A EDUCAFRO conseguiu algo impossível:
A USP fez uma edição especial do seu Jornal
só sobre a exclusão do NEGRO!
Ela não teve ainda a coragem de adotar cotas para negros.
Seus dirigentes são anti povo? Ou não gostam de estudar as pesquisas divulgadas pelas
universidades da Brasil, de primeira linha, que já adotaram cotas para negros e têm excelentes pesquisas,
com excelentes resultados? A USP não é suficiente humilde para se inspirar em outras experiências?
A EDUCAFRO enviou um email (no dia 11 de março) para o Reitor ZAGO cobrando dele
o que nos falou na última reunião que teve com a equipe da EDUCAFRO, no seu gabinete:
se o resultado do vestibular de 2017 não incluir negros e pobres, no índice
que se comprometeram com os movimentos sociais, sociedade via imprensa e com o governador,
que irá usar as suas prerrogativa de Reitor e colocar em prática o que nos prometeu.
Criar um método para garantir que 50% de PPI – pretos, pardos e indígenas
ocupem suas vagas, de direito, no próximo vestibular.
 
A EDUCAFRO motiva todas as entidades a retomarem 
a pressão, já!
 
No dia 20 de março 2017 a Faculdade de Direito da USP vai reunir a COMISSÃO DE GRADUAÇÃO 
para dizer como será seu PPP. Até agora não estão incluindo as cotas para negros no PPP.
 
Não podemos perder esta oportunidade e vamos avançar com a INCLUSÃO!