentando a cidadania e tornando possível o que antes delas era impensável.

 

Fonte: Uma história Afirmativa. As cotas raciais 20 anos depois - Notícia Preta (noticiapreta.com.br)