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Siga os passos 👇🏿

1. Realize sua inscrição no site da PUC Rio:

https://vestibular.puc-rio.br/WebInscricaoVestibular/InscricaoVestibularCadastro.aspx?sessao=VmluY3Vsbz1WVEImU2lzdGVtYT1WRVNUJkFwbGljYWNhbz1JTlNDVkVTVCZjb2RpZ29UZW1wb3JhbD0yMDIyMTImSUQ9Zjk5YWNlM2Y0MzdiNDIyZGE5ZDU4OTBhNmJhYjk1MTA_
sem gerar o boleto.

2. Preencha com muita atenção o formulário de inscrição junto a Educafro Brasil:

https://forms.gle/ErBJwwFmuzcmRQDH6

😁 A entidade vai pagar, diretamente à PUC, o seu boleto com valor cheio e você deverá entrar na sua inscrição e pegar o comprovante de pagamento realizado (assim que lhe dermos o sinal).

🔊 Tod@s os associad@s EDUCAFRO Brasil estarão, automaticamente, candidat@s à bolsa de 100%, na PUC RIO, desde que passem na primeira chamada do vestibular e estejam no perfil de bolsa definido pela PUC. Dá segunda chamada em diante não há garantia de bolsas.

✅ Entre no portal da Educafro Brasil e torne-se associadx:

https://www.educafro.org.br/associados/register.php

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Você terá maiores chances nos cursos de Licenciatura e Serviço Social

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Prazo até até às 18h do dia 18/09/2022.

Conheça mais oportunidades EDUCAFRO BRASIL:
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EDUCAFRO BRASIL CONVIDA: Palestra sobre a aplicação dos princípios do ESG

EDUCAFRO BRASIL CONVIDA: Palestra sobre a aplicação dos princípios do ESG

No dia 20/09 falaremos sobre a aplicação dos princípios do ESG, no âmbito Social, e sua importância na busca por maior Diversidade e Inclusão nas empresas.

Mais informações no link:
https://esab.edu.br/palestra-presencial-e-online-esg-um-pacto-pela-inclusao-social/


Reunião Nacional da EDUCAFRO Brasil

Reunião Nacional da EDUCAFRO Brasil

 

Quando? 19 de Junho

Horário? das 9 às 12 horas

Será presencial para o Rio e online para o resto do Brasil.

Local? Auditório da FGV Rio
Rua: Praia de Botafogo, 190 Botafogo - RJ

Como chegar?.

Utilize o metro e solte na estação Flamengo. Ao sair da estação, dobre a direita na Rua Marques de Abrantes em direção a Praia de Botafogo. Ao chegar na Praia de Botafogo, dobre a direita e siga para a sede da Vale do Rio Doce, a entrada será por lá.
Existem diversas linhas de ônibus que passam pela Praia de Botafogo.

Obs: A FGV é bem conhecida por todos, basta perguntar.

Vários convidad@s especiais!

Obs 1: necessário levar comprovante de vacina e máscaras.

Obs 2 : O preenchimento é obrigatório para ter acesso as dependências da FGV.

A pré inscrição é necessária, tanto presencial como online. Entre neste link:

https://forms.gle/TwPWeRSDUxgxcEUF9

Teremos palestras de cidadania e anúncio de novas oportunidades, sólidas ou em construção, como:

Bolsas na FGV (graduação e pós graduação)
Bolsas na FACHA (Graduação e Pós graduação)
Bolsas na PUC-RIO (graduação)
Bolsas ALLUMINI COPPEAD (extensão)
Bolsas Faculdade Impacta (graduação)
Bolsas Metodista

E muito mais!

 

Se vocês são associad@s ou desejam algum beneficio da EDUCAFRO, sua participação, presencial ou online, é obrigatória

Dúvidas?
assessoria@educafro.org.br

Ou: (11) 9 2018-3245

Mais oportunidades?
www.educafro.org.br


PROTOCOLO PARA A MELHORIA OU IMPLANTAÇÃO DA EDUCAFRO BRASIL

PROTOCOLO PARA A MELHORIA OU IMPLANTAÇÃO DA EDUCAFRO BRASIL

UNIDADES LOCAIS, MUNICIPAIS, REGIONAIS OU ESTADUAIS

 

I - INTRODUÇÃO

Esse texto está em construção. Essa é a 6 versão e faremos quantas forem necessárias até chegarmos a envolvermos todos os estados nessa reformatação da EDUCAFRO Brasil. O método Paulo Freire, seguido pela EDUCAFRO, dá esse direcionamento: aprender fazendo! Esse método pedagógico tem seu complemento com o método das CEBs: VER, JULGAR, AGIR, AVALIAR, CELEBRAR. Temos um foco: fortalecer as conquistas do povo afro e desse foco não abriremos mão!

 

II - DESENVOLVIMENTO

1 – A pandemia fez todas as instituições se redefinirem, no seu modo de se organizar e operacionalizar suas atividades. As instituições sociais que não fizeram isso, estão, agora, na UTI ou já morreram.  A EDUCAFRO BRASIL, há três anos sentiu um forte clima de mudanças no ar e lançou um movimento chamado de REFUNDAÇÃO DA EDUCAFRO. Agora, com a pandemia, os princípios dessa refundação foram realinhados e estamos também fazendo a EDUCAFRO se organizar prioritariamente online.

Para canções novas, ouvidos novos. Já orientava e orienta um ditado popular africano. Trabalhos online exige ouvidos novos para entender e se adaptar às novas exigências da articulação.

2 – Esse protocolo que entrará em vigor em 1º de janeiro de 2022, define que a EDUCAFRO, em cada estado, deve ir se (re)organizando só online, seguindo os estatutos nacionais, zelando pelo bom conceito construído por todos que passaram por ela antes de nós e com seu CNPJ forte, único para todo o Brasil. A autorização para uso é restrita à diretoria, para servir a qualquer parte do Brasil. Vamos ouvir, avaliar e dar vigor às propostas locais, regionais e de cada estado, para ajudar no empoderamento do povo afro-brasileiro, via EDUCAFRO. Vamos nos fortalecer mutuamente! Essa é uma fase muito rica, de construção, com a ousadia de usar as ferramentas do mundo jurídico, sem abrir mãos de especificidades experimentadas ao longo desses 40 anos e que deram excelentes resultados.

 

3 – Mais de 80% das oportunidades e demandas que chegam para o povo da EDUCAFRO Brasil, são amplas e atendem às necessidades dos afro-brasileiros de todo o território nacional. Motivaremos para que as lideranças de cada estado ou locais façam um eficiente trabalho, divulgando as oportunidades, adaptando as peças de divulgações aos estilos de cada estado e assim as oportunidades serão procuradas por afro-brasileiros de todo Brasil, saindo do eixo Rio – São Paulo. Queremos mudar essa realidade. Essa mudança só acontecerá se as lideranças de cada estado derem prioridade para se organizarem com intensidade e foco, colocando o empoderamento do povo afro na frente de seus problemas e desafios pessoais, por maiores que sejam os problemas de cada um.

 

4 – Inicialmente iremos escolher 7 pessoas para formar a comissão estadual ou local, provisória. Em um segundo momento iremos manter na comissão provisória as 3 pessoas mais eficientes, com a habilidades de captar e atrair benefícios para os afros e despertar mais pessoas, negras ou não, de seu estado, para investirem no empoderamento da comunidade afro-brasileira, especificamente em seu estado. Ao mesmo tempo iremos observando e chamando outras para recomporem a comissão de 7 pessoas. Por mais que o critério de representatividade sejam interessantes, a EDUCAFRO Brasil vai priorizar, radicalmente o critério da dedicação à causa.

  • Obs.: FRANQUIA SOCIAL: Após o período inicial de reimplantação, deveremos elaborar uma carta orientativa transformando a EDUCAFRO Brasil, numa franquia social nacional. Para isso, será necessária uma formatação intuitiva e jurídica (nossa meta é que essa transformação seja um grande passo que irá fazer gerar empregos e um novo conceito de movimento social no Brasil). Quando? Assim que a maioria dos estados avançarem na reorganização atual e no entendimento do que é FRANQUIA SOCIAL. Iremos organizar reuniões online para ajudar a todos estarem na mesma sintonia colaborativa. Uma das riquezas da franquia social é adaptar para a rede nacional as excelentes experiencias locais.

 

5 – Nesse primeiro momento a EDUCAFRO Brasil vai se pautar pela eficiência no servir aos seus irm@s afro-brasileir@s, sem se preocupar com estrutura física ou de poder. O binômio intuição X instituição, optando mais pelo primeiro, será a grande luz para fazer os avanços acontecerem. Um dos princípios básicos dessa fase é o de colocar em prática a intuição que consiste na força de cada um, em colocar o máximo de sua energia na causa do povo afro. A instituição, através de sua mantenedora está aí para não deixar que essa corrente do bem venha a perder o foco. A intuição em cada estado mal assimilada, pode gerar a perda de foco e dar asas às vaidades pessoais. Fazer o máximo pelo povo afro do seu estado, esquecendo-se de si é uma das melhores formas de provar que está em sintonia com a energia criadora do mundo que quer ver o nosso povo afro levantar a cabeça e reconquistar seus direitos.

Como está no título, essa é uma carta de princípios. Outros documentos/regramentos serão construídos para dar eficiência ao fazer em cada estado. Mas o fundamental é essa fase, onde queremos detectar boas e eficientes lideranças em cada estado.

 

6 – A EDUCAFRO Brasil, sede nacional, sempre trabalhará para todos os afro-brasileiros/descendentes  de toda a Federação, associados legalmente à EDUCAFRO. As coordenações provisórias podem, em sintonia e autorização da matriz, avançar com parcerias locais que beneficiam os associados locais. Podem, também, trazer parcerias que beneficiam o conjunto do Brasil, seguindo as orientações e os procedimentos da sede Nacional.

 

7 – Cabe às parcerias Estaduais ou locais:

  1. Replicar, com um estilo e linguagem local, as demandas e oportunidades que chegam à sede nacional, em vista do fortalecimento da rede EDUCAFRO, nos locais/estados.
  2. Trabalhar para expandir a quantidade de associados em cada estado.
  3. Buscar, convidar e motivar os associados que residem em seu estado e que já estão recebendo benefícios da sede nacional a se engajarem com garra e respeitando todas as normas da LGPD.
  4. Ter consciência de que existe um único banco de cadastro da EDUCAFRO em nível nacional e a coordenação de cada local/estado terá acesso somente aos associados de seu local/estado, estando vedado acesso aos dados de associados de outros estados.
  5. Conquistar novos voluntários para o desenvolvimento dos trabalhos em cada local/estado.
  6. Em cada local/estado, abrir o máximo de núcleos/grupos EDUCAFRO, (pré-vestibular; núcleos jurídicos, EDUCAFRO tech; núcleo político partidário; núcleo de conquistas por políticas públicas, grupos de psicólogos negros, etc.). Isso deve acontecer em cidades, municípios e bairros, em função do despertar dos afro-brasileiros/descendentes para o empoderamento do nosso povo.
  7. Adaptar cada demanda que a Educafro Nacional apresentar à realidade do seu Estado, criando folders dentro dos parâmetros da sede nacional (produzidos pela Escola de líderes), mantendo o princípio da instituição.
    • Os núcleos também devem ter iniciativa de produzir as próprias artes denunciando tanto questões de preconceito, violência e discriminação racial.

 

  1. Atrair advoga@s locais para serem bons voluntários negr@s e branc@s, em vista de ajudar a EDUCAFRO Brasil a radicalizar positivamente na judicialização de muitos casos de racismo, praticados contra o povo afro-brasileiro em cada local/estado, conquistando indenizações coletivas, em função da gravidade do racismo.
  1. Atrair psicólog@s negr@s e branc@s em vista de se implementar um excelente trabalho de atendimento ao povo afro-brasileiro/descendentes, vítima dos traumas gerados pelo racismo estrutural, institucional e individual.
  2. Incentivar as pessoas de seus estados a serem um observatório vivo, levantando pautas como preconceito, racismo e violência, bem como orientá-los a fazer um encaminhamento imediato para o e-mail juridico@educafro.org.br referente a todas as denúncias. Fundamental dar ênfase para pautas positivas, como empregabilidade.
  3. Averiguar as fraudes nas Universidades e Concursos Públicos em seus municípios e estados. Em caso do não cumprimento, por parte das instituições, conforme as respectivas leis 12.990 de 2014 e 12.711 de 2012, adaptar a carta padrão e encaminhá-la ao Ministério Público estadual, denunciando e solicitando medidas a favor da causa.
  4. Fazer com que, o máximo possível de afro-brasileiro/descendentes de seu estado, sejam beneficiados por conquistas das parcerias nacionais. Evitar-se-á definir quantidade de oportunidades por estado, numa primeira etapa. A quantidade de beneficiários de cada estado será um resultado da garra por inclusão, fruto do trabalho da coordenação do seu estado.
  5. Cada núcleo deve incentivar e acompanhar seus membros para que o povo negro ocupe principalmente as vagas ociosas nas universidades públicas e Institutos Federais de qualquer estado do Brasil, com bolsa moradia e alimentação, nem que a entidade tenha que abrir mandados de seguranças. Só depois gastar energias com vagas em faculdades particulares. O problema é que elas começam com bolsas boas e, a cada semestres vão mudando para pior. Isso não acontece com as universidades públicas.

I- Incentivar a ocupação das vagas por meio das cotas sócio raciais;

II- A entidade possui mecanismos jurídicos de segurança que podem auxiliar na busca de garantias de moradia, alimentação ou auxílio permanência para todos os estudantes que ingressarem em universidades públicas.

  1. Auxiliar a Educafro no mapeamento e na escolha de institutos federais ou universidades públicas, para traçar um plano estratégico de imersão do povo negro e baixa renda através das vagas ociosas.
  1. Apresentar à sede nacional contatos dos responsáveis por possíveis universidades e faculdades, de qualidade, de seu estado, em vista de se conseguir bolsas de estudo e outros benefícios para os associados. Qualquer pessoa associada de outros estados, assim querendo e tendo estrutura pessoal de apoio, pode concorrer às bolsas e oportunidades de qualquer estado.

I- A tendência dos estados é manter a lógica anterior da Educafro de investir em conquistar bolsas em universidades particulares, pois entendemos que tais instituições respeitam os horários de atividade acadêmica escolhido pelo estudante no momento do processo seletivo e de matrícula.  De modo a ser garantido a possibilidade de trabalho, sem que haja empecilhos acadêmicos. Assim, é importante que os estados continuem a divulgar as bolsas disponíveis em universidades particulares, sem deixar de priorizar as públicas.

  1. Criar núcleos presenciais da EDUCAFRO Tech em vista de incluir o povo afro-brasileiro/descendentes no mundo da tecnologia divulgando frequentemente e possibilitando o crescimento tecnológico, a fim de garantir a empregabilidade do maior número de irmãos/irmãs.
  1. Potencializar o aumento do índice de empregabilidade dos afro-brasileiros/descendentes, no seu estado, através de reuniões com empresas e potenciais contratantes com foco na diversidade, e fazer a divulgação de vagas de empregos.

I- Incentivar a juventude junto com seus pais ou responsáveis a buscarem a mobilidade social,  ocupando vagas de empregos online, home office, como nova forma de empoderamento.

Promover ações para a inclusão do negro nas grandes empresas de seu estado. Assim, cabe aos responsáveis buscar as empresas mais importantes de seus estados e solicitar que recebam em reunião, o diretor executivo da EDUCAFRO brasil para pensarmos possíveis parcerias em busca de promover a inclusão e diversidade negra nesses espaços de trabalho.

  1. Organizar debates políticos com candidatas(os) negras(os) de todos os partidos, presentes no seu município e nos estados de modo a promover discussões que considerem as pautas da população afro-brasileiras /descendentes, evitando vínculo com partidos políticos.
  2. Com base na Convenção Interamericana Contra o Racismo, a Discriminação racial e Formas correlatas de Intolerância, a EDUCAFRO iniciará uma campanha convidando as prefeituras de seu município a colocarem em prática e alinharem suas metas com a Convenção. Nosso principal foco neste primeiro momento será a adoção de ações afirmativas através das políticas de cotas. Cabe aos núcleos de cada local/estado acompanhar o retorno deste incentivo da EDUCAFRO Brasil em seu município. Acompanhamento com responsabilidade para o bem-estar social  por parte de cada articulação da EDUCAFRO local.

 

8 – Cabe à sede Nacional:

  1. Criar, no site nacional, o subdomínio para o desenvolvimento do site de cada estado.
  2. Dar assessoria às coordenações provisórias estaduais em vista do seu fortalecimento.
  3. Receber das comissões provisórias os contatos de possíveis parcerias com universidades e faculdades e enviar as cartas padrões com a assinatura do Diretor Nacional.
  4. Trabalhar para criar uma metodologia de contribuição financeira dos associados, de modo que uma porcentagem fique em cada estado.
  5. Criar um sistema para ajudar cada estado a gerir suas finanças com transparência fazendo excelente uso do dinheiro provindo das contribuições dos associados de cada estado.
  6. Criar um e-mail institucional para cada estado. Exemplo: bahia@educafro.org.br Os membros da coordenação estadual provisória terão acesso à mesma senha.
  7. Observar o perfil de quais candidatos irão apoiar as nossas causas na Câmara Municipal, estadual, federal ou Senado.
  8. Averiguar quais candidatos negros de sua região estão disponíveis para debates a favor de nossas pautas e envolve-los nas lutas.
  9. Solicitar aos coordenadores de cada estado suas demandas, ou seja, o que os seus municípios precisam para melhorar seu desempenho.
  10. Garantir que as demandas da EDUCAFRO nacional sejam replicadas nos Estados.

9 – Bolsas atualmente disponíveis para todo o Brasil:

a - Cursinho Pré-vestibular online, EDUCAFRO Brasil-ICL,

b – ICL (mais de 100 cursos),

c – Insper (preparatório com bolsas dinâmicas; bolsas graduação; bolsas pós e bolsas mestrado),

d – Preparatório para o concurso da Magistratura,

e – Educafro Tech (com bolsas de R$100,00 para 5 breves cursos)

f – Preparatório para o concurso do MPF (Ministério Público Federal)

g – Preparatório para concursos que dependem do certificado da ANPAD (Associação Nacional de pós-graduação e pesquisa em Administração)

h – Preparatórios para concursos públicos a nível fundamental, médio e superior.

i – Preparatórios para exames da OAB (Ordem dos advogados do Brasil), em suas várias fases.

j – Bolsas de graduação para ingressar em várias universidades do Brasil.

 

10 – Casos de racismo e violência policial:

a - A EDUCAFRO Brasil possui o seu escritório nacional de advocacia composto por uma equipe de advogad@s para atender a essas demandas.

b – O escritório fará a triagem e definirá quais demandas a entidade é aconselhada a assumir e quais demandas devem ser encaminhadas para as defensorias estaduais ou defensoria da união.

c – Nossa prioridade absoluta serão as demandas comunitárias que são transformadas em ações coletivas em prol dos afro-brasileiros. Entendemos que as demandas individuais são focos/missão das defensorias.

11– Outras propostas das regiões:

A -

B -

C -

 

 

III - CONCLUSÃO

Um tempo novo está chegando! Vamos testar o quanto cada membro da Escola de Líderes está entendendo sua missão! Esse texto foi lançado no dia 13 de dezembro de 2021 e, sempre que necessário, será debatido em reunião com o Frei e todos os membros da Escola de Líderes. São convidadas para essa reunião pessoas interessadas que estão nos grupos de todos os estados. Os membros da Escola de Líderes da EDUCAFRO têm a missão de estimular a participação do maior número de pessoas de cada estado. Essas reuniões ocorrerão com o intuito de aprofundar com os estados o futuro que está sendo projetado. O link para acesso ao texto ficará disponível na descrição dos grupos de cada estado.

Estamos cheios de boas expectativas!

Para todas as oportunidades acesse: allmylinks.com/educafro


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Estamos procurando pessoas engajadas na luta do povo preto e professores de matemática, português (gramática), química e física.

Estamos procurando pessoas engajadas na luta do povo preto e professores de matemática, português (gramática), química e física.

Aqueles que não forem professores, também podem se inscrever desde que tenham vontade de fazer a diferença no mundo

Será necessário que a pessoa tenha acesso à internet e
equipamento adequado, pois o voluntariado será realizado somente
na modalidade remota, em virtude da pandemia do COVID-19.

Cadastre-se para agendar a sua entrevista e contribuir:

https://forms.gle/abqU74nuf15r4PRr6

Para outras oportunidades acesse: allmylinks.com/educafro


*BAHIA: BOLSAS DE 100% de GRADUAÇÃO* NA UNIVERSIDADE METODISTA

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                                             (tem nota melhor do que 80 universidades públicas!)

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1) Bolsas pela *EDUCAFRO Bahia* do começo ao fim do curso!
2) Como funciona?

Os cursos de graduação a distância apresentam um formato inovador e flexível, que permite ao aluno obter conhecimentos sem deixar de interagir com os professores e outros estudantes. Desta forma, o aluno pode administrar melhor seu tempo e os seus estudos.

3) Pode depois (que acabar a covid) se transferir para a Metodista presencial?
Sim! Pode! Na reunião iremos lhe orientar!
4) Faça em um dos polos BA: 
a) Polo Vitória da Conquista - 28 cursos!
b) Polo Salvador - tem 28 cursos!
c) Veja os cursos de graduação no link: http://portal.metodista.br/ead/graduacao-a-distancia/polos
d) Se o aluno interessado em pós, trouxer 20 colegas para a matricula na graduação, recebe uma bolsa na pós! Viva!
5) O que devo fazer?
Participar de uma reunião da EDUCAFRO Bahia e receber as orientações. Essas reuniões serão todos os domingos, às 16 horas, no link: https://bit.ly/MetodistaEducafroBA
Acesse todas as oportunidades EDUCAFRO em: allmylinks.com/educafro

PROTOCOLO PARA A MELHORIA OU IMPLANTAÇÃO DA EDUCAFRO BRASIL

PROTOCOLO PARA A MELHORIA OU IMPLANTAÇÃO
DA EDUCAFRO BRASIL
UNIDADES LOCAIS, MUNICIPAIS, REGIONAIS OU ESTADUAIS

 

I - INTRODUÇÃO
Esse texto está em construção. Essa é a 6 versão e faremos quantas forem necessárias até chegarmos a envolvermos todos os estados nessa reformatação da EDUCAFRO Brasil. O método Paulo Freire, seguido pela EDUCAFRO, dá esse direcionamento: aprender fazendo! Esse método pedagógico tem seu complemento com o método das CEBs: VER, JULGAR, AGIR, AVALIAR, CELEBRAR. Temos um foco: fortalecer as conquistas do povo afro e desse foco não abriremos mão!

II - DESENVOLVIMENTO
1 – A pandemia fez todas as instituições se redefinirem, no seu modo de se organizar e operacionalizar suas atividades. As instituições sociais que não fizeram isso, estão, agora, na UTI ou já morreram. A EDUCAFRO BRASIL, há três anos sentiu um forte clima de mudanças no ar e lançou um movimento chamado de REFUNDAÇÃO DA EDUCAFRO. Agora, com a pandemia, os princípios dessa refundação foram realinhados e estamos também fazendo a EDUCAFRO se organizar prioritariamente online.
Para canções novas, ouvidos novos. Já orientava e orienta um ditado popular africano. Trabalhos online exige ouvidos novos para entender e se adaptar às novas exigências da articulação.

2 – Esse protocolo que entra em vigor em 1º de janeiro de 2022, define que a EDUCAFRO, em cada estado, deve ir se (re)organizando só online, seguindo os estatutos nacionais, zelando pelo bom conceito construído por todos que passaram por ela antes de nós e com seu CNPJ forte, único para todo o Brasil. A autorização para uso é restrita à diretoria, para servir a qualquer parte do Brasil. Vamos ouvir, avaliar e dar vigor às propostas locais, regionais e de cada estado, para ajudar no empoderamento do povo afro-brasileiro, via EDUCAFRO. Vamos nos fortalecer mutuamente! Essa é uma fase muito rica, de construção, com a ousadia de usar as ferramentas do mundo jurídico, sem abrir mãos de especificidades experimentadas ao longo desses 40 anos e que deram excelentes resultados.

3 – Mais de 80% das oportunidades e demandas que chegam para o povo da EDUCAFRO Brasil, são amplas e atendem às necessidades dos afro-brasileiros de todo o território nacional. Motivaremos para que as lideranças de cada estado ou locais façam um eficiente trabalho, divulgando as oportunidades, adaptando as peças de divulgações aos estilos de cada estado e assim as oportunidades serão procuradas por afro-brasileiros de todo Brasil, saindo do eixo Rio – São Paulo. Queremos mudar essa realidade. Essa mudança só acontecerá se as lideranças de cada estado derem prioridade para se organizarem com intensidade e foco, colocando o empoderamento do povo afro na frente de seus problemas e desafios pessoais, por maiores que sejam os problemas de cada um.

4 – Inicialmente iremos escolher 7 pessoas para formar a comissão estadual ou local, provisória. Em um segundo momento iremos manter na comissão provisória as 3 pessoas mais eficientes, com a habilidades de captar e atrair benefícios para os afros e despertar mais pessoas, negras ou não, de seu estado, para investirem no empoderamento da comunidade afro-brasileira, especificamente em seu estado. Ao mesmo tempo iremos observando e chamando outras para recomporem a comissão de 7 pessoas. Por mais que o critério de representatividade sejam interessantes, a EDUCAFRO Brasil vai priorizar, radicalmente o critério da dedicação à causa.
• Obs.: FRANQUIA SOCIAL: Após o período inicial de reimplantação, deveremos elaborar uma carta orientativa transformando a EDUCAFRO Brasil, numa franquia social nacional. Para isso, será necessária uma formatação intuitiva e jurídica (nossa meta é que essa transformação seja um grande passo que irá fazer gerar empregos e um novo conceito de movimento social no Brasil). Quando? Assim que a maioria dos estados avançarem na reorganização atual e no entendimento do que é FRANQUIA SOCIAL. Iremos organizar reuniões online para ajudar a todos estarem na mesma sintonia colaborativa. Uma das riquezas da franquia social é adaptar para a rede nacional as excelentes experiencias locais.

5 – Nesse primeiro momento a EDUCAFRO Brasil vai se pautar pela eficiência no servir aos seus irm@s afro-brasileir@s, sem se preocupar com estrutura física ou de poder. O binômio intuição X instituição, optando mais pelo primeiro, será a grande luz para fazer os avanços acontecerem. Um dos princípios básicos dessa fase é o de colocar em prática a intuição que consiste na força de cada um, em colocar o máximo de sua energia na causa do povo afro. A instituição, através de sua mantenedora está aí para não deixar que essa corrente do bem venha a perder o foco. A intuição em cada estado mal assimilada, pode gerar a perda de foco e dar asas às vaidades pessoais. Fazer o máximo pelo povo afro do seu estado, esquecendo-se de si é uma das melhores formas de provar que está em sintonia com a energia criadora do mundo que quer ver o nosso povo afro levantar a cabeça e reconquistar seus direitos.
Como está no título, essa é uma carta de princípios. Outros documentos/regramentos serão construídos para dar eficiência ao fazer em cada estado. Mas o fundamental é essa fase, onde queremos detectar boas e eficientes lideranças em cada estado.

6 – A EDUCAFRO Brasil, sede nacional, sempre trabalhará para todos os afros de todos os estados do Brasil, associados legalmente à EDUCAFRO. As coordenações provisórias de cada estado podem, em sintonia e autorização da nacional, avançar com parcerias locais que beneficiam os associados locais. Podem, também, trazer parcerias que beneficiam o conjunto do Brasil, seguindo as orientações e os procedimentos da sede Nacional.

7 – Cabe às parcerias Estaduais ou locais:
a. Replicar, com um estilo e linguagem local, as demandas e oportunidades que chegam à sede nacional, em vista do fortalecimento da rede EDUCAFRO, nos locias/estados.
b. Trabalhar para expandir a quantidade de associados em cada estado.
c. Buscar, convidar e motivar os associados que residem em seu estado e que já estão recebendo benefícios da sede nacional a se engajarem com garra, respeitando todas as normas da LGPD.
d. Ter consciência de que existe um único banco de cadastro da EDUCAFRO em nível nacional e a coordenação de cada local/estado terá acesso somente aos associados de seu local/estado, estando vedado acesso aos dados de associados de outros estados.
e. Conquistar novos voluntários para o desenvolvimento dos trabalhos em cada local/estado.
f. Em cada local/estado, abrir o máximo de núcleos/grupos EDUCAFRO, (pré-vestibular; núcleos jurídicos, EDUCAFRO tech; núcleo político partidário; núcleo de conquistas por políticas públicas, grupos de psicólogos negros, etc.). Isso deve acontecer em cidades, municípios e bairros, em função do despertar dos afros para o empoderamento do nosso povo.
g. Adaptar cada demanda que a Educafro Nacional apresentar à realidade do seu Estado criando folders dentro dos parâmetros da sede nacional (produzidos pela Escola de líderes), mantendo o princípio da instituição.
I- Os núcleos também devem ter iniciativa de produzir as próprias artes denunciando tanto questões de preconceito, violência e discriminação racial.

h. Atrair advoga@s locais para serem bons voluntários, negr@s e branc@s, em vista de ajudar a EDUCAFRO Brasil a radicalizar positivamente na judicialização de muitos casos de racismo, praticados contra o povo afro-brasileiro em cada local/estado, conquistando indenizações coletivas, em função da gravidade do racismo.
i. Atrair psicólog@s negr@s e branc@s em vista de se implementar um excelente trabalho de atendimento ao povo afro, vítima dos traumas gerados pelo racismo estrutural, institucional e individual.
j. Incentivar as pessoas de seus estados a serem um observatório vivo, levantando pautas como preconceito, racismo e violência, bem como orientá-los a fazer um encaminhamento imediato para o e-mail jurídico@educafro.org.br referente a todas as denúncias. Fundamental dar ênfase para pautas positivas, como empregabilidade.
k. Averiguar as fraudes nas Universidades e Concursos Públicos em seus Municípios. Em caso do não cumprimento, por parte das instituições, conforme as respectivas leis 12.990 de 2014 e 12.711 de 2012, adaptar a carta padrão e encaminhá-la ao Ministério Público estadual, denunciando e solicitando medidas a favor da causa.
l. Fazer com que, o máximo possível de afros de seu estado, sejam beneficiados por conquistas das parcerias nacionais. Evitar-se-á definir quantidade de oportunidades por estado, numa primeira etapa. A quantidade de beneficiários de cada estado será um resultado da garra por inclusão, fruto do trabalho da coordenação do seu estado.
m. Cada núcleo deve incentivar e acompanhar seus membros para que o povo negro ocupe principalmente as vagas ociosas nas universidades públicas e Institutos Federais de qualquer estado do Brasil, com bolsa moradia e alimentação, nem que a entidade tenha que abrir mandados de seguranças. Só depois gastar energias com vagas em faculdades particulares. O problema é que elas começam com bolsas boas e, a cada semestres vão mudando para pior. Isso não acontece com as universidades públicas.
I- Incentivar a ocupação das vagas por meio das cotas sócio raciais;
II- A entidade possui mecanismos jurídicos de segurança que podem auxiliar na busca de garantias de moradia, alimentação ou auxílio permanência para todos os estudantes que ingressarem em universidades públicas.
n. Auxiliar a Educafro no mapeamento e na escolha de institutos federais ou universidades públicas, para traçar um plano estratégico de imersão do povo negro e baixa renda através das vagas ociosas.
o. Apresentar à sede nacional contatos dos responsáveis por possíveis universidades e faculdades, de qualidade, de seu estado, em vista de se conseguir bolsas de estudo e outros benefícios para os associados. Qualquer pessoa associada de outros estados, assim querendo e tendo estrutura pessoal de apoio, pode concorrer às bolsas e oportunidades de qualquer estado.
I- A tendência dos estados é manter a lógica anterior da Educafro de investir em conquistar bolsas em universidades particulares, pois entendemos que tais instituições respeitam os horários de atividade acadêmica escolhido pelo estudante no momento do processo seletivo e de matrícula. De modo a ser garantido a possibilidade de trabalho, sem que haja empecilhos acadêmicos. Assim, é importante que os estados continuem a divulgar as bolsas disponíveis em universidades particulares, sem deixar de priorizar as públicas.
p. Criar núcleos presenciais da EDUCAFRO Tech em vista de incluir o povo afro no mundo da tecnologia divulgando frequentemente e possibilitando o crescimento tecnológico, a fim de garantir a empregabilidade do maior número de irmãos.
q. Potencializar o aumento do índice de empregabilidade afro, no seu estado, através de reuniões com empresas, potenciais contratantes com foco na diversidade e fazer a divulgação de vagas de empregos.
I- Incentivar a disputa a ocupação de vagas de empregos online, home office, como nova forma de empoderamento e garantindo a sua presença na formação dos filhos.
r. Promover ações para a inclusão do negro nas grandes empresas de seu estado. Assim, cabe aos responsáveis buscar as empresas mais importantes de seus estados e solicitar que recebam em reunião, o diretor executivo da Educafro brasil para pensarmos possíveis parcerias em busca de promover a inclusão e diversidade negra nesses espaços de trabalho.
s. Organizar debates políticos com candidatos negros de todos os partidos, presentes no seu município e nos estados de modo a promover discussões que considerem as pautas da população afro, evitando vínculo com partidos políticos.
t. Com base na Convenção Interamericana Contra o Racismo, a Discriminação racial e Formas correlatas de Intolerância, a Educafro iniciará uma campanha convidando as prefeituras de seu município a colocarem em prática e alinharem suas metas com as da Convenção, sendo a adoção de ações afirmativas através da políticas de cotas nosso principal foco neste primeiro momento. Cabe ao núcleo de cada local/estado acompanhar o retorno desta pressão da EDUCAFRO Brasil em seu município. Queremos um forte acompanhamento e pressão por parte de cada articulação da EDUCAFRO local.

8 – Cabe à sede Nacional:
a. Criar, no site nacional, o subdomínio para o desenvolvimento do site de cada estado.
b. Dar assessoria às coordenações provisórias estaduais em vista do seu fortalecimento.
c. Receber das comissões provisórias os contatos de possíveis parcerias com universidades e faculdades e enviar as cartas padrões com a assinatura do Diretor Nacional.
d. Trabalhar para criar uma metodologia de contribuição financeira dos associados, de modo que uma porcentagem fique em cada estado.
e. Criar um sistema para ajudar cada estado a gerir suas finanças com transparência fazendo excelente uso do dinheiro provindo das contribuições dos associados de cada estado.
f. Criar um e-mail institucional para cada estado. Exemplo: bahia@educafro.org.br Os membros da coordenação estadual provisória terão acesso à mesma senha.
g. Observar o perfil de quais candidatos irão apoiar as nossas causas na Câmara Municipal, estadual, federal ou Senado.
h. Averiguar quais candidatos negros de sua região estão disponíveis para debates a favor de nossa pautas e envolve-los nas lutas.
i. Solicitar aos coordenadores de cada estado suas demandas, ou seja, o que aquele município precisam para melhorar seus desempenhos.
j. Garantir que as demandas da Educafro Nacional sejam replicadas nos Estados.
9 – Bolsas atualmente disponíveis para todo o Brasil:
a - Cursinho Popular,
b - ICL,
c - Insper,
d - Magistratura,
e – Educafro Tech
f – MPF
g – ANAD
h – Preparatório para Concursos FMB
i – Preparatório para as provas da OAB
j – Metodista

9 – Casos de racismo e violência policial:
a - A EDUCAFRO Brasil possui o seu escritório nacional de advocacia para atender a essas demandas.
b – O escritório fará a triagem e definirá quais demandas a entidade é aconselhada a assumir e quais demandas devem ser encaminhadas para as defensorias estaduais ou defensoria da união.
c – Nossa prioridade absoluta serão as demandas comunitárias. Demandas individuais não são o foco da entidade e sim das defensorias.
10 – Outras propostas das regiões:
A -
B -
C -

III - CONCLUSÃO
Um tempo novo está chegando! Vamos testar o quanto cada membro da Escola de Líderes está entendendo sua missão! Esse texto está sendo lançado hoje, dia 13 de dezembro e será debatido numa reunião, com o Frei e todos os membros da Escola no dia 18/12 às 14 horas. São convidadas para essa reunião pessoas interessadas que estão nos grupos de todos os estados. Os membros da Escola de Líderes da EDUCAFRO têm a missão de estimular a participação do maior número de pessoas de cada estado. Essa primeira reunião será para aprofundar com os estados o futuro que está sendo projetado e de hoje, 12/12 a 18/12, caberá à Escola de Líderes motivar as bases. Esse texto deve ser discutido em todos os grupos em cada estado. Estamos cheios de boas expectativas!
Até lá!

 


Coleção: HISTÓRIA GERAL DA ÁFRICA

Coleção: HISTÓRIA GERAL DA ÁFRICA

 

Com alegria, a EDUCAFRO Brasil comunica que está disponível para Download a Coleção História Geral da África.

É uma coleção de 8 volumes, construídos por um longo projeto iniciado pela UNESCO desde 1964. Foi elaborada atendendo a uma pauta dos países da Comunidade Africana, como também de comunidades descendentes de africanos em outros continentes.

Baixe a sua versão abaixo:

Volume I:  História geral da Africa, I metodologia e pré-história da Africa

Volume II: História geral da Africa, II Africa antiga

Volume III: História Geral da África, III - África do Século VII a XI

Volume IV: História geral da África, IV África Século XII ao XVI

Volume V: História geral da África, V Africa do seculo XVI ao XVIII

Volume VI: História geral da África, VI Africa do seculo XIX a decada de 1880

Volume VII: História geral da Africa, VII Africa sob dominação colonial, 1880-1935

Volume VIII: História geral da Africa, VIII Africa desde 1935


EDUCAFRO-concurso-juiz-bolsa-integral

BOLSAS DE 100%: CONCURSO PARA JUIZ FEDERAL

A Associação de Juizes Federais (AJUFERJES) e a EDUCAFRO lançam 150 vagas para esse preparatório. Nossa meta é ampliar a quantidade de juízes negr@s em todo Brasil. Esse curso promete ser empoderador!

Nosso sonho é que todas as Escolas de Magistratura do Brasil abram cursos iguais!

Os/as interessad@s devem se inscrever no link a seguir: http://bit.ly/EDUCAFRO-inscricao-juizes.

Prazo? Até 31 de maio.

Link para o edital: http://bit.ly/EDUCAFRO-edital-ajuferjes

Link para o formulário de inscrição: http://bit.ly/EDUCAFRO-inscricao-juizes

 

 


Viúva de Beto Freitas diz que Carrefour quer indenizá-la com o mesmo valor pago pela morte de vira-lata. Empresa nega

Os advogados de Milena Alves, viúva de Beto Freitas, assassinado na véspera do dia da Consciência Negra em uma unidade do Carrefour, em Porto Alegre, escreveram uma carta pública demonstrando insatisfação com o valor oferecido pela empresa como indenização a sua cliente. Segundo eles, a oferta foi de R$ 1 milhão.

De acordo com os advogados, o valor foi o mesmo pago pelo supermercado à sociedade — através de repasses a instituições ligadas à defesa dos animais — na ocasião em que um cachorro vira-lata, batizado de Manchinha, foi morto por um segurança que trabalhava em uma das unidades do Carrefour, em São Paulo.

Diz trecho da carta:

— A vida de um homem está sendo igualada e nivelada pelos mesmos balizadores que a vida de um cachorro. Todas as mortes merecem respeito, mas não se pode tratar de forma igualitária a morte entre humanos e animais, mesmo que ambas tenham acontecido por puro preconceito. Será que se o “Manchinha” fosse um Poodle enfeitado e o Beto um loiro de olhos azuis, ambos ainda não estariam vivos aqui entre nós?

Procurado, o Carrefour não informou o valor oferecido a Milena, mas garantiu que a quantia é maior do que R$ 1 milhão. A empresa também justificou os valores. Disse que no processo da morte do cachorro Manchinha, a indenização paga foi por danos morais coletivos, enquanto à Milena, é uma ação individual. O Carrefour também informou que já foram pagos mais de R$ 3 milhões a nove parentes de Beto Freitas e que um Termo de Ajustamento de Conduta está sendo negociado com o Ministério Público do Rio Grande do Sul.

Publicado originalmente: https://blogs.oglobo.globo.com/lauro-jardim/post/viuva-de-beto-freitas-diz-que-carrefour-quer-indeniza-la-com-o-mesmo-valor-pago-pela-morte-de-vira-lata-empresa-nega.html

 

LEIA A CARTA NA ÍNTEGRA ABAIXO:

CARREFOUR e FAMÍLIA DO BETO: UM NOVO OLHAR

Quem escreve esta carta são os advogados da ex-companheira do João Alberto Silveira Freitas (Nego Beto) Milena Alves e sua filha, Stephanye, enteada dele e pelo advogado do Sr. João Batista, pai de João Alberto. Aproxima-se a sexta-feira da paixão, onde a morte injusta do Beto traz à tona todas as denúncias contra o poder econômico provindas com a morte de Cristo, queremos prestar contas à sociedade sobre o que andou e o que ainda está em ritmo lento. Queremos justiça!

As elites brasileiras parecem ter um hábito e um prazer mórbido e sadomasoquista secular, de pôr uma pedra sobre o nosso passado de servidão, sofrimento, castigos e holocausto dentro e fora dos navios negreiros. A dor da família do Nego Beto não é diferente dos afro-brasileiros oriundos da mãe África e castigados brutalmente pelos seus senhores brancos. A força que nos permite continuar lutando para que a voz de nosso povo jamais seja amordaçada novamente. Caro leitor, vale lembrar que o Brasil é o país com a maior população negra fora da África - 56,2% - afro-brasileiros (negros e pardos).

Apoiamos integralmente a busca de indenização contra o Carrefour, por parte da sociedade. Entendemos que essa morte feriu todo o povo afro-brasileiro e não pode ficar sem uma punição à altura, para fazer mudar a cultura das empresas e do poder econômico brasileiro, em relação ao povo afro-brasileiro.

Primeiro, cabe relembrar que Beto, homem negro, foi brutalmente surrado e assassinado na noite do dia 19/11/2020, às vésperas do Dia da Consciência Negra, dentro de Hipermercado Carrefour pelos funcionários da empresa de segurança terceirizada Vector Segurança Patrimonial Ltda. Uma sequência infindável de socos, pontapés e asfixia despendidos por causa da sua cor o levaram a morte no local. Tudo isso, foi acompanhado pelos olhares incrédulos da Milena, impedida de prestar socorro pelos demais funcionários que presenciavam o ocorrido. No próximo dia 19 de abril, completaremos seis meses dessa tortura e barbárie.

O intuito central no patrocínio desta causa, além dos interesses da família, no caso, Milena, Stephanye e sogros, é de que, ao final, a morte do Beto sirva como um divisor de águas, ampliando a consciência e o combate ao RACISMO ESTRUTURAL.

Passados alguns meses desde a morte dele, após algumas reuniões com o corpo jurídico do Carrefour, sentimo-nos conquistando pouco avanços, lutando contra um sistema engessado, que além de ser voltado para os poderosos, é racista, hipócrita e capitalista. Vale lembrar que nesse sistema capitalista, o Carrefour S/A comprou Big por R$ 7,5 bilhões. Com a transação, o conglomerado passa a responder por um faturamento de R$ 100 bilhões, somando os R$ 74,9 bilhões do Carrefour, no ano de 2020, com R$ 24,9 bilhões do Big. Fica aqui uma pergunta para os acionistas dessa operação. Quanto vale a vida de um Afro-brasileiro?

Cabe ressaltar que, caso Nego Beto fosse um indivíduo caucasiano, de pele branca e olhos claros, não negro, não pobre e não excluído, como de fato era, estaria vivo e jamais teria sofrido uma morte destas: covarde, violenta e brutal.

O racismo, em especial no Brasil, é uma realidade viva, não uma ficção ou um tema filosófico ou de “esquerda”. Milhares de pessoas negras morrem apenas pela sua cor de pele, porque o policial “achou” que o menino ia sacar uma arma – mas, na verdade, era um celular – ou porque o policial o “confundiu” com um suspeito fugindo – mas, na verdade, estava brincando de correr[1]. Você já ouviu essa expressão? “Preto parado é suspeito, e correndo é ladrão” –. Assim, não se discute que o PRÉ CONCEITO está gravado no DNA da branquitude, que, ao olhar uma pessoa negra, o mesmo se torna suspeito, bandido, ou não goza do benefício da dúvida que os brancos possuem de forma natural. O negro por sua cor, já vem condenado desde o nascimento. Essa mesma condenação aconteceu com o Beto, morto pela ignorância, soberba e preconceito de uma sociedade racista e estruturalmente preconceituosa.

O racismo também é tema dentro do Poder Judiciário. A juíza federal, Adriana Cruz, que é negra, relata um cotidiano curioso: “Às vezes percebo um certo espanto por parte de alguns advogados, quanto entram na sala de audiência e deparam comigo. Acho que a expectativa inconsciente é de encontrar uma juíza branca”[2]. Não podemos esquecer que no Congresso Nacional, só 17,8% dos parlamentares são negros. Câmara e Senado têm 106 das 594 cadeiras ocupadas por pretos e pardos; brancos são maioria nas duas Casas. Fica a pergunta. Como podemos ter Políticas Públicas Efetivas contra o Racismo Estrutural e aplicação das leis: 12.990, 12.288 e 12.711?

Sentimos exatamente isso nos contatos que viemos realizando com a rede Carrefour, a maior rede mundial de comércio de alimentos. Esta rede, numa atitude de soberba, e ainda como se fosse a dona do destino das pessoas, alicerçada num entendimento jurisprudencial do Superior Tribunal de Justiça, realizou uma proposta leviana, acintosa e desrespeitosa para com a viúva de Beto, e como consequência, ofendendo a sociedade.

Apenas para se ter em mente, aos não operadores do direito, há um entendimento do Superior Tribunal de Justiça, de limitar as indenizações por morte em 500 salários-mínimos, embora não haja um limitador expresso quanto às ações de danos morais. Entretanto, esta limitação não é utilizada, normalmente, por Tribunais Estaduais, que entendem que os danos morais devem ser analisados caso a caso, tomando-se por base o poder econômico do ofensor e os danos causados ao ofendido. Quase sempre, quando a vítima é negra, colocam as indenizações lá embaixo. Isso é racismo estrutural e precisa ser combatido.

Como já referido, o Carrefour, no mês de março, anunciou a compra da rede BIG, sua concorrente, pela Bagatela de 7,5 BILHÕES DE REAIS[3] e alcançou, no ano de 2019, o lucro líquido de R$ 1,1314 bilhão de euros[4]. Esta poderosa empresa, a maior rede de venda de alimentos do mundo, segue dando as cartas, colocando-se como dona e senhora da situação, aproveitando-se de uma saída jurídica para terminar o assunto do Beto, ofertando valor injusto à sua viúva, frente ao espantoso assassinado.

Apenas para ilustrar a atual situação de vida da Milena, desde a morte do companheiro, ela não teve mais coragem de entrar na sua própria casa. Apesar do contínuo tratamento psicológico, sofre, ainda, de stress pós-traumático, profunda depressão e demais traumas desencadeados por sentir a forte ausência do seu companheiro, morto pelos seguranças do Carrefour a socos e pontapés, sendo tudo gravado pelas câmeras do sistema de monitoramento, semelhante a uma luta de UFC (Ultimate Fighting Championship).

Desde aquela noite, ela não sai de casa desacompanhada. Dorme pouco. Desperta com pesadelos. Tem crises de choro, episódios depressivos e outros tantos sofrimentos diários que estão aniquilando o seu existir. Colocar o lixo, mesmo após cinco meses do ocorrido, só é uma tarefa possível se realizada com a companhia de alguém. Milena nos confidenciou que perdeu seu companheiro, seu amigo e seu esteio, perdeu aquele que a esperava com a janta pronta e a casa arrumada. Beto sempre a aguardava, mesmo ela chegando tarde do serviço como cuidadora.

No que toca ao pai de Beto, Sr. João Batista, a dor não é diferente. Falta-lhe o ar, assim como faltou o ar de Beto naquela noite.

Não conseguimos aceitar a inversão da ordem natural no ciclo da vida. Não estamos nunca prontos, não queremos enterrar um filho.

Quando é tirada da natureza cumprir o ciclo da vida, é-nos dolorosamente terrível e assombra. Beto era o filho de João Batista, sendo impossível medir a dimensão da dor desta perda, ainda mais da maneira que ocorreu.

A perda de um filho é uma ferida que jamais será cicatrizada, tão somente convertendo-se em saudades por alguns momentos, mas jamais será menor. Os pais ficam perdidos na sua dor, um vazio inconsolável, um lamento interminável.

Do valor dado ao “Manchinha” e ao Nego Beto

É de conhecimento público que, aqui no Brasil, o Grupo Carrefour é responsável por bizarrices que denotam falta de respeito com a vida alheia, seja ela de um cachorro ou de um ser humano.

Em 2018, o cachorro “Manchinha” foi morto. Era um cachorro sem dono e vira-lata, que foi assassinado por um outro funcionário de segurança terceirizada do Carrefour, que, covardemente, desferiu golpes no animalzinho que veio a óbito em razão da hemorragia interna oriunda dos ataques com as barras de ferro.

Em um outro estabelecimento do Carrefour, houve um funcionário que faleceu durante o expediente, mas o mesmo foi coberto por guarda-sóis, para que a loja não fosse fechada e a empresa não perdesse seu dia de vendas[5].

Como se vidas fossem apenas brincadeiras para a Gigante Carrefour, no dia 19 de novembro de 2020 mais uma morte acontece: a de Beto, o negro que foi espancado até a morte pelos seguranças do hipermercado.

No caso do cachorro “Manchinha”, o Carrefour realizou um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta), comprometendo-se a pagar um milhão de reais como indenização à sociedade, distribuindo este valor à diversos órgãos ligados a causa animal.

À Sra. Milena Alves, viúva de Beto, foi oferecida a mesma quantia indenizatória paga pela morte do cachorro “Manchinha.” Não podemos deixar de comparar o Manchinha com o Nego Beto. Parece grosseiro fazer este comparativo, mas torna-se impossível não traçar um paralelo, pois parece que, para o Carrefour, o valor dado a vida de um cachorro e de um ser humano é exatamente o mesmo.

A título de conhecimento, a família de George Floyd, cidadão negro americano, morto por um policial, em 25/05/2020, na cidade Minneapolis, EUA, fechou um acordo para receber uma indenização de US$ 27 milhões de dólares, algo em torno de R$150 milhões de reais[6]. A comparação é inevitável. Em outras palavras, necessitamos alterar a jurisprudência, mas também precisamos mudar a cultura, a partir dessa negociação! Fica mais duas perguntas para a sociedade brasileira. Quanto vale a vida de um negro afro-brasileiro e um negro afro-americano? Quando vai ter fim a síndrome do cachorro Vira-lata?

É triste, mas é assim que o hipermercado trata a vida, é este o respeito que demonstra pelo outro, seja ele um cachorro ou um ser humano. O valor é tabelado, não importa se é “Manchinha” ou Beto, a indenização oferecida é a mesma. A vida de um homem está sendo igualada e nivelada pelos mesmos balizadores que a vida de um cachorro.

Todas as mortes merecem respeito, mas não se pode tratar de forma igualitária a morte entre humanos e animais, mesmo que ambas tenham acontecido por puro preconceito. Será que se o “Manchinha” fosse um Poodle enfeitado e o Beto um loiro de olhos azuis, ambos ainda não estariam vivos aqui entre nós?

Em qual curva nos perdemos?

Qual o valor de uma vida?

Senhores acionistas do Grupo Carrefour, quanto vale a vida de um negro afro-brasileiro?

Até quando vamos permitir que nossa sociedade despenque ladeira abaixo?

Porto Alegre, 31 de março de 2021.

CARLOS ALBERTO BARATA SILVA NETO

OAB/RS 76.596

Email: carlos.barata@bsbv.com.br

Cel: (51) 99918-1902

(Advogado Milena)

 

HAMILTON RIBEIRO

OAB/RS 35.975

Email: advhamilton@gmail.com

Cel (51 9998-9192)

(Advogado Milena)

 

RAFAEL PETER FERNANDES

OAB/RS 64.218

Email: rafael@rafaelfernandes.adv.br

Cel (51 98195-9719)

(Advogado João Batista)