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Audiência pública colherá sugestões para a promoção da igualdade racial no processo eleitoral

TSE convida os vários segmentos da sociedade a apresentar, no dia 18 de maio, propostas para o aperfeiçoamento da normas referentes ao tema

26/04/2022 20:45 - Atualizado em 26/04/2022 21:11

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realizará, no dia 18 de maio, quarta-feira, a partir das 10h, audiência pública para colher dados, informações e propostas para o aperfeiçoamento das legislações atinentes ao tema “Desigualdade Racial e Sistema Eleitoral”. O evento vai subsidiar o relatório que será elaborado pelos Grupos de Trabalho temáticos da Comissão do TSE de Promoção da Igualdade Racial.

Criada no último mês de março, a Comissão é destinada a avaliar e propor estratégias normativas e materiais para a promoção da igualdade racial no âmbito eleitoral, sugerindo ações concretas a serem desenvolvidas em todos os segmentos da Justiça Eleitoral.

Conforme disposto no Edital de Convocação nº 001/2022, publicado na edição desta terça-feira (26) do Diário de Justiça Eletrônico (DJe) do TSE, o Tribunal convida os vários segmentos representativos da sociedade, oriundos da iniciativa privada ou pública, seja pessoa física ou jurídica, a participar da audiência pública. O evento será coordenado pelo ministro Benedito Gonçalves, presidente da Comissão, e realizado de forma virtual, com transmissão ao vivo pelo canal do TSE no YouTube.

Além do dispositivo constitucional que impõe ao Estado brasileiro o dever de combater o racismo e todas as formas de discriminação, o Brasil é signatário de vários tratados internacionais que reconhecem o racismo como um fenômeno estrutural e institucional. Por isso, no entendimento do TSE, é necessária a adoção de medidas efetivas por parte do poder público e da sociedade em geral.

Procedimentos

Os interessados em fazer uso da palavra na audiência deverão se inscrever previamente pelo e-mail nid@tse.jus.br, no prazo de cinco dias corridos, contados da publicação do referido edital, a fim de viabilizar os preparativos técnicos.

A relação dos inscritos habilitados a participar da audiência pública será oportunamente divulgada no DJe e no Portal do Tribunal Superior Eleitoral na internet. Na oportunidade, também serão anunciadas a metodologia de realização da audiência e a confirmação da data do ato.

As pessoas e instituições que eventualmente não sejam selecionadas para manifestação oral, bem como todo e qualquer interessado poderão se manifestar por escrito, até cinco dias corridos após a realização o evento.

As manifestações orais e escritas deverão versar necessariamente sobre propostas que visem à avaliação e ao aperfeiçoamento de legislações, assim como de políticas sobre a igualdade racial no âmbito do sistema de Justiça Eleitoral e do processo Eleitoral. Eventuais dúvidas e solicitações de esclarecimentos podem ser encaminhadas para o e-mail nid@tse.jus.br.

MC/LC, DM

Fonte: Audiência pública colherá sugestões para a promoção da igualdade racial no processo eleitoral — Tribunal Superior Eleitoral (tse.jus.br)


A EDUCAFRO BRASIL DIVULGA VAGAS DE EMPREGO DE CONTRATRAÇÃO IMEDIATA PARA TOD@S @S IRMÃ@S!

Vaga para Gestor de Trafego Online Pleno Home Office

Uma empresa, amiga da EDUCAFRO, esta contratando uma pessoa preta ou parda, para vaga na área de gestão de trafego online.

A contratação é para 40h e o regime é Home Office - você pode estar em qualquer lugar do Brasil!

Não é necessário ter curso superior, mas é necessário ter experiência na área

A EDUCAFRO irá realizar o processo seletivo, para garantir que a pessoa seja, de fato, preta ou parda, ok?

Se você tem interesse, veja mais detalhes da vaga no link abaixo:

https://forms.gle/X3ZEUAMAguM42Rc48

Mais oportunidades EDUCAFRO?
allmylinks.com/educafro


Zara vai indenizar homem acusado de roubar mochila comprada por ele

Zara vai indenizar homem acusado de roubar mochila comprada por ele

A EDUCAFRO Brasil lhe solicita que repasse para a sua rede!

 

Três meses depois de terem sido acusados de injúria racial, a varejista de roupas Zara e o Shopping da Bahia fecharam um acordo extrajudicial com o estudante estrangeiro e negro Luiz Fernandes Júnior, 28, para que ele não leve um processo judicial adiante. Nascido em Guiné-Bissau e morador de São Francisco do Conde, onde cursa mestrado na Unilab (Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira), Fernandes registrou boletim de ocorrência policial após ser discriminado por uma atendente da loja e por um segurança do shopping em 28 de dezembro do ano passado. Na ocasião, ele foi acusado de ter furtado uma mochila que havia acabado de comprar por R$ 329.

Segundo o advogado de Fernandes, Thiago Thobias, o acordo foi celebrado no dia 7 de abril. "Em 22 anos atuando na defesa de vítimas de racismo, esse é um caso inédito pra mim por três motivos: é a primeira vez que eu vejo uma empresa tomar a iniciativa de fazer um acordo extrajudicial, realizar esse acordo em tempo recorde e ainda por cima indenizar a parte ofendida com um valor muito superior ao que a Justiça brasileira costuma arbitrar", declarou.... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2022/04/25/ba-zara-fecha-acordo-com-homem-acusado-de-roubar-mochila-comprada-por-ele.htm?cmpid=copiaecola

O termo de confidencialidade do acordo impede que as partes revelem o valor da indenização. À época do ocorrido, Thobias afirmou ao UOL que pediria R$ 1 milhão às empresas acusadas a título de "indenização civilizatória". Em entrevista ao UOL, Fernandes comentou o acordo.... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2022/04/25/ba-zara-fecha-acordo-com-homem-acusado-de-roubar-mochila-comprada-por-ele.htm?cmpid=copiaecola


A EDUCAFRO Brasil pediu ao doutor em direito Eleitoral, Prof. Ademar, esse breve artigo de duas páginas, sobre as verbas eleitorais para candidatos/as negras. Leia e envie seus comentários.

A EDUCAFRO Brasil pediu ao doutor em direito Eleitoral, Prof. Ademar, esse breve artigo de duas páginas, sobre as verbas eleitorais para candidatos/as negras. Leia e envie seus comentários.

Ademar Borges
Doutor em Direito Constitucional pela UERJ
Professor de Direito Constitucional do IDP
TSE – DISTRIBUIÇÃO DE RECURSOS PARA CANDIDATURAS NEGRAS

Atualmente, a Resoluçã o-TSE nº 23.605, de 17 de dezembro de 2019, estabelece diretrizes
gerais para a gestã o e distribuiçã o dos recursos do Fundo Especial de Financiamento de
Campanha (FEFC). Os recursos do FEFC ficam à disposiçã o do partido polı́tico somente apó s
a definiçã o dos critérios para a sua distribuiçã o, os quais devem ser aprovados pela maioria
absoluta de integrantes do ó rgã o de direçã o executiva nacional do partido.
Na quadra atual, a Res. do TSE apenas define que os critérios a serem fixados pela direçã o
executiva nacional do partido devem prever a obrigaçã o de aplicaçã o do total recebido do
FEFC de acordo com a proporçã o dos candidatos por gênero e raça. EU ver-se:
§ 1º Os critérios a serem fixados pela direçã o executiva nacional do partido
devem prever a obrigaçã o de aplicaçã o do total recebido do FEFC de acordo
com os seguintes percentuais:
I - para as candidaturas femininas o percentual corresponderá a proporção
dessas candidaturas em relaçã o a soma das candidaturas masculinas e
femininas do partido, nã o podendo ser inferior a 30% (trinta por cento);
II - para as candidaturas de pessoas negras o percentual corresponderá à
proporção de:
a) mulheres negras e nã o negras do gênero feminino do partido; e
b) homens negros e nã o negros do gênero masculino do partido; e
III - os percentuais de candidaturas femininas e de pessoas negras serã o
obtidos pela razã o dessas candidaturas em relaçã o ao total de candidaturas
do partido em âmbito nacional.
No entanto, os partidos têm plena autonomia, por exemplo, para destinar 100% dos
recursos atribuı́dos a candidaturas de homens negros para apenas um ou poucos
candidatos, inclusive aqueles que já sã o detentores de mandatos eletivos. A ú nica obrigaçã o
é prevista de maneira clara na Resoluçã o é a de destinar uma parcela do valor global dos
recursos para candidaturas negras de acordo com a proporçã o entre candidatas/candidatos
negros e o total de candidatos do partido. Nã o há disciplina especı́fica – nem mesmo
parâmetros gerais – que indiquem o modo como a distribuiçã o de recursos deve ocorrer
entre as candidaturas negras para promover efetivamente o aumento do número candidatos
negros eleitos.
Isso, porém, frustra o objetivo da açã o afirmativa, que é o de garantir o aumento da
representatividade de mulheres, e dos homens negros e mulheres negras no parlamento.
Por isso, proponho uma interpretação e alteração da resolução para fins de especificar que
os critérios de distribuiçã o do fundo nã o podem se dar em desvio de finalidade, frustrando
o objetivo da norma. Se o partido resolver aplicar os recursos destinados a candidaturas
negras para financiar apenas uma candidatura especı́fica – especialmente se anteriormente
o mesmo partido já praticou, no passado, repartiçã o mais justa dos recursos entre
candidatas/candidatos negros –, o principal objetivo da açã o afirmativa nã o será realizado.
O aperfeiçoamento da disciplina jurı́dica sobre a distribuiçã o de recursos do Fundo Especial
de Financiamento de Campanha poderá abrir caminho para o questionamento de casos
especı́ficos – envolvendo, por exemplo, uma concentraçã o excessiva e desproporcional da
aplicaçã o dos recursos em um número muito pequeno de candidatas/candidatos negros.
Além disso, o aprimoramento da Resoluçã o-TSE nº 23.605/2019 permitirá uma fiscalizaçã o
mais efetiva pela Justiça Eleitoral da destinaçã o dos recursos pelos partidos em benefı́cio
das candidaturas negras.

Brası́lia, 6 de abril de 2022.

ADEMAR BORGES
Professor de Direito Constitucional do Instituto Brasiliense de Direito Pú blico - IDP
Doutor em Direito Pú blico pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro
Mestre em Direito Constitucional pela Universidade Federal Fluminense
Visiting Scholar pela Boston College


A Universidade Federal do Rio Grande (Furg) abriu inscrições para o Processo Seletivo 2022/1, cujas vagas são remanescentes do Sistema de Seleção Unificada (SiSU).

A Universidade Federal do Rio Grande (Furg) abriu inscrições para o Processo Seletivo 2022/1, cujas vagas são remanescentes do Sistema de Seleção Unificada (SiSU).

A inscrição será realizada até o dia 27 de abril de 2022, por meio da página da Universidade.

Os candidatos serão selecionados por meio do desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021. A nota mínima é de 200 na redação e 120 em cada uma das quatro provas objetivas.

O processo seletivo oferece 497 vagas em 24 cursos, nas cidades de Rio Grande, Santo Antônio da Patrulha, São Lourenço do Sul e Santa Vitória do Palmar, no Rio Grande do Sul.

De acordo com a legislação, algumas vagas são reservadas para candidatos que fizeram todo o ensino médio em escola pública. Dentro das cotas, há reserva para negros, pardos, indígenas e pessoas com deficiência.

A classificação final desta seleção será divulgada no dia 2 de maio, sendo que os aprovados terão até o dia 4 seguinte para enviar a documentação da matrícula.


A EDUCAFRO Brasil está colocando na carta compromisso que apresentará aos candidat@s a Governador@ para assinarem, como compromisso, caso eleito. Leia:

A EDUCAFRO Brasil está colocando na carta compromisso que apresentará aos candidat@s a Governador@ para assinarem, como compromisso, caso eleito. Leia:

Com câmeras, letalidade policial 32% em SP; queda é maior entre brancos

Policiais militares mostram câmeras instaladas nos uniformes, em São Paulo - Rubens Cavallari/Folhapress

Policiais militares mostram câmeras instaladas nos uniformes, em São PauloImagem: Rubens Cavallari/Folhapress

Helton Simões Gomes e Leonardo Martins

Do UOL, em São Paulo

20/04/2022 04h00Atualizada em 20/04/2022 18h13

As mortes em decorrência de intervenção policial caíram 32% entre 2020 e 2021, ano em que policiais militares começaram a usar câmeras acopladas aos uniformes. Foram 705 mortes em 2020, contra 480 no ano passado, segundo relatório anual da Ouvidoria da Polícia do Estado de São Paulo, ao qual o UOL obteve acesso com exclusividade.

A queda já havia sido registrada nos dados da própria SSP (Secretaria Segurança Pública) em janeiro deste ano. Mas os dados da Ouvidoria trazem um componente extra. O recorte étnico mostra que uma redução mais acentuada entre pessoas brancas (52%) do que entre negras (31%) — a soma de pretos e pardos, acordo com os critérios do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

 

 

 

Para o ouvidor das polícias, Elizeu Soares Lopes, os dados indicam o racismo estrutural já que, mesmo para uma política pública bem-sucedida, em sua avaliação, a população negra sente menos os benefícios.

"Nós, os negros, ainda somos as principais vítimas de letalidade policial. A maior queda de mortes entre brancos revela o racismo estrutural. Os locais de maior violência ainda são aqueles em que vivem a população negra. Se é verdade que a violência está nas periferias, precisamos de uma polícia mais qualificada e especializada lá", disse.

"Quem mais sofre com crimes contra propriedade é o pobre. Mas, nos lugares com mais crime, há menor aparato policial. Ou seja, os lugares mais pobres são menos atendidos pela inteligência policial", complementou o ouvidor.

Em nota, a SSP disse que as mortes decorrentes de intervenção policial têm registrado "retrações expressivas em todos os grupos étnicos, faixas etárias e gêneros estudados". "Ou seja, independentemente de idade, cor ou orientação sexual, foram 379 vidas preservadas [entre 2019 e 2021]".

O texto diz que "a SSP reforça, ainda, que todos os indicadores são avaliados permanentemente com o objetivo de definir procedimentos e estratégias de ação que correspondam à missão das forças policiais de São Paulo de combater o crime, preservar vidas e garantir a segurança de todas as pessoas no estado".

Câmera na farda

Os dados da Ouvidoria apontam uma queda das mortes decorrentes de intervenção policial desde 2019, quando os números começaram a ser computados pela gestão. Naquele ano, policiais mataram 859 pessoas.

 

 

Já a SSP aponta que o total de pessoas mortas pelas polícias Civil e Militar, em serviço e de folga, caiu 30% em 2021. Foram 814 vítimas em 2020, contra 570 vítimas no ano passado. O registro de 2021 é o menor desde 2013, quando houve 369 vítimas, de acordo com levantamento feito pela reportagem.

Diferentemente da SSP, a Ouvidoria elabora um perfil das vítimas por idade, sexo e cor de pele. Segundo o órgão, em 2021, a grande maioria dos mortos foram homens (100%), pardos (49,7%) com idade entre 18 e 29 anos (39,58%).

As câmeras nos uniformes de policiais militares são apontadas como uma das estratégias responsáveis pela melhora nos indicadores. Os batalhões que primeiro passaram a botar em prática o programa "Olho Vivo", com as filmadoras nas fardas, viram as mortes cometidas por seus agentes despencarem 87% no semestre seguinte à implantação da medida.

 

 

Lopes ressaltou a importância da Comissão de Mitigação e Não Conformidade, criada pelo próprio comando para incentivar a depuração de ações da polícia As imagens das câmeras são usadas para apurar não só situações irregulares como também para aprimorar a função do dia a dia.

Funciona assim: em um batalhão, o responsável pela tropa escolhe aleatoriamente uma certa quantidade de ocorrências e analisa a ação dos policiais envolvidos. Esse uso é encarado na tropa como um fator democratizante, pois a política policial passou a incorporar a visão dos estratos médios, ou seja, capitães e tenentes, e não somente do comando-geral e regional.

Ao UOL, o secretário da Segurança Pública de São Paulo, general João Camilo Pires de Campos, disse que a câmera não incomoda o policial que age corretamente.

A ferramenta voltou aos holofotes da imprensa em tom de campanha eleitoral depois que o ex-ministro da Infraestrutura e pré-candidato ao governo de São Paulo aliado de Jair Bolsonaro (PL), Tarcísio de Freitas (Republicanos), anunciou que iria acabar com a medida. A própria PM paulista rebateu o ex-ministro.

'Novo paradigma'

Elizeu Soares Lopes atribui a queda da letalidade também ao uso de armas não letais, como tasers e balas de borracha. O ouvidor aponta ainda uma mudança cultural promovida pelo coronel Fernando Alencar Medeiros, comandante da polícia militar do Estado de São Paulo.

Medeiros é descrito como um comandante técnico e defensor dos direitos humanos. O coronel, que evita aparições públicas e entrevistas à imprensa, é doutor em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública, e foi instrutor de Direitos Humanos para Forças de Segurança na América Latina no CICV (Comitê Internacional da Cruz Vermelha).

"Há um novo paradigma, que é uma polícia mais técnica e agindo dentro do protocolo. Existiu em São Paulo uma vontade política de enfrentar a letalidade policial. E as ferramentas tecnológicas, como as câmeras, são exemplo disso. Ela preserva e dá transparência tanto ao cidadão quanto ao policial que trabalha direito", afirmou o ouvidor das Polícias.

Escolha política

Os números também acompanham uma mudança de discurso do ex-governador de São Paulo João Doria (PSDB) ao longo de seu mandato. Hoje pré-candidato à Presidência pelo PSDB, Doria foi eleito governador de São Paulo propagandeando o slogan "BolsoDoria", relacionando sua candidatura ao presidente da República, Jair Bolsonaro (PL). Ele divulgou que, durante sua gestão, a polícia iria "atirar para matar".

No dia em que foi eleito, prometeu "os melhores advogados" aos policiais que matam no estado. Também elogiou uma ação da polícia com 11 suspeitos mortos e afirmou que a redução da letalidade policial seria algo que poderia acontecer, mas sem obrigatoriedade.

Nesse sentido, suas promessas refletiram nos dados. A polícia de São Paulo nunca havia matado tanto num primeiro semestre quanto em 2020, sob a gestão João Doria. Os dados da SSP apontam que as polícias Civil e Militar mataram, juntas, 514 pessoas em supostos tiroteios, durante o serviço e também durante a folga, de janeiro a junho — o maior número da série histórica do governo paulista, que iniciou em 2001. No mesmo período, 28 policiais foram assassinados, mesmo índice registrado em 2018.

Pressionado pelos índices e distante de Bolsonaro, Doria, então, começou a alterar seu discurso comentando a letalidade como um problema a ser resolvido. Ele chegou a anunciar um novo programa para retreinar os policiais de São Paulo com o objetivo de diminuir casos de violência policial. Como já opinou em algumas oportunidades, na opinião do governador, o estado "não tem comprometimento com o erro" e indica o afastamento imediato daqueles que afirma considerar "maus policiais"

A reportagem procurou a SSP e, caso um posicionamento seja enviado, a matéria será atualizada.

Impasse na Ouvidoria

Lopes deveria ter cedido lugar a um novo ouvidor em fevereiro. Mas a eleição da lista tríplice formulada pelo Condepe (Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana) foi suspensa pela Secretaria de Justiça e Cidadania e está paralisada desde novembro por problemas na apuração.

Com o impasse, Lopes permanece no cargo até a resolução do imbróglio. "Enquanto não tiver outro ouvidor, eu fico na Ouvidoria. Está na lei. Já lançar o relatório é minha obrigação. Não me sinto confortável em entrar nesse debate, porque, de qualquer forma, entro como interessado", concluiu o ouvidor.

Fonte: Letalidade policial cai 31% em SP com câmeras (uol.com.br)


EDUCAFRO BRASIL obtém vitória no Conselho Nacional de Justiça.

EDUCAFRO BRASIL obtém vitória no Conselho Nacional de Justiça.

Essa vitória é importante porque ela acaba com a “cláusula de barreira”, que é o nome que se dá a uma regra adotada por alguns concursos que impede a passagem de alguns candidat@s aprovad@s para a próxima fase, mesmo que eles tenham atingido a nota mínima para a aprovação.

A derrubada dessa cláusula significa que agora os concurseiros que conseguirem a nota mínima para aprovação avançarão para as próximas fases dos concursos e, se não forem convocados entre os primeiros para a nomeação, poderão ser convocados posteriormente no cadastro de reserva, caso algum cargo da carreira fique vago.

Viva o povo que luta por seus direitos!

 

Para mais opotunidades acesse: allmylinks.com/educafro


ATAKAREJO supermercados mata dois negros: vamos boicota-lo?

*Há um ano atrás*, no dia 26 de abril de 2021, a cidade de Salvador, na Bahia, foi palco de mais um escandaloso episódio da política de genocídio contra o povo negro.

Dois jovens negros e pobres, vítimas da precarização causada pela pandemia, Bruno Barros da Silva, de 29 anos, e seu sobrinho, Ian Barros da Silva, de 19, foram brutalmente torturados, executados com requintes de crueldade e tiveram os corpos abandonados no porta-malas de um carro por um grupo de homens armados ao qual foram entregues, para esse fim, por funcionários da rede de supermercados Atakadão Atakarejo, na loja situada no bairro de Amaralina, onde supostamente tentaram furtar alguns pacotes de carne.

A partir da divulgação do caso de Bruno e Ian, *surgiram outras denúncias envolvendo a relação de seguranças do Atakarejo com grupos criminosos.*

Em 12 de maio de 2021, o Odara - Instituto da Mulher Negra, junto ao Centro Santo Dias de Direitos Humanos e EducaAfro, ajuizaram a Ação Civil Pública (ACP) de reparação coletiva - População Negra contra o Grupo Atakadão-Atakarejo.

Desde então, foram realizadas uma série de audiências com a participação das organizações acionantes, dos representantes do Atakarejo, da Defensoria Pública do Estado da Bahia - DPE/BA, Defensoria Pública da União - DPU, Ministério Público da Bahia - MP/BA e Ministério Público Federal - MPF.

Durante estes encontros, tentamos realizar um acordo jurídico junto à defesa da Rede de Supermercados Atakadão Atakarejo, que *não foi viabilizado pela resistência da empresa em reconhecer que o duplo crime de violência racial letal, cometido sob sua responsabilidade, exige reparação coletiva à comunidade negra* da cidade de Salvador, que acumula o trauma histórico de ver as vidas de seus jovens ceifadas, e os autores dos crimes impunes, como se nossa morte de forma antinatural fosse normal e inevitável.

*Justiça por Bruno Barros da Silva e Ian Barros da Silva!*

*Compartilhe e denuncie!*

Para outras oportunidades: https://allmylinks.com/educafro


Estudantes-Enem-2022-educafro

A EDUCAFRO BRASIL INFORMA. Participante que deseja solicitar isenção da taxa de inscrição do Enem 2022 e justificar ausência na edição de 2021 pode acessar a Página do Participante para realizar os procedimentos

A EDUCAFRO BRASIL INFORMA. Participante que deseja solicitar isenção da taxa de inscrição do Enem 2022 e justificar ausência na edição de 2021 pode acessar a Página do Participante para realizar os procedimentos

 

 

O prazo termina às 23h59 do dia 15 de abril.
Pode solicitar a isenção da taxa de inscrição para o Enem 2022 o participante que esteja cursando a última série do ensino médio no ano de 2022, em qualquer modalidade de ensino, em escola da rede pública declarada ao Censo Escolar,

Bem como aquele que cursou todo o ensino médio em escola da rede pública ou como bolsista integral na rede privada, que tenha renda per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio.

Também pode solicitar a isenção o participante que declara situação de vulnerabilidade socioeconômica, por ser membro de família de baixa renda, inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), desde que informe o seu Número de Identificação Social (NIS) único e válido.

#enem2022
#enem
#sisu
#ensinomedio

Para mais oportunidades acesse: allmylinks.com/educafro


Carlucia-bolsista-educafro

Faça como a ASSOCIADA DA EDUCAFRO Carlúcia Alves Ferreira, Quilombola Aprovada para Medicina na UFPEL

Faça como a ASSOCIADA DA EDUCAFRO Carlúcia Alves Ferreira, Quilombola Aprovada para Medicina na UFPEL

A EDUCAFRO quer ver você ocupando as universidades e vencendo através da educação.
Faça como a ASSOCIADA DA EDUCAFRO Carlúcia Alves Ferreira, Quilombola Aprovada para Medicina na UFPEL
 A Universidade Federal de Pelotas (UFPel) está com Processo Seletivo Especial para ingresso nos semestres letivos 2022/1 e 2022/2, destinado à seleção específica de candidatos de COMUNIDADES QUILOMBOLAS e INDÍGENAS!
LEMBRANDO QUE: AS INSCRIÇÕES VÃO ATÉ 14/04/2022 (segunda-feira)!!!
Mais oportunidades, a entre no link:  https://allmylinks.com/educafro
Confira a matéria completa no portal GELEDÉS no link: