Alunos do Cursinho Modelo Educafro Surpreendem no ENEM

Os(as) alunos(as) do Cursinho Modelo Educafro, surpreenderam no último final de semana, na realização do no ENEM 2015.

Através de uma metodologia inovadora e do empenho de coordenadores e professores voluntários, no desenvolvimento de um sistema pedagógico único no Brasil, eles conseguiram desempenho similar à alunos de cursinho tradicionais particulares de São Paulo.

O Cursinho Modelo Educafro está em funcionamento no CRECI (Centro de Referência do Idoso), embaixo do viaduto do Chá, em um amplo e confortável espaço cedido gentilmente pela direção do respectivo espaço que entendeu e acolheu a missão ampla do projeto.

O próximo passo é o lançamento de um cursinho preparatório para FUVEST, FATEC, IFSP e ETEC, seguindo as mesmas estratégias , que já estão dando certo no preparatório ENEM.

Parabenizamos à todos os alunos, professores, coordenadores e colaboradores diretos e indiretos que participaram e acolheram, seja através do trabalho voluntário ou concessão de espaços e ferramentas para o processo de crescimento e empoderamento alcançado.

Temos plena convicção de que nos próximos meses, TODOS nossos alunos irão ocupar vagas em Universidades Públicas, realizando seus sonhos de estudar de graça e nas melhores instituições de ensino.

Aqueles que tiverem vontade de se inscrever para a próxima turma que se inciará na primeira semana de fevereiro, podem se inscrever na lista de espera através do link a seguir CADASTRAR NA LISTA DE ESPERA


Congresso com mais de 100 instituições de ensino

Família EDUCAFRO,
Fomos convidados para este Congresso com mais de 100 Instituições de ensino.
 
Nossa meta é falar nos avanços do Brasil e dar enfase nos desafios
 
que ainda temos que vencer. 
Aguardamos de todos colaborações e sugestões de conteúdo de abordagens deste tema.
Já chegaram algumas boas contribuições!
Veja a mesa na qual a EDUCAFRO vai levar a contribbuiição
com o OLHAR do povo negro do Brasil:
DATA: de 11 a 13 de novembro

Mesa redonda: La política universitaria:
desafíos para la democratización
Panelistas Adrián Bonilla. FLACSO [Ecuador]
Frei David Santos. EDUCAFRO [Brasil]
Gabriela Diker. UNGS [Argentina]
Ignacio Mantilla Prada. UNAL [Colombia]
José Bengoa. DIE/UAHC [Chile]
Mauricio Alviar Ramírez. UdeA [Colombia]
POLÍTICAS UNIVERSITARIAS EN AMÉRICA LATINA: ENTRE LOS RANKINGS Y LA DEMOCRATIZACIÓN

 

Conheça mais:

 


A Educafro quer ver você em uma universidade pública.

A EDUCAFRO quer ver você entrando numa Universidade Pública!
Basta ter tirado qualquer nota acima de ZERO no ENEM 2014!!!
Repasse para a sua rede!
Vejam o quadro de vagas disponíveis:

21/10/2015 16h46 - Atualizado em 21/10/2015 16h46

UFMA divulga edital para vagas remanescentes

Inscrições começam às 10h do dia 26 de outubro.
São oferecidas 229 em vários municípios; veja abaixo.

A Universidade Federal do Maranhão (UFMA) publicou nesta quarta-feira (20) o Edital n.º 293/2015 para preenchimento de 229 vagas remanescentes de ingresso de alunos, referentes ao segundo semestre de 2015, nos campi de Bacabal, Chapadinha, Codó, Grajaú, Pinheiro e São Bernardo.

Os interessados deverão ter participado das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2014 e obtido nota diferente de zero nas quatro áreas de conhecimento e na redação, além de não estar matriculado em curso de graduação para ingresso no segundo semestre de 2015.

As inscrições serão gratuitas e realizadas exclusivamente pela internet. O procedimento de inscrição consiste em duas etapas, sendo a primeira o cadastro e pré-inscrição com CPF e número de inscrição no Enem 2014, e a segunda, a homologação da UFMA junto ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Os sistema ficará disponível para inscrição a partir de 10h do dia 26 até às 23h59min do dia 28 de outubro de 2015. O resultado será divulgado na página da UFMA, no dia 3 de novembro.


Prêmio Nobel da Paz na Tunísia

A família EDUCAFRO

parabeniza a estratégia de unir

grupos diversos de um país 

para se buscar a superação

dos problemas!

Direção EDUCAFRO

Grupo ganha Nobel da Paz por promover democracia na Tunísia

Do UOL, em São Paulo 09/10/201506h05

  • Membro do Comitê Nobel da Noruega anuncia o Quarteto de Diálogo Nacional, da Tunísia, como ganhador do Nobel da Paz de 2015

    Membro do Comitê Nobel da Noruega anuncia o Quarteto de Diálogo Nacional, da Tunísia, como ganhador do Nobel da Paz de 2015

Um conjunto de quatro organizações, chamado de Quarteto de Diálogo Nacional, ganhou o prêmio Nobel da Paz por sua contribuição para a construção de uma democracia plural na Tunísia após a revolução de 2011, anunciou nesta sexta-feira (9) o Comitê Nobel da Noruega, em Oslo.

O grupo é composto por quatro organizações: a União Geral Tunisiana do Trabalho (UGTT, um sindicato), a União Tunisiana da Indústria, do Comércio e do Artesanato (Utica, patronato), a Ordem Nacional dos Advogados da Tunísia (ONAT) e a Liga Tunisiana dos Direitos Humanos (LTDH).

A revolução de 2011 na Tunísia deu início ao movimento conhecido como Primavera Árabe, que logo se espalhou por várias regiões, principalmente no norte da África e no Oriente Médio.

O anúncio contrariou todas as estimativas de favoritos ao prêmio. Entre os mais cotados para ganhar o Nobel da Paz deste ano estavam, entre outros, o papa Francisco, a chanceler alemã Angela Merkel, o padre Mussie Zerai, da Eritreia, e o médico congolês Dennis Mukwege.

Ao todo, 273 nomes foram indicados, incluindo pessoas e organizações, perdendo apenas para 2014, com 278 candidatos.

A cerimônia de entrega do Prêmio Nobel da Paz é realizada anualmente em Oslo, na Noruega, enquanto as demais premiações ocorrem na capital da Suécia, Estocolmo. Todos os prêmios serão entregues em 10 de dezembro.

Já foram anunciados anunciados os ganhadores nas categorias Medicina, Física,Química e Literatura. O ganhador da categoria Economia será anunciado na próxima segunda-feira (12). (Com agências internacionais)


Denúncia de racismo em questão de prova

Questão de prova para crianças é anulada após denúncia de racismo

Prova foi feita por alunos do 4º ano do Ensino Fundamental, em Santos
Prefeitura decidiu anular a questão e marcou reunião para esta terça-feira.

Mariane RossiDo G1 Santos

Questão de prova é considerada racista por entidade (Foto: Reprodução/Representação MP)Questão de prova é considerada racista por entidade (Foto: Reprodução)

A questão de uma prova aplicada para crianças em escolas municipais de Santos, no litoral de São Paulo, foi considerada racista pelo Educafro, uma entidade de Educação e Cidadania para Afrodescendentes e Carentes. A organização entrou com uma representação no Ministério Público pedindo a investigação do caso. Já a Prefeitura de Santos anulou a questão e marcou uma reunião para esta terça-feira (6) com representantes da entidade para discutir o assunto.

O Educafro recebeu uma denúncia anônima de discriminação racial e foi averiguar o caso. Uma prova foi aplicada a cerca de 3 mil alunos do 4º ano do Ensino Fundamental das escolas públicas de Santos, no dia 16 de setembro, e continha uma questão considerada racista pela entidade.

O objetivo da questão era levar o aluno a perceber algo em comum em duas tirinhas, que abordavam a importância de ser criança. Na primeira situação, um menino de cor branca é informado pela mãe que precisa fazer várias atividades durante o dia, como aula de francês, música e futebol e ele pergunta qual o horário em que poderá ser criança. Na outra tirinha, uma criança negra olha para um carrinho de mão e diz que não era exatamente esse tipo de carrinho que gostaria de ganhar.

Para o advogado, professor e coordenador do Educafro, Julio Evangelista dos Santos Júnior, a questão da prova incita o racismo. “A criança branca tem todas as oportunidades para estudar, fazer cursos, esporte. Enquanto a criança negra, o carrinho de mão leva a entender que ela tem que ir para o trabalho mais cedo, nos remete a escravidão. Leva a entender que é um racismo. Temos que ter uma educação que respeite os povos. Pedagogicamente, psicologicamente e juridicamente é errado”, diz ele.

Advogado, professor e coordenador do Educafro, Julio Evangelista dos Santos (Foto: Arquivo Pessoal/Julio Evangelista)Advogado, professor e coordenador do Educafro, Julio Evangelista (Foto: Arquivo Pessoal/Julio Evangelista)

De acordo com o documento apresentado ao MP, a atividade retrata a criança negra com características pejorativas, associando à escravidão, pois o menino negro é retratado descalço com pés em tamanho maiores do que o real, além de remeter a população negra ao trabalho braçal e a situação de inferioridade.

Ainda de acordo com o documento, a atividade faz com que as crianças negras tenham suas identidades construídas tendo como referência positiva a identidade branca, já que as crianças negras percebem as barreiras encontradas, a invisibilidade social e a discriminação sofrida por conta das representações e seu enquadramento racial, ocasionando uma baixa autoestima, estimulando a auto-rejeição e negação da sua própria cultura.

Educafro entrou com representação no MP sobre o caso (Foto: Reprodução/Educafro)Educafro entrou com representação no MP
sobre o caso (Foto: Reprodução/Educafro)

“É uma prova do racismo institucional. Estamos preocupados com a saúde emocional dessas crianças, com a conscientização dos cidadãos da cidade de Santos. Temos dificuldade de fazer boletins de ocorrência como racismo. Fomos logo ao Ministério Público, que vai apurar. Estamos cansados de sermos tratados com descaso”, diz Evangelista.

Além da representação no MP, a entidade levou o caso para a Defensoria Pública do Estado de São Paulo e para a Ouvidoria Nacional de Igualdade Racial. A entidade também oficiou a Secretaria de Educação de Santos. O advogado diz que foi marcada uma audiência com a secretária Venúzia Fernandes do Nascimento nesta terça-feira (6) para falar sobre o caso. Ele diz que apenas a anulação da questão não é a solução para o problema.

“Queremos a implantação da lei que obriga as escolas a falar sobre a história da África e dos negros no Brasil, que capacite todos os professores da rede, dialogue com as famílias. Tem que ter previsão orçamentária para fazer material didático e dialogar com o movimento negro. Que faça uma verdadeira força tarefa para acabar com o racismo”, afirma ele.

Em nota, a Secretaria de Educação de Santos disse que até o momento não foi oficiada pelo Ministério Público. Porém, o Educafro - Educação e Cidadania de Afrodescendentes e carentes (Núcleo Valongo) solicitou via processo administrativo agendamento de uma reunião, que será realizada nesta terça.

Mesmo antes da manifestação do Educafro , a Secretaria Municipal de Educação reavaliou conceitualmente a questão e decidiu anulá-la. A Secretaria esclareceu, ainda que reuniu todos os professores das salas em cuja avaliação foi aplicada para uma formação sobre diversidade étnica.

A Seduc disse ainda que repudia quaisquer atos ou palavras que possam ensejar preconceito e discriminação racial, assim, ao menor sinal de situações possam sugerir práticas racistas atua preventivamente.


Governo continua errando...

A Família EDUCAFRO esperava mais do Governo Federal.
Somos 53,7% da população brasileira.
Merecemos, pelos menos 3 Ministros/as Negros!
Dilma e o PT estão errando...
Vamos continuar lutando por esta meta.
O PMDB é omisso e nunca se esforçou para entender as demandas do povo negro.
Não investe em formação de negros nos seus quadros.
É sempre a mesma "panela", herdeiros dos senhores de engenho.
Vamos enfrentar abertamente os erros de cada partido com referencia
aos direitos do nosso povo negro!

ONGs pelos direitos das mulheres querem maior orçamento para novo ministério

Criado em 02/10/15 17h48 e atualizado em 02/10/15 18h02
Por Andreia Verdélio Edição:Fábio Massalli Fonte:Agência Brasil

A presidenta Dilma Rousseff anunciou hoje (2) a criação do Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos dentro da reforma administrativa feita pelo governo. Após a junção das secretarias de Direitos Humanos, de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) e de Políticas para Mulheres em uma única pasta, os movimentos sociais que atuam em favor dos direitos humanos e igualdade racial e de gênero pedem um orçamento maior para a sustentação e implementação de políticas públicas.

Segundo Jacira Melo, diretora executiva do Instituto Patrícia Galvão, organização voltada à comunicação e direitos das mulheres, as três secretarias têm um orçamento de cerca de R$ 250 milhões. “Isso é muito pouco em um país constituído de 50% de mulheres e 52% de negros. Não podemos conviver com esse orçamento, o ajuste não pode ser somente corte”, disse.

A coordenadora da ONG Crioula, Jurema Werneck, criticou a junção. “Isso demonstra que o governo federal ainda não entendeu seu dever de enfrentar as desigualdades e nem sabe como fazer.  Juntar tudo pode não atender a nenhuma das perspectivas e desmantelar o que já estava sendo montado. Foi um erro, uma traição do pacto que eles fizeram com o campo democrático popular na construção de mecanismos capazes de reduzir desigualdades”, disse.

A atual ministra da Seppir, Nilma Lino Gomes, ficará à frente da nova pasta. Para Jacira, do Instituto Patrícia Galvão, apesar de a junção não ser positiva, a escolha de uma mulher e uma mulher negra para o comando do ministério é simbólica e, politicamente, de grande importância. Manter os nomes das antigas secretarias no ministério também foi uma conquista para a diretora.

“As políticas para as mulheres, para igualdade racial e para os direitos humanos não foram invenções de nenhum governo, são frutos de lutas históricas dos movimentos sociais brasileiros. Não poderíamos diluir como cidadania [nome cotado para o novo ministério], não poderíamos perder essa denominação histórica, que, a nosso ver, significa um alargamento da democracia”, disse Jacira.

O ministério terá uma Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres, comandada por Eleonora Menicucci; uma Secretaria Nacional de Igualdade Racial, dirigida por Ronaldo Barros; e uma Secretaria Nacional de Direitos Humanos, liderada por Rogério Sottili.

Editor Fábio Massalli

 


Dia da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha