COMUNICADO DA EDUCAFRO: DESENVOLVEDOR(A) JUNIOR PARA APLICATIVOS MÓVEIS

Amigo (a)
A EDUCAFROtech lhe encaminhou o comunicado abaixo.
A partir deste comunicado, cabe a você mesmo(a) 
fazer sua inscrição (nos links disponibilizados em cada curso abaixo) da ESTAÇÃO HACH.
(Inscreva-se no máximo de cursos, conforme seu tempo e assim, em um curto tempo, poderá se empregar na área!)
Estamos percebendo que poucos tomaram a iniciativa de se inscrever diretamente num dos cursos. 
Porque? Não desista! Tenha foco!
Seu futuro passa por ingressar nesta profissão, pois nestes últimos 10 anos há mais de 24 mil vagas
abertas em TI, sem ter pessoas preparadas para ganhar um bom dinheiro com essa nova profissão! 
Uma delas é sua! Você quer? Inscreva-se agora!
Em seguida, nos dê essa alegria:
nos confirme por esse email (apoio@educafro.org.br ) ou zapp (11) 9 6173 6869 
dizendo que você já escolheu e já se inscreveu em um ou vários cursos da ESTAÇÃO HACH. Tudo bem?
EQUIPE EDUCAFRO
COMUNICADO DA EDUCAFRO
FEVEREIRO DE 2020


Parabéns por se disponibilizar a fazer sua pré-inscrição para o curso:
“DESENVOLVEDOR(A) JUNIOR PARA APLICATIVOS MÓVEIS”
Estamos empreendendo fortes mudanças para tornar o curso da EDUCAFRO tech de “Programador Iniciante de TI”, mais firme no foco dos que querem ser e trabalhar como programadores.
Decidimos iniciar esse nosso curso em data mais à frente.
Assim não faremos mais no mesmo período dos cursos da ESTAÇÃO RACH.
Neste caso estamos lhe direcionando para as várias possibilidades de cursos oferecidos diretos pela ESTAÇÃO HACK, via FACEBOOK no foco em pessoas do povo, que tiveram seu estudo em escolas públicas.
Você deve se inscrever e fazer o máximo de cursos por lá.
Nada impede de, num futuro, caso você não venha a conseguir se empregar a partir dos cursos da ESTAÇÃO, de se inscrever para o curso da EDUCAFRO tech.Estamos lhe direcionando para os vários cursos, os quais você pode fazer ao mesmo tempo, acelerando sua aprendizagem e a sua entrada no mercado de
trabalho.
Entendemos que, quantos mais cursos você fizer, mais cedo se habilitará para entrar neste inovador mercado da Tecnologia da Informação!
Segue a relação dos cursos disponíveis. É só você se inscrever imediatamente enquanto tem vaga!

Lembrando que a turma das segundas (que começa no dia 2/3, às 8 horas) e a turma das quartas (que começa no dia 4/3, às 8 horas) está pensada para o público que tem ZERO de experiência no mundo da TI - Tecnologia da informação. É o seu caso? Corra e se inscreva!Cursos e workshops gratuitos

ESTAÇÃO HACK em 2020 | Inscrições abertasA Estação Hack abriu inscrições para os cursos, palestras e workshops gratuitos de programação, desenvolvimento de aplicativos, inovação e preparação para o mercado de trabalho. Serão dezenas de milhares de vagas distribuídas entre cursos presenciais e online ao longo de 2020.

Os programas são desenvolvidos em parceria com as instituições Artemisia, Cel.Lep, Digital House, Garimpo de Soluções, Junior Achievement e Reprograma. O público-alvo e a carga horária variam de acordo com o treinamento. Será dada preferência para alunos matriculados ou egressos da rede pública de ensino - embora este não seja critério essencial.PROGRAMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE APLICATIVOS

I - Android Studio - Kotlin: o curso ministrado pelo Cel.Lep Tech é uma introdução à programação e ao desenvolvimento de aplicativos para equipamentos móveis. O curso ensina os preceitos básicos e, por isso, é voltado para quem ainda não teve contato com o assunto. Carga horária: 32 horas (8 semanas). Público-alvo: alunos de 16 a 25 anos. Informações e inscrições: http://madcode.com.br/estacao-hack/

II - Estação Hack para Educadores:
a Digital House Schools e o Facebook criaram uma jornada para capacitação de educadores e pretende impactar a vida de jovens que aprenderão a criar tecnologia, desenvolvendo pensamento lógico em cursos de programação. Serão contemplados educadores que irão replicar seus conhecimentos ensinando Programação para jovens de Educação Básica. O curso tem como objetivo Integrar professores e alunos no mundo da programação, com aulas de HTML e CSS. Carga horária: 24 horas (2 semanas). Público-alvo: professores da rede pública de ensino. Informações e inscrições: https://www.digitalhouse.com/br/estacaohack/III - Front-end Coding Course: o curso da Digital House tem como objetivo formar novos profissionais de programação Front-End. O programa foi desenvolvido para quem quer aprender a programar do zero e adquirir habilidades em React (CSS, HTML e JavaScript), além de soft skills em Git e Metodologias Ágeis. Carga horária: 105 horas (5 semanas). Público-alvo: alunos de 16 a 25 anos. Informações e inscrições: https://www.digitalhouse.com/br/estacaohack/
IV - Programação Front-End para Mulheres: aprenda linguagens de programação front-end e ferramentas de capacitação que irão ajudar você a construir uma base sólida na área de tecnologia. Carga horária: 672 horas (18 semanas). Público-alvo: mulheres cis e trans. Informações e inscrições: https://reprograma.com.br/integral.html
V- UI/UX Basics - Experience, Interface & Prototype: o curso ministrado pelo Cel.Lep Tech oferece instruções básicas sobre design de aplicativos e como eles são experimentados pelos seus usuários, incluindo noções de criação de protótipo. Carga horária: 32 horas (8 semanas). Público-alvo: alunos de 16 a 25 anos. Informações e inscrições: http://madcode.com.br/estacao-hack/

INOVAÇÃO E EMPREGABILIDADE

VI - Conectado Com o Amanhã:
o programa da Jr. Achievement possibilita aos alunos um momento de reflexão sobre seu futuro e preparação para o mercado de trabalho, oferecendo perspectivas de carreiras e informações sobre quais são as competências comportamentais desejadas no mercado de trabalho. Carga horária: 5 horas. Público-alvo: alunos matriculados no Ensino Médio. Informações e inscrições: http://bit.ly/EH_JAVII - Futuro do Trabalho: o programa apresenta aos alunos as transformações no mercado de trabalho, bem como as ferramentas e habilidades exigidas para obter e manter uma profissão em setores com carreiras de alto crescimento, com ênfase em CTEM (Ciência, Tecnologia, Engenharias e Matemática). Carga horária: 5 horas. Público-alvo: alunos matriculados no Ensino Médio. Informações e inscrições: http://bit.ly/EH_JAVII - Innovation Camp: o objetivo deste programa da Jr. Achievement é
desenvolver habilidades empreendedoras e mostrar ferramentas de trabalho, que possibilitem aos estudantes encontrarem soluções inovadoras para um desafio proposto. Durante o processo, os alunos contam com a ajuda de mentores que vão auxiliá-los durante o desenvolvimento da ideia. Carga horária: 8 horas. Público- alvo: alunos matriculados no Ensino Médio. Informações e inscrições: http://bit.ly/EH_JAIX - Hackeando Futuros: 10 encontros temáticos mensais com profissionais de referência, gestores públicos e fundadores de startups de diversos setores, para inspirar e provocar empreendedores a redesenhar contextos e ampliar entendimentos de futuro, com a curadoria da Garimpo de Soluções. Carga horária: 2 horas (cada encontro). Público-alvo: empreendedores, investidores, mentores, curiosos e apaixonados por quem muda o mundo. Informações e inscrições: https://www.sympla.com.br/garimpodesolucoes

CONCLUSÃO


Nesse período de seu estudo na Estação Hack, teremos reuniões especiais na EDUCAFRO, livre e aberta, todas as quintas, às 18 horas, para você e demais pessoas negras que estão entrando no mundo da TI ou que querem entrar, em vista do seu projeto de mudança de profissão. Nessas reuniões comunicaremos o novo formato do curso da EDUCAFRO tech e a abertura das inscrições. Na EDUCAFRO tech teremos visita de empresas que estão procurando, em pedras brutas, “pepitas de ouro" para serem lapidadas. Quem sabe que você é uma dessas pedras a serem buriladas?
EQUIPE EDUCAFRO
apoio@educafro.org.br
WhatsApp (11) 9 6173 6869
Visite o site: www.educafro.org.br
Obs.: Repasse essa oportunidade para as pessoas de suas redes sociais.

 


Bolsonaro critica Mangueira: 'Estão buscando uma imagem no Rio para me atingir'

Além de trazer Jesus na imagem de mulher, gay, índio e até morador de rua, a escola de samba também fez crítica à bandeira armamentista do governo

 

Mangueira fez uma releitura da vida de Jesus, representado como mulher, gay, índio e morador de rua Foto: Guito Moreto / Agência O Globo

SÃO PAULO — O presidente Jair Bolsonaro criticou nesta terça-feira o enredo da Mangueira, que se apresentou durante a primeira noite do desfile das escolas de samba do Rio, no domingo. A agremiação fez uma releitura da vida de Jesus, representado em imagens de mulher, gay, índio e morador de rua.  O samba-enredo da escola, intitulado “A Verdade Vos Fará Livre”, trouxe uma crítica à bandeira armamentista do governo no trecho que  diz: “favela, pega a visão, não tem futuro sem partilha, nem Messias de arma na mão”.

— Vamos ver a reação do povo aí. Um dia vou ter alguma vaia também, né? E a imprensa vai divulgar. [O jornal ] 'Folha de S.Paulo', hoje, foi buscar uma imagem no carnaval do Rio, uma imagem de uma escola de samba desacatando as religiões, né? Cristo levando uma batida de policial. Faz uma vinculação comigo. Estão buscando uma imagem no Rio para me atingir — afirmou, referindo-se à primeira página da publicação de hoje, cujo título é “Mangueira usa imagens de Jesus para criticar Bolsonaro”.

Frei David, da Ong Educafro, disse que escola o fez se sentir mais cristão

Bolsonaro comentou o samba-enredo enquanto fazia caminhada em Praia Grande, litoral sul de São Paulo. O passeio do presidente foi transmitido em uma das redes sociais do presidente. Em sua conta no Twitter, o ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, endossou as críticas com a escola de samba.

"Sou defensor da liberdade de expressão, valor importante na democracia, mas como cristão não creio ser razoável usar a figura de Jesus, filho de Deus, da forma que a escola de samba Mangueira fez!. Independentemente dos que acreditam ou não, respeitem os católicos e cristãos”, escreveu.

Ramos está no Guarujá com o presidente desde sexta-feira. Eles estão hospedado no Forte dos Andradas, estrutura do Exército na praia do Tombo.

Postado originalmente: https://oglobo.globo.com/rio/carnaval/bolsonaro-critica-mangueira-estao-buscando-uma-imagem-no-rio-para-me-atingir-1-24271647


Projeto usa líder tribal e fé para preparar negros para o mercado de TI

O Educafro Tech está desenvolvendo parcerias com empresas e incubadoras que atuam no setor de tecnologia de informação para formar e empregar a população negra e LGBT+

Por Tamires Rodrigues

O mercado de tecnologia de informação tem um alto potencial de geração de empregos no Brasil. Com o atual cenário de desemprego no país, a Educafro, organização que há 40 anos promove a inclusão da população negra em universidades públicas e particulares, percebeu que havia um campo a ser explorado. Foi assim que surgiu o Educafro Tech, projeto voltado para a formação e empregabilidade de negros, negras e LGBT+ no mercado de TI.

"Nós debatemos com as empresas sobre a exclusão do negro no mercado de trabalho. E todas as empresas disseram que não tinha negros se formando em TI. Então decidimos encarar o problema e criamos a Eduacafro Tech", conta Frei David Santos, diretor da associação.

A terceira turma do projeto conta com 60 alunos que farão uma imersão em estudos sobre TI e métodos ágeis. Dez vagas são destinadas a participantes quilombolas, indígenas e/ou de outros estados, com custeio de estadia. O projeto oferece laboratórios equipados e jantar para os participantes.

As aulas são realizadas num formato intensivo, onde os participantes aprendem técnicas, conceito e práticas de tecnologia da informação, conectadas com o debate sobre cidadania e questões étnico-racial.

"Queremos em três ou quatro meses oferecer pessoas preparadas com qualidade para as empresas", afirma.

A Educafro Tech estuda parceria com empresas para conseguir espaço de sala de aula para formar mais alunos. "A NovoLab, em São Carlos (interior de São Paulo), é uma incubadora que trabalha com 57 empresas e reservou espaço para 12 alunos do Educafro Tech. Eles vão poder vivenciar esse aprendizado dentro desse ambiente de tecnologia", diz Santos.

Para que os alunos tivessem uma maior identificação com o conteúdo, os professores do projeto Edimilson Nascimento e Luiz Augusto criaram uma metodologia própria que foi inspirada no chefe tribal Shaka Zulu.

 

 

Representação de Shaka Zulu de 1824 (Reprodução)

 

"Na sua época, Shaka Zulu (1787-1828) criou algumas inovações e estratégias militares. Os mais fortes faziam a base, os mais velhos faziam a retaguarda e davam conhecimento aos outros. Então a gente pensou: 'cara, isso é manifesto ágil'. Eu sou de informática e vi toda estrutura do ágil naquilo. Por que não batizar a nossa metodologia de Shaka Zulu? É preciso ensinar forte, rápido e embasado, que só assim consigo dar emprego para essas pessoas", diz Nascimento.

Segundo os professores, uma das maiores dificuldades nas aulas não é ensinar a técnica, e sim fazer com que seus alunos consigam se enxergar no mercado de trabalho de TI e como programadores. Pensando nisso, eles criaram um ritual nas duas primeiras semanas de curso para que eles consigam estabelecer um vínculo com a turma e auxiliar na evolução de aprendizagem.

"A gente usa um tempo pequeno para dois atos de fé. O primeiro ato de fé é para aquelas pessoas que acabaram de nos conhecer acreditarem de verdade que em duas semanas eu e o Edi seremos capazes de ensinar lógica de programação para eles. O segundo ato de fé é o mais importante: é as pessoas acreditarem que em duas semanas elas serão capazes de aprender lógica de programação. Se esses dois atos de fé forem cumpridos, não vai ter problema que a gente não resolva", afirma Luiz Augusto.

Apesar do pouco tempo que o projeto existe, os professores já conseguem ver transformações sendo feitas nesse processo, com alunos que conseguiram entrar no mercado de trabalho.

"Uma aluna era gerente-geral de uma loja, que passou por uma reformulação. Aí ela ficou desempregada. Mesmo sendo uma pessoa com muita experiência e ter feito muitos cursos, não conseguiu recolocação. Ela ficou apavorada e decidiu mudar de ramo. Foi quando ela viu a proposta de profissionalizar negros no TI e abraçou a ideia. Hoje ela está indo muito bem como programadora", diz Santos.

Postado originalmente em: https://quebradatech.blogosfera.uol.com.br/2019/12/18/projeto-usa-lider-tribal-e-fe-para-preparar-negros-para-o-mercado-de-ti/


A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro em parceria com a Educafro

A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro em parceria com a Educafro.
Estará celebrando o encerramento do mês da Consciência Negra e para tanto convidam para o seminário Justiça Para Quem? reflexões para realizar o acesso à justiça. O mesmo ocorrerá no auditório da FESUDEPERJ localizado na Av. Marechal Câmara, 314 - 4° andar - Centro - RJ - no dia 06/12 das 09:00 às 18:00.
O evento contará com a presença do Presidente da Educafro - Frei David
Serão emitidos certificados com 7 horas de estágio conferidas pela OAB aos/as estudantes de direito.


COLETIVO AFROLGBTQ+

O que é? O coletivo AFRO LGBT é uma iniciativa que surge em meio a demanda social pela busca da representatividade e identidade da população Negra LGBTQ+. Voltado para formação e contratação de profissionais LGBTQ+s nas diversas áreas de trabalho.

Objetivo: Procuramos promover a contratação de profissionais LGBTQ+s  nas empresas parceiras e estimular o debate na sociedade e nos diversos espaços de resistência.  Inicialmente teremos reuniões semanais de captação e formação de novos membros.

Nossa primeira reunião acontecerá no dia 11/09, ás 18h.

O Afro LGBT surge a partir de um espaço de fala e de uma experiência pessoal, por ser negro, gay e periférico me vi em uma situação bastante complicada, a busca por um emprego de carteira assinada. Em um cenário de crise política e econômica com 13 milhões de desempregados ser contratado não seria fácil, sendo negro, gay e morando na periferia percebi que as chances seriam ainda menores. Durantes meses distribui diversos currículos em diversas empresas e até hoje aguardo um retorno.

Há poucos dias o Ministério da Saúde lançou uma cartilha com dados sobre o suicídio, o índice de suicídios entre jovens negros é 45% maior que o de jovens brancos, o racismo impacta diretamente as nossas vidas. Pensando nisso e querendo fugir dessa estatística aprendi a importância e a necessidade de “aquilombar” - de se aproximar e de se fortalecer com os nossos iguais- é dessa união que surge a rede AFRO LGBT.

Samuel Dias

A Partir da minha experiência pessoal sendo negra, Trans e marginalizada na sociedade, percebi um grande preconceito na contratação de pessoas trans, na qual empresas não oferecem oportunidades de emprego. As empresas institucionalizam a violência que a sociedade tem aos que não se encaixam no padrão normativo -homem, cis, branco, hétero- e quando há uma contratação de transexuais é em sua maioria por empresas terceirizadas, em cargos precarizados e nunca de liderança.

A comunidade LGBT não tem oportunidades de emprego e educação, cerca de 90% dos travestis e transexuais sobrevivem da prostituição. Em minha experiência, passei por uma grande dificuldade na minha formação sendo barrada nas escolas por ser uma garota transgênero, não só pelos funcionários, mas também pelos próprios alunos. Não há razão para excluir alguém pela identidade de gênero. Por isso acredito na necessidade da inclusão de pessoas trans no mercado de trabalho, como um agente de trans-formação social.

Emery Khoury