AOS UNIVERSITÁRIOS, BOLSISTAS, NÚCLEOS e futuros interessados em bolsas

AOS UNIVERSITÁRIOS, BOLSISTAS, NÚCLEOS e futuros interessados em bolsas:

orientações em consequência da COVID-19

A Diretoria envia energias espirituais para todos os membros da família EDUCAFRO que já perderam parentes ou amigos/as, vítimas do convid-19, bem como para os que se encontram doentes, no momento.

Entendemos que o cenário, mundial não está favorável para ninguém e nós, negros e brancos pobres, somos os mais afetados nessa crise, mais uma vez. As pesquisas revelam que as pessoas negras têm 62% mais possibilidades de morrer por Convid-19 do que as pessoas brancas.

Tendo em vista esse cenário, a EDUCAFRO avisa que continuará com seu atendimento ON-LINE funcionando e suas atividades presenciais suspensas, até a decisão das autoridades estaduais ou municipais autorizarem a retomada das atividades do nosso setor. As reuniões gerais e trabalhos comunitários só serão retomadas quando o governo autorizar. Na oportunidade soltaremos uma nova nota.

Como é do conhecimento de todas/os, a EDUCAFRO trabalha intensamente para garantir que os pobres tenham mais oportunidades no ensino e no trabalho. Tendo em vista isso conseguimos migrar boa parte de nossas atividades para o campo virtual. Com isso intensificamos nossa parceria com o Descomplica e foram disponibilizadas para todos os núcleos presenciais, link para ministrarem aulas online, como um apoio ao trabalho presencial do professor. As aulas da EDUCAFRO tech passaram a ser virtuais, inclusive com cursos novos e novas formatações, com programas/ferramentas específicas para o projeto, atendimento via telefone fixo e móvel e outra atividade também continua regularmente funcionando.

Devido ao isolamento social, muitas de nossas parceiras suspenderam as aulas presenciais, adequaram os seus cursos para a modalidade EaD. Os que não foram possíveis, a Faculdade/Universidade flexibilizou para possibilitar o aluno trancar seu curso, possibilitando-o destrancar, oportunamente, sem perdas financeiras, das matérias e da bolsa.

Muitos desses alunos já enviaram o seu protocolo de trancamento para a Educafro e já solicitaram trancar seu plano na EDUCAFRO, onde possibilita que o sistema congela a contribuição e possíveis multas, não onerando o associado.

Se você trancou a sua matrícula na Universidade, e não solicitou o trancamento do seu plano na EDUCAFRO, por favor envie o protocolo de trancamento, nome completo e CPF, para o e-mail: comunicacao@educafro.org.br o mais breve possível. Se não trancou, mas está com problemas financeiros, avise-nos. Vamos solicitar a carta instituição parceira uma condição especial de negociação para não prejudicar o aluno e associado da EDUCAFRO. A negociação vai beneficiar todo o grupo. Negociar sozinho, os pequenos perdem sempre. A USF, mesmo antes do COVID-19 já aceitado conversar com a EDUCAFRO, em vista dos alunos que estão com dificuldades.

Tendo em vista a crise causada pela Convid-19, a EDUCAFRO está concedendo isenção das multas de todos os trabalhos comunitários referente ao primeiro semestre de 2020 e das reuniões gerais de março a junho deste ano de 2020.

A renovação das bolsas começa no dia 18 de maio até dia 19 julho de 2020. É só entrar no seu portal e fazer a sua contribuição via cartão ou boleto.

Lembramos que todos os núcleos estão com total oportunidade para dar prosseguimento às aulas do pré-vestibular e mais: estamos incentivando a cada universitário consciente, a abrir núcleos EDUCAFRO de pré-vestibular online. Como? Veja no nosso site ou telefone para (11) 9 6173 3341.

Para as pessoas que desejam uma bolsa via EDUCAFRO, acreditamos que a partir de 20 de maio já teremos um plano de bolsas de estudo para o segundo semestre.

Lembramos que se você está de quarentena e com dificuldades financeiras, a EDUCAFRO lançou cursos de introdução ao TI, com prêmios de R$100,00 por semana, para quem cumpre as tarefas. Você pode ser um/a dos/as premiados/as e ter um dinheiro a mais por semana para enfrentar a quarentena!

Qualquer dúvida estamos a disposição no atendimento via email: contabilidade@educafro.org.br  Falar com Agnaldo

comunicacao@educafro.org.br Falar com Wesley

apoio@educafro.org.br - Falar com Brenda

site@educafro.org.br Falar com Gabriel

universitarios@educafro.org.br  - Falar com o Sirllon

Ou pelos telefones fixo (11)3106-2790/ 3106-3411,

What. (11) 96173-6869 das 10:00h às 20h

 

Atenciosamente,

Coordenação Educafro

 

 


Curso de Advocacia Racial II

Venha se especializar na atuação referente às diversas áreas do Direito Antidiscriminatório.

Início: 04/04, das 9h às 12h.

Local: Rua Riachuelo número 342 centro São Paulo.

Investimento: R$ 100/mês (com possibilidade de bolsa)

Coordenação: Doutor Irapuã Santana e Doutora Caroline Ramos

Inscrições: clique aqui
https://forms.gle/bmr7kJ6WLvx3DmoK6


EDUCAFROtech uma Força Negra no Mundo da Tecnologia

Neste sábado(26/10/2019), aconteceu na cidade de São Carlos-SP,  o maior evento do Brasil,  voltado aos desenvolvedores de sistemas e aficionados em tecnologia de ponta.

A EDUCAFROtech, braço tecnológico da Educafro, se fez presente mais uma vez nesta cidade, que é considerada a Capital Nacional da Tecnologia, levando para o evento BRAZIL-js um grupo de quarenta alunos e 6 docentes.

Liderados, mais uma vez, pelo Frei David, nosso grupo foi o destaque do evento, fazendo as intervenções e questionamentos mais relevantes a cada palestra proferida.

Os palestrantes por sua vez, ficaram entusiasmados com o grau de conhecimento e com o entusiasmo dos nossos alunos, tanto que três destes palestrantes se prontificaram a ministrar aulas a estes jovens aqui na sede da Educafro.

Ao final do evento tivemos um encontro com o Leandro, que é um dos idealizadores, sócio e fundador do ONOVOLAB, local onde ocorreu o evento e maior e melhor  “Eco Sistema” de tecnologia e desenvolvimento de sistemas do Brasil.

O Leandro, por sua vez, aproveitou o evento para externar a satisfação com a parceria firmada entre o ONOVOLAB e a Educafro.

Durante a reunião, ele apresentou o lugar onde doze dos nossos alunos, todos negros, irão trabalhar e poder aprender novas tecnologias e inovações existentes no mercado de TI.

Ao final, o Leandro ainda aventou a possibilidade de alterar o convênio com a Educafro, acenando para a possibilidade de aumentar o número de alunos acolhidos no ONOVOLAB.

Aproveitou também para mostrar a todos os demais alunos a estrutura que forma o ONOVOLAB, uma incubadora que congrega cinquenta e sete “Startups” voltadas a tecnologia de ponta.


DESTAQUE - EDUCAFRO NA IMPRENSA

 

A EDUCAFRO ORIENTA:

Estudem o tema DAS FRAUDES NAS COTAS PARA NEGROS.

É O GRANDE O DESAFIO PARA A COMUNIDADE NEGRA NESTE ANO DE 2018.

Leia com atenção:

 

 https://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,analise-fraudes-precisam-ser-combatidas,70002149020

 

NOTÍCIAS CANÇÃO NOVA - 17 DE JANEIRO DE 2018

COM O TRABALHO DA EDUCAFRO, REFUGIADOS E IMIGRANTES ESTÃO INGRESSANDO NAS UNIVERSIDADES!

 

https://www.youtube.com/watch?v=-8WFMih2CFw

EDUCAFRO tem como o foco a educação de jovens negros

https://www.youtube.com/watch?v=NfpqxwZOOtg

Repórter São Paulo

No AR em 22/11/2016 - 14:55

 

O Repórter São Paulo recebeu o Frei David, presidente da ONG EDUCAFRO, que falou sobre o combate ao racismo e a desigualdade.

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=4-uTSWm0fnM

 


EDUCAFRO TRARÁ GRANDES NOVIDADES PARA UNIVERSITÁRIOS FESP

FESP: 

 

Reunião extraordinária para todos os que estão trabalhando para obterem bolsa de 100%

em Engenharia Civil e Elétrica - quando?

 

No dia 11 de janeiro de 2017, quarta, às 18 horas na EDUCAFRO.

 

Temos uma boa novidade para vocês!

 

Venham com garra e com entusiasmo!

predio


Lei das cotas em concursos públicos federais é constitucional

A EDUCAFRO tem lutado insistentemente
 
para fazer com que a lei de cotas seja plenamente aplicada,
 
em todos concursos públicos, sem ter a ameaça de Juízes desatualizados
 
darem sentenças injustas.
 
Veja mais esta vitória:

Lei das cotas em concursos públicos federais é constitucional, diz PGR

Manifestação foi enviada na Ação Declaratória de Constitucionalidade 41, ajuizada pela Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil

Lei das cotas em concursos públicos federais é constitucional, diz PGRFoto: Leonardo Prado/Secom-PGR

A reserva de 20% de vagas para cidadãos negros em concursos públicos para provimento de cargos efetivos e empregos públicos na administração pública federal e em autarquias, fundações públicas, empresas públicas e sociedades de economia mista controlados pela União é constitucional. O entendimento é do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao se manifestar pela constitucionalidade da Lei 12.990/2014 na Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) 41, ajuizada pela Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil.

O procurador-geral destacou no parecer que a constitucionalidade da instituição de sistema de reserva de vagas, com base em critério étnico-racial, foi exaustivamente apreciada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 186 sobre a política de cotas da Universidade de Brasília (UnB).

Segundo Janot, na ocasião, o tribunal ressaltou a importância da adoção de políticas de ação afirmativa como instrumentos jurídicos aptos a conferir efetividade a direitos e garantias fundamentais e a corrigir distorções decorrentes da aplicação meramente formal do princípio da igualdade. Ainda na visão do STF, essa aplicação é insuficiente para superar situações de desigualdade que sofrem grupos historicamente excluídos. De acordo com o parecer, a possibilidade de adoção de ações afirmativas tem amparo nos artigos 3º e 5º da Constituição da República e na Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial.

O PGR ainda sustenta que o STF destacou a importância da transitoriedade das políticas de cotas como ações afirmativas que somente devem manter direitos desiguais ou distintos enquanto não forem alcançados os objetivos que lhes justificaram a instituição. Janot assinala que a Lei 12.990/2014 atende a esse requisito quando prevê limitação temporal de 10 anos para vigência dos sistema de cotas, conforme determina o artigo 6º da norma.

Conforme o procurador-geral, para permitir maior integração de grupos sociais notória e historicamente discriminados de forma negativa, como os afrodescendentes e as pessoas de baixa renda, em espaços sociais limitados como as instituições de ensino superior e o serviço público, é certo que alguns cidadãos terão seu interesse pessoal momentaneamente afetado.

Janot entende que se a lei em análise deliberou “favorecer”, em alguma medida, aqueles grupos historicamente lesados, pessoas dos demais grupos terão menos facilidades para ingressar nesses espaços. Mas ele afirma que “não há nisso ofensa inaceitável à meritocracia que deve reger o acesso ao ensino superior e ao serviço público, porquanto esse valor não é absoluto e é preservado pela própria concorrência que haverá para as vagas destinadas às chamadas cotas sociais ou étnicas”.

Percentual de vagas – Sobre a definição do percentual de vagas no serviço público que deve ser reservado aos beneficiários de cada uma das políticas de cotas a ser implantada, Janot explica que a matéria cabe ao Legislativo. “Havendo razoabilidade nos critérios legais, não é dado ao Poder Judiciário substituir-se ao legislador para majorá-los, reduzi-los ou equipará-los a outros que se possam considerar mais adequados, o que sempre envolve apreciação subjetiva, discricionária, para a qual a vocação é, sobretudo, do Legislativo”, comenta.

Por fim, o procurador-geral conclui que os mecanismos legais em foco são juridicamente corretos e compatíveis com a Constituição da República e sociologicamente justos e desejáveis, na direção de construir uma sociedade livre, justa e solidária; garantir o desenvolvimento nacional; erradicar a pobreza e a marginalização; reduzir as desigualdades sociais e regionais e promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e outras formas de discriminação. Todos esses são objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil, definidos de forma expressa no art. 3º da Constituição nacional.

Preliminares - O conselho justificou a ação, pois a norma vem sendo alvo de controvérsias judiciais em diversas jurisdições do país, sob alegação de que é inconstitucional. De acordo com a ação, a Lei  12.990/2014 tem o objetivo de criar ação de combate à desigualdade racial e proporcionar maior representatividade a pessoas negras e pardas no serviço público federal.

Para o procurador-geral, o requisito de existência de controvérsia judicial relevante exigido para a propositura de ação declaratória de constitucionalidade está atendido. Segundo ele, “cabe ação declaratória de constitucionalidade para afastar insegurança jurídica decorrente de controvérsia judicial relevante sobre a constitucionalidade do sistema de cotas raciais estabelecido pela Lei 12.990/2014”. Janot ainda adverte sobre o potencial multiplicador da discussão, “dada a grande quantidade de certames em que a questão da (in)constitucionalidade da reserva de vagas para cidadãos negros pode vir a ser suscitada”.


Combate a genocídio de jovens negros

A Família EDUCAFRO participou das conclusões da CPI.
 
Levou 10 propostas que precisam ser contempladas pela CPI.
 
Veja no outro texto as dez propostas.

CPI do Senado propõe medidas para combater o genocídio de jovens negros

Entre as medidas propostas pela CPI estão a implementação do Plano Nacional de Enfrentamento ao Homicídio de Jovens, o fim dos Autos de Resistência e a unificação das Polícias Militar e Civil.
porPublicado: 08/06/2016 17h12Última modificação: 08/06/2016 17h12

O relatório final da CPI do Senado sobre o Assassinato de Jovens Negros foi apresentado nesta quarta-feira (8/6) pelo relator da Comissão, o senador Lindbergh Farias. O documento, que reúne dados e pesquisas de fontes e períodos diversos, traz também relatos de histórias reais sobre jovens negros que perderam suas vidas vitimados pela violência. Como medidas práticas, o relatório sugere três ações prioritárias para combater o problema: a implementação do Plano Nacional de Enfrentamento ao Homicídio de Jovens, sugerido em comissão especial da Câmara dos Deputados; a aprovação do Projeto de Lei 4.471/2012 - que extingue os autos de resistência (termo utilizado por policiais que alegam estar se defendendo ao matar um suspeito), determina a abertura de inquérito e abre a possibilidade de prisão em flagrante do policial; e a aprovação da PEC 51, que, entre outras medidas, desmilitariza e unifica as polícias.

Segundo o senador Lindbergh Farias, os diversos problemas relacionados à gestão da Segurança Pública apurados no Relatório, indicam a necessidade de criação de um protocolo de ações básicas, para que União e estados possam atuar de forma coordenada. Entre as diretrizes para elaboração do Plano Nacional de Redução de Homicídios está a priorização de esforços e recursos em territórios considerados mais vulneráveis.

Para a senadora Lídice da Mata, presidente da Comissão, o fim dos Autos de Resistência, proposto pelo Projeto de Lei 4471/2012, em análise na Câmara dos Deputados, deve ser uma das principais bandeiras da CPI.  Para alguns especialistas, o dispositivo permite a violência aos direitos humanos sem que isso seja considerado violação grave, além da remoção de cadáveres sem perícia, do impedimento e ausência de socorro às vítimas, da ausência de investigação ou de perícia autônoma. Tudo isso, segundo argumentam, somado à culpabilização da vítima e à contribuição do Ministério Público e do Judiciário pelo arquivamento dos processos no prazo de até dois anos, sem punição dos agentes responsáveis. Presente à Sessão do Senado, Dandadra Tonantzin, do Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial defendeu a aprovação do PL 4471, afirmando que a "polícia que mata não pode ser a polícia que investiga".

Mapa da Violência subsidiou CPI - De acordo com os dados do Mapa da Violência, que subsidiou o trabalho da CPI, um jovem negro é morto no Brasil a cada 23 minutos. Anualmente cerca de 23,1 mil jovens negros são assassinados em todo o país, com uma taxa de homicídios de jovens negros quatro vezes maior que a referente a jovens brancos da mesma faixa etária, entre 15 e 29 anos. O Mapa da Violência é elaborado desde 1998 pelo sociólogo Júlio Jacobo a partir de dados oficiais do Sistema de Informações de Mortalidade do Ministério da Saúde.

Instalada em maio de 2015, a CPI foi criada com o objetivo de investigar o assassinato desses jovens, identificando as causas e responsáveis pela violência letal ao segmento, a fim de criar mecanismos para prevenir e combater o problema. A necessidade de investigação foi apontada, em 2013, pelo Conselho Nacional de Juventude (Conjuve) e por diversos movimentos sociais que há anos vêm alertando sobre o "extermínio" da juventude negra. Ao longo de sete meses, a Comissão ouviu mais de 200 pessoas em 29 audiências públicas realizadas em sete estados brasileiros, comprovando que o homicídio continua sendo a principal causa de morte desses jovens, a maioria pobres e moradores da periferia nos grandes centros urbanos e no interior do país.

O relator da Comissão classificou os dados apresentados pelo Relatório como “vergonha nacional”, afirmando que os índices são resultado de uma política de criminalização da pobreza e do racismo introjetado na sociedade. Lindbergh Farias cobrou a responsabilidade do Estado, seja por ação ou omissão, enfatizando que o Estado brasileiro, direta ou indiretamente, provoca o genocídio da população jovem e negra. "Os índices de mortalidade assumem dimensões de países em guerra. E mais impactante é o silencio da sociedade, das camadas médias e superiores, para quem esses assassinatos não constituem um problema social, pelo contrário, são considerados por muitos uma necessária estratégia de erradicação da bandidagem. O grande desafio é colocar esse tema como uma questão central da política nacional", disse o senador.

Após a apresentação do relatório, a Sessão abriu espaço para depoimentos de familiares de jovens vítimas da violência no país.

FONTE: https://www.seppir.gov.br/central-de-conteudos/noticias/cpi-do-senado-propoe-medidas-para-combater-o-genocidio-de-jovens-negros-2/@@nitf_custom_galleria


VAGAS REMANESCENTES NA UNIFAP !

Unifap Inscrições para 645 vagas remanescentes

A Unifap (Universidade Federal do Amapá) publicou edital para preencher vagas remanescentes pelo PSME .São 645 vagas remanescentes de graduação divididas em 30 cursos. As inscrições podem ser feitas via internet entre os dias 05 a 16 de maio no endereço eletrônico www.unifap.br/depsec  A taxa de inscrição é de R$ 130 reais e podem ser pagas nas agências do Banco do Brasil.

O PSME 2016 será executado em duas etapas conduzidas por bancas examinadoras, definidas pela Pró-reitoria de Graduação e pelos colegiados e coordenações dos cursos que oferecem vagas no processo. A primeira etapa será composta por análise documental. Após o pagamento da taxa, o candidato deve fazer a entrega da documentação (original e cópia) exigida no edital nos dias 20, 21 e 23 de maio, junto ao Depsec.

A segunda etapa da seleção será presencial e será constituída de prova objetiva composta por 50 questões com temas específicos de cada curso de acordo com conteúdos programáticos disponibilizados pelos colegiados e coordenações de cursos. A prova objetiva somente será aplicada nos casos em que se registre demanda superior às vagas em oferta.

As datas, conteúdos programáticos e demais regras específicas da prova, serão publicados após o registro de inscrições nos cursos que registrarem demanda superior às vagas em oferta. Física (licenciatura) é o curso com o maior número de vagas em oferta, 114, seguido de Matemática (licenciatura) com 86 e Geografia (bacharelado), 41. Medicina (4 vagas), Engenharia Civil (5 vagas), Teatro (5 vagas) e Sociologia (6 vagas) figuram com os que ofertam o menor número de vagas.


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